E o ano está bem no finalzinho, falta um único dia para começar um ano todinho novo. E em 2011 eu participei mais uma vez do Desafio Literário. Dessa vez eu fui convidada para fazer parte da equipe do Desafio junto com a @vivi, @danihaendchen e a @queromorarlivr. Não preciso dizer o quanto eu fiquei feliz com isso. Infelizmente eu não participei tão ativamente quanto gostaria, mas como no próximo ano eu continuo na equipe, fica a promessa de ano novo de ser mais ativa nesse equipe. Quanto aos livros, esse ano foi bem mais produtivo. Se no ano passado eu escolhi um livro por mês e li 10 de 12, nesse ano eu escolhi três por mês e li 26 de 36. Ou seja, li quase o triplo de livros só para o Desafio. Dos 26 livros lidos eu atrasei alguns, lendo eles depois do praso. Mas o único que ficou sem resenha foi um livro do primeiro mês…
Jorge G. Castañeda
Che Guevara – A vida em vermelho, de Jorge G. Castañeda
Escolher uma biografia é escolher ler sobre um personagem real do qual queremos conhecer mais sobre sua vida. Nesse sentido, a escolha recai mais sobre o personagem em si do que ao livro que poderemos ler, visto que um mesmo sujeito pode ter sua vida biografada por mais de um autor. Eu não li muitas biografias ao longo de minha vida, e não estou acostumada com a linguagem utilizada (se é que existe um padrão no gênero), e me deparar com uma biografia de um personagem tão enigmático quanto mitológico para a juventude do século XX foi uma bela surpresa. Na verdade eu comecei a ler Che Guevara – A Vida em Vermelho, de Jorge G. Castañeda, em 2000, e no auge dos meus 16 anos não tive maturidade e conhecimento histórico suficientes para aguentar a densa leitura que a biografia requer. Retomando uma leitura abandonada há mais de dez anos pude finalmente compreender isso. Não que hoje eu seja um exemplo de maturidade e sabedoria, mas…




