Entre os dias 19 e 27 de julho, participei mais uma vez da Maratona Literária de Inverno, criada pelo Vitor, do canal Geek Freak. Tento participar todos os anos, mesmo que nem sempre consiga cumprir todos os desafios. Nesta edição, com uma proposta leve e centrada no volume de leitura, mergulhei de corpo inteiro e vivi uma das experiências mais produtivas e prazerosas que já tive com a maratona. Ajudou muito que estava de férias durante o período da maratona, então pude me dedicar 100% ao desafio e, consequentemente, à leitura. A edição deste ano teve um formato um pouco diferente: a narrativa envolvia uma jornada em busca de ingredientes para criar o Elixir Supremo. Para isso, era necessário ler pelo menos 640 páginas, completando uma das três fórmulas mágicas. O foco era ler uma certa quantidade de páginas para criar poções mágicas e, ao final, chegar ao Elixir Supremo.📖 A meta básica era 640 páginas.🔮 Havia três fórmulas diferentes…
Trajetórias
Rotinas marcadas por gênero na cultura escolar
Alguns anos atrás iniciei o trabalho docente, em um dos meus turnos de trabalho, numa escola diferente. E como de praxe, fui me familiarizando aos poucos com a rotina escolar. Uma das coisas que mais chamaram minha atenção nessa rotina foi o fato de termos de buscar as turmas nas filas na quadra da escola no início das aulas e após o recreio. Uma novidade pra mim, pois até então tinha trabalhado em escolas que a fila já era passado. E essa é uma prática que considero desnecessária em se tratando de adolescentes. Mas até aí, ok (um ok com cara de resignação e não de aceitação). Mas que relação tem a fila com gênero? Essa rotina é marcada por gênero por dois motivos, o primeiro é que as filas são separadas entre meninos e meninas (na escola não tinha nenhuma aluna ou aluno transgênero conhecide e, portanto, nunca houve questionamento em relação a essa divisão por parte dos estudantes);…
NaNoWriMo 2020: Começando com o pé esquerdo
Ontem (05/11/2020) foi meu primeiro dia de NaNoWriMo na vida. Já conheço o projeto há bastante tempo, mas nunca tinha tentando. Sequer tive interesse por ele. Sempre achei que escrever não era meu forte, embora eu esteja sempre escrevendo por aí. Porém um estalo, uma espécie de mini epifania aconteceu quando vi no twitter alguém, que não recordo quem, comentando algo sobre o evento e colocando no mesmo tweet a palavra acadêmico. A pessoa estava fazendo um NaNoWriMo acadêmico! Eu pensei: é isso, eu preciso fazer também. Talvez dê um gás e eu finalmente consiga escrever essa dissertação que está atrasada por demais e que me paralisa. Tirou meu sono e não me deixa aproveitar meus dias com tranquilidade. Afinal de contas, o que e NaNoWriMo? Um projeto, uma espécie de desafio no qual nos propomos a escrever 50 mil palavras em 30 dias. No caso durante todo o mês de novembro: National Novel Writing Month. Então eu me desafiei…
Novidades antigas
Chegando de mansinho para compartilhar algumas novidades que deixei passar em branco aqui pelo blog. Para quem ainda não viu meus comentários nas redes sociais, eu não sou mais frequentadora do curso de Letras da UFRGS, o que me deixa muito triste, mas com mais tempo e disposição (afinal acordar 5 horas da madrugada todos os dias não é lá muito agradável). No entanto, apesar de ter trancado um curso que eu sempre quis muito fazer, eu iniciei uma nova etapa na vida. Em março começaram as aulas da pós-graduação no curso “O Ensino da Geografia e da História: Saberes e Fazeres na Contemporaneidade” que já está na sua quarta edição e é oferecido pela Faculdade de Educação da UFRGS. Estou gostando bastante das aulas e com muitas expectativas. As aulas vão até dezembro e depois vem mais uma monografia. Pois essas não foram as únicas notícias que “esqueci” de compartilhar por aqui. Finalmente estou de CEP novo, a reforma…
Today: Graduation day
Turma UFRGS História 2010/2
Trajetória universitária
– Eu passei no vestibular da UFRGS para Letras Bacharelado! – Como assim? Tu não estava te formando em História Licenciatura pela UFRGS? – Sim. Minha formatura é dia 17 de fevereiro. – Então? Acontece que eu adoro ler, adoro estudar, me preparei para o vestibular de novo e consegui entrar para um curso que eu sempre tive vontade de fazer e até já tinha tentado entrar alguns anos atrás. Exercerei a profissão de professora de História, é isso que quero. O Bacharelado em Letras é um complemento de estudos, uma vontade de aprender mais e uma possibilidade de ganhos extras com a tradução (todos sabemos que a profissão de professora não é a mais gratificante financeiramente). Depois de sete anos de estudo, entre UNISINOS e UFRGS, eu finalmente me formarei. Isso é inigualável. Maravilhoso. Gratificante. Mas passar no vestibular depois de tantos anos longe dessa correria que é a preparação e terminando Trabalho de Conclusão foi muito gratificante também….







