Não é possível que eu vou fazer isso de novo. Sim. Mais uma vez eu venho fazer minha retrospectiva literária no final de abril. Esse ano eu fiz alguns dias mais cedo, pelo menos… Tenho desculpa? Mais ou menos. A mesma de sempre: finalizando o doutorado e depois disso um shut down do corpo que me atropelou. Queria fazer aquela retrospectiva bonitona no início do ano, mas simplesmente não deu. Nem vou elaborar muito. Vamos lá, direto para o que interessa: a retrospectiva das leituras de 2025. Foi um ano excelente, porque eu li muito, mesmo estando no último ano do doutorado, escrevendo tese e tudo mais. Aliás, algumas das leituras são para a tese, e elas acabaram entrando na retrospectiva por serem livros completos e não capítulos de livros ou artigos de periódicos. Bati a meta de leitura e me surpreendi com muitas das coisas que li. Os números: 📖 Livros lidos: Consegui bater a meta de 55 livros…
Leituras
♣ livros que leio, releio ou desejo ler.
🗓️ Outubro de 2025 — Recap Mensal
Outubro atropelou. Nem vi passando. Esse post vai ser uma surpresa atrás da outra. Para mim. Porque não faço ideia do que fiz e vou descobrindo conforme eu for lembrando e escrevendo… 📚 Leituras Oito leituras no mês de outubro. Ouvi alguns audiobooks curtinhos para manter o ritmo dos meses anteriores. Tô bem satisfeita com as leituras nesse segundo semestre, mantendo uma boa rotina e conseguindo ler muita coisa boa. Livros lidos: Com certeza uma das melhores leituras do ano, quiçá da vida! De revoltar o estômago, emocionar, sentir raiva. Nunca tinha ouvido falar do autor e descubro que ele é um autor indígena mega famoso. Adorei esse livro e quero muito ler tudo desse cara! Um audiobook que nos primeiros 20 minutos me fez chorar no ônibus. Narrativa potente sobre luto, maternidade, amizade e um tantão de coisas que me deixaram completamente a flor da pele ouvindo. Agora the storygraph tem estatísitcas mensais e eu to obcecada! Em andamento:…
Entrando no HRCYED 2.0: Um desafio de leitura sem pressa
Descobri o The Hardest Reading Challenge You’ll Ever Do (HRCYED) 2.0 alguns dias depois de ele ter começado oficialmente, em 7 de julho de 2025 — mas decidi que vou contar meus livros lidos desde essa data mesmo assim. Conheci o desafio enquanto zapeava vídeos no BookTube, procurando por lives com sprints de leitura para manter o ritmo das minhas leituras de férias, igual ao que eu tinha durante a Maratona Literária de Inverno na semana anterior, quando acompanhei as lives do Victor (Geek Freak). Durante essas buscas, descobri o canal Freshly Read Books, e no primeiro vídeo que assisti, a Ana mencionou o HRCYED e explicou como o desafio funciona. Achei o conceito super interessante, mas, a princípio, não tinha intenção de participar. Ou pelo menos foi isso que pensei no começo. O vídeo em que descobri o HRCYED: Pensei em deixar para participar só na próxima edição, no ano que vem. Mas, apenas duas horas depois de assistir…
Nem Tão Incendiário, Ainda Assim Inquietante
Eu estou “participando” do HRCYED 2.0 (Hardest Reading Callege You Ever Do 2.0), sem muita pretensão de conseguir concluir o desafio (quem sabe no 3.0). Um dos prompts de leitura é ler um lançamento em até 60 dias após a data de publicação, para cada mês do desafio. Para o mês de julho eu escolhi ler um livro de ensaios curtinho. Aliás, essa é minha estratégia para esse prompt, tendo em vista que são 12 livros no total, junto com uma infinidade de outras leituras e de um doutorado… Acabei de ler I Want to Burn This Place Down, da Maris Kreizman, lançado pela Ecco Press, selo da HarperCollins, em Julho de 2025. O livro se encaixa se encaixa na minha estratégia: upoucas páginas, leitura rápida para caber na TBR do mês. Expectativas x Realidade Embora o título sugira uma rebeldia explosiva, o tom encontrado é mais ponderado; um questionamento que não grita por atenção. Uma brasa quente que incomoda…
O Livro das Sementes (Araruama #1), de Ian Fraser
O Livro das Sementes é o primeiro volume da série Araruama, projeto de alta fantasia com temática indígena apoiado no Catarse. A proposta é muito ousada e original. Ian Fraser constrói um universo rico, fundindo mitos e costumes tupi-guaranis a referências de outros povos pré-colombianos. Os elementos fantásticos são inventivos e funcionam muito bem no contexto. A linguagem é trabalhada com termos próprios que remetem ao tupi-guarani, o que dá autenticidade à ambientação, mas também pode tornar a leitura mais hermética no início, até que o leitor se acostume (ou recorra ao glossário no final). Por ser uma obra introdutória, a narrativa demora a engrenar: precisei de tempo para entender a mecânica e o ritmo, e, na minha percepção, essa construção inicial se estendeu mais do que o necessário para um livro com pouco mais de 200 páginas. As coisas começaram a se consolidar apenas após a metade da leitura. O que não significa que a caracterização dos personagens não…
🗓️ Julho de 2025 — Recap Mensal
Quando eu escrevi sobre escolher entre fazer um resumo do mês ou semanal, não me dei conta que julho já estava quase acabando! Então está aí… o primeiro resumo mensal, ou monthly recap do blog! 📚 Leituras Esse mês foi muito bom em termos de leitura. Eu estava bem atrasada com a minha meta para o ano (acho que uns 10 livros pra trás). Aí veio o recesso e a Maratona Literária de Inverno. As leituras deslancharam. Ainda bem! Continuo atrasada em relação à meta anual, mas acho que agora uns 4 ou 5 livros, no máximo. Lidos Eu terminei 9 livros esse mês. Durante a maratona foram 5! Leituras e releituras feitas na Maratona Literária de Inverno Em andamento: Parados: Livros que comecei a ler e ainda não consegui terminar. Estão parados na estante até eu criar vergonha na cara e retomar a leitura, mas provavelmente vai demorar um tempo: Pois bem, vagando horas a fio pelo universo chamado…








