Eu carrego minha mochila para cima e pra baixo quase todos os dias. É o que uso para ir ao trabalho durante a semana. E quando vou pra algum outro lugar apenas troco para uma ecobag e tiro o que não precisa. Essas são as coisas essenciais no meu dia a dia. Não carrego mais o notebook porque deixo no trabalho junto com um carregador para o celular. Isso facilitou muito minha vida e a coluna agradece incansavelmente. A minha mochila é uma Fjallraven Kanken para notebook de 15 polegadas na cor terracota. Perfeita. Tenho vontade de ter uma de cada cor (e pra falar a verdade, tenho uma para notebook de 13 polegadas na cor azul). No bolso do notebook não vai nada. No bolso principal eu carrego uma garrafa térmica de água de 950ml, meu Kobo, meu planner, um TN, meu estojo de canetas, meu fone de ouvido e minha necessaire. No bolso lateral vai minha sombrina roxa….
Livro: Invertebrada
Eu não tenho muito o costume de ler poesia. Preciso ler mais, inclusive. Especialmente poesia latina e feminista. Gosto das poesias poderosas e fortes como a de um pequeno livro que descobri por acaso: Invertebrada, de Daniela Catrileo. E pequeno é realmente um adjetivo que cabe, porque ele tem 35 páginas. E cada página é mais incrível do que a outra.
Coisas que me irritam muito
Motoristas que não dão o pisca quando vão fazer uma conversão. Todos os dias eu atravesso um cruzamento e todos os dias tem mais de um carro virando sem o pisca alerta. Se o motorista não avisa que vai dobrar, eu não tenho como saber e vou atravessar a rua.
Dia da historiadora e do historiador
Este ano, o Dia do Historiador chegou um pouco diferente para mim. Depois de defender a tese, em algum lugar entre a banca e o alívio veio a sensação de “e agora?”. Passei a me sentir um pouco mais historiadora. Porém ficou mais evidente que a pesquisa é uma parte importante da profissão. E fazendo falta. Talvez porque a escola seja uma máquina de moer gente. Entre aulas, burocracias, reuniões, prazos e a energia necessária para simplesmente chegar ao fim da semana, quase não sobra espaço para aquilo que também deveria fazer parte do nosso trabalho: pesquisar, pensar, investigar, produzir conhecimento, escrever, publicar… Defender a tese não resolveu essa falta. Pelo contrário, tornou ela ainda mais visível. Então hoje eu comemoro ser historiadora, com orgulho. Mas essa pequena inquietação de quem ainda quer encontrar um lugar para a pesquisa no meio de tudo isso continua ocupando meus pensamentos. Feliz Dia da/do Historiadora/Historiador para nós. 🖤
Cat Appreciation Post (admirem meus gatos)
Eu tenho um número razoável de fotos dos meus gatos e resolvi que dentro do meu celular elas não são apreciadas o suficiente. O mundo precisa ver Smeagol, Van Gogh, Calibã e Scully. Enfim, já chega de conteúdo felino por hoje.
No meu fone nos últimos dias
Hoje é um daqueles dias que a correria foi imensa e o cansaço acompanha. Como uma das coisas que nunca falta no meu dia, não importa o quão corrido foi, é música, resolvi trazer uma música que esteve no meu fone de ouvido nos útimos dias. Talon Nascida na cena DIY do Brooklyn, Talon é uma banda de grunge-pop. A música captura as contradições da vida queer no Brooklyn pós-pandemia: bagunçada e alegre, caótica e terna, vulnerável e um pouco mimada. Descobri essa música meio por acaso e, desde então, ela ficou grudada na minha cabeça. Então achei que nada mais justo do que trazê-la para cá também. Talvez seja justamente isso que eu mais goste nessas descobertas meio acidentais: você dá play sem esperar muita coisa e, de repente, aquela música começa a ocupar um espacinho na rotina. Entre um dia corrido e outro, Talon acabou virando uma pequena trilha sonora desses últimos dias. E o clipe é muito…









