Planner: Eu tenho experimentado com diferentes planners desde o ano passado. Comprei um pronto, usei seis meses, achei ruim, não me adaptei. Grande demais, cheio de coisas inúteis e semana vertical que definitivamente não é pra mim. Comprei uma capa de planner argolado da Sonia Rondon. A5… Fiz meus próprios inserts. Layout dos inserts inspirador no Hobonichi Weeks, ficou perfeito. Mas de novo. Um trambolho na mochila pra carregar todo dia. Aí, mês passado comprei um Filofax tamanho Personal. PER-FEI-TO! Ainda to usando o refil semanal simples, mas já adaptei o que eu criei para esse tamanho e pro ano que vem vou usar no layout que eu gosto. Ele virou meu companheiro insperável. Fica na minha mesa quando chega na sala de aula, anoto tudo. Quando chego em casa, sai da mochila e vem pra mesa, do meu lado. Anoto mais um pouco.
Finalizando o HRCYED 2.0
Em julho do ano passado eu descobri o HRCYED, ou o desafio de leitura mais difícil que você vai fazer… Prontamente decidi participar. Apenas porque sim. Amei a proposta. São muitos desafios. Muitos mesmo. Tipo uma cartela de bingo literário comum, que muita gente faz. Mas cada quadradinho da cartela é um desafio inteiro. Cada livro pode preencher dois prompts dos desafios, desde que sejam de desafios diferentes da cartela de bingo. No total seriam mais de 80 livros em um ano. O desafio não começa em janeiro, mas em 07 de julho, e encerra em julho do ano seguinte. Criado pela QWordy, a data de início é o aniversário dela. Minha ideia não era vencer o desafio, era conseguir cumprir o maior número de desafios possíveis e ler muito. Eu sabia que não conseguiria cumprir todos desde o dia 1. Mas nada me preparou para o primeiro semestre de 2026. Porque eu só consegui finalizar SEIS livros! Frustrante demais….
Livro: Não vão nos matar agora
Li esse livro em janeiro por indicação da Natalia Borges Polesso que me deu aula no doutorado. Sim, eu tive aula com a diva. E a leitura foi exatamente para resolver algumas questões dentro da tese, nos meses finais de escrita. É um livro que trata de raça, gênero, violência e de Brasil.
Nostalgia: tamagotchi
No mês passado eu ganhei um tamagotchi, original. Lindinho demais. Como tenho andado meio nostálgica, faz um tempo que vinha namorando os bichinhos que fizeram parte da minha adolescência. Tive um de camelô quando tinha 13 anos, na sétima série. Lá se vão quase 30 anos! Cheguei a comprar um baratinho na Amazon, uns anos atrás, mas nunca liguei. Ficou guardado. E na cabeça a ideia fixa de que eu queria um original, já que na época eu não podia ter, agora era a hora. Tudo isso para dizer que eu não lembrava mais como era manter um “vivo”. Quando ele chegou fiquei muito feliz, a caixinha toda linda e ele ali, me encarando. Resolvi aproveitar o mini recesso que tive no final do mês de julho para ligá-lo. A sexta, 31, foi o dia escolhido. Finalmente criei coragem, tirei da caixa e liguei o pequeno alien. O que ele tem de fofo, tem de estridente. O som agudo e…
Livro: Mobiliário para uma fuga em março
Mobiliário para uma fuga em março de Marana Borges Minha avaliação: ⭐⭐⭐⭐☆ Comentário feito assim que acabei o livro: Ainda não sei o que exatamente eu achei do livro. Foi uma leitura fluida, rápida. Causou estranhamento. Passagens lindas. Um final maravilhoso. Mas, no geral, tem alguma coisa que não me pegou, e eu ainda não consigo nomear. Anotação no reading journal: Foi uma leitura muito fluida, mesmo com a narrativa um pouco disruptiva. Comecei o livro achando que não fosse gostar muito, mas, no fim, gostei bastante. Uma família. Uma casa. Todos peculiares. Causou estranhamento. Passagens lindas. Final maravilhoso. Mas algumas coisas não me pegaram. A edição é um primor!
Dez fatos aleatórios sobre mim
Este post faz parte da missão O Pergaminho Esquecido. Nesta missão do BEDA 2026 , o desafio é uma Corrida contra o Relógio, na qual tenho que escrever e publicar um post em até 15 minutos. Este post também atende ao prompt da semana do Blaugust 2026.









