Quando eu era criança eu tinha um sonho. Desses de querer realizar a qualquer custo. Mudei de sonho na adolescência, pois como todo jovem desorientado eu me perdi pelo caminho e comecei a almejar outras coisas. Fui fazer teatro e acabei redescobrindo o sonho de infância. E não, eu não queria ser atriz, nunca quis. O teatro foi um meio, um caminho muito importante que tomei e que ajudou muito a me encontrar, trouxe possibilidades mil. E eu aproveitei todas elas, menos a de seguir nos tablados da vida. Escolhi um palco diferente, aquele que eu passava as aulas da quinta série sonhando: ser professora. Desde que eu entrei em uma sala de aula pela primeira vez, lá na antiga primeira série, no iniciozinho dos anos 90, aquele espaço e a figura da professora Eni, lá no Colégio Estadual Imigrante em Caxias do Sul me fascinaram de tal maneira que eu sempre me imaginei ali, naquele palco de mentirinha. Entrar…
Professora
LINKS LOVE #4
1. No Ligado em Série um post bem bacana que tenta desvendar quem é River Song, a enigmática personagem de Doctor Who. 2. O blog ideias modestas, que descobri recentemente, fez um texto ótimo sobre aquele comercial hipócrita do MEC incentivando os jovens a serem professores. 3. Um texto ótimo da Gisele Teixeira sobre o cubierto porteño que muito incomoda turistas e autóctones. 4. Órgão de saúde do governo dos EUA promove campanha antizumbi, lá no Ministry of Zombie Walks. 5. O Avelar publicou uma Carta aberta a Tarso Genro: Sobre a língua viva não se legisla. Vete a lei, Governador, versando sobre a ridícula proposição de Raul Carrion que é uma versão gaudéria da também ridícula proposição do companheiro de partido Aldo Rebelo tempos atrás.




