Orgulho e Preconceito é considerada a obra que inaugura o romance moderno na Inglaterra. E coube a uma mulher, em uma sociedade conservadora onde o poder de escolha e direitos que hoje são considerados inalienáveis ao gênero eram limitadíssimos, escrever tal romance. Por se tratar de um clássico, pressupõe-se que a grande maioria das pessoas conheça. Creio que não se possa fazer tal generalização, pois quando falamos em Brasil o número de leitores é muito pequeno e menor ainda é o número de leitores que se interessam pelo gênero. Eu mesma, que sempre gostei muito de literatura e estou sempre em busca de novos títulos para devorar fui conhecer a obra pouco tempo atrás. Graças ao cinema. E não tenho vergonha de afirmar isso, pois um dos papéis que as adaptações cumprem é o de divulgação de obras literárias (mesmo os clássicos). Vamos ao que interessa: a narrativa de Jane Austen se passa no mundo em que ela mesma vive,…
Arquivos para março 2010
Dollhouse – recapitulando a segunda temporada (parte 2)
Retornando com a saga de Dollhouse depois de tanto tempo. Ainda não consegui me recuperar desse cancelamento. Mas uma hora teria de encarar e voltar a escrever sobre a série. Segue então a segunda parte dos breves comentários sobre a segunda e última temporada de Dollhouse. Dollhouse – 2×9 – Stop-Loss – 9,0 Exibido originalmente no dia 18 de Dezembro de 2009. Escrito por Andrew Chambliss e dirigido por Félix Enríquez Alcalá. Um episódio bastante sólido, onde descobrimos outras ramificações dos projetos da Rossum. A corporação investiu sua tecnoologia em um grupo paramilitares e descobrimos isso quando Anthony, após o término de suas obrigações para com a Dollhouse tem sua memória original reimplantada e logo que ele sai da Dollhouse é sequestrado pelos seus antigos colegas de exército. Um episódio que mostra o passado do personagem e de como a Dollhouse se apodera das pessoas de uma maneira que o desligamento total é quase impossível. Um epiódio que mostrou resultados…
Que tal assistir a primeira versão cinematográfica de Alice?
A primeira versão cinematográfica da obra de Lewis Carroll foi recentemente restaurado pelo BFI National Archive a partir de materiais severamente danificados. O filme foi realizado apenas 37 anos depois que Lewis Carroll escreveu seu romance e oito anos após o nascimento do cinema. Dirigido por Cecil Hepworth e Percy Stow, e baseado em ilustrações originais de Sir John Tenniel. A película possui apenas 12 minutos (8 dos quais sobrevivem), Alice no País das Maravilhas foi o mais longo filme produzido na Inglaterra na época. Alice in Wonderland (1903) Se você esta lendo este texto em seu email ou no leitor de feeds, assista o vídeo pelo youtube.




