Livros Chick-lit não fazem parte da minha rotina literária. Até então eu havia lido apenas um – O Diário de Bridget Jones (Helen Fielding) – e mesmo tendo gostado bastante, não voltei mais ao gênero. Foi apenas agora que abri espaço na minha agenda para outro exemplar. A lógica para inserir Melancia de Marian Keyes na lista de livros a serem lidos no ano partiu da necessidade de ler algo leve, de fácil compreensão e rápido, pois estou muito preocupada com o trabalho de conclusão de curso no momento para me dedicar a leituras muito complexas e que exija um nível de comprometimento muito alto. E de fato, o propósito foi atingido. A leitura foi agradável, rápida e leve. Um ponto de partida um tanto deprimente, admito, entretanto necessário para trazer a baila uma história de superação, maturação e autoconhecimento. Confesso que em alguns momentos fiquei com raiva de algumas personagens, pelos discursos proferidos em relação ao que estava acontecendo…




