Depois das pirraças, intrigas orkutianas promovidas por certas cabecinhas pequenas e infantis, o retorno é triunfante. A UNI$UINO$ continua a mesma, mas com evento e pessoas do Brasil todo ficou “habitável” (referindo-se ao Simpósio da ANPUH). Matando a saudade de alguns amigos de verdade (da UNI$UINO$) e econtrando novos amigos (da UFRGS). Uma farra e tanto, muito vinho, cerveja e cachaça com velhos e novos amigos. Conhecendo pessoas de todo o Brasil. Ouvindo coisas inteligentes durante o dia e coisas bizarras à noite.
Arquivos para 2007
aqui estão as borboletas
As borboletas no estômago, que insistem em voltar, estão em rebuliço. E são muitas, se multiplicando, a cada dia, mais e mais. Sentindo um forte desejo de abraçar, de pular do precipício. Sentindo medo. Arriscar tudo, sair correndo. Não posso! Mas quero. Talvez pudesse, não sei. Confusão.
Dani, do que tu precisa?
Precisando ir ao cinema. Ver um bom filme e bem acompanhada. Precisando pintar um quadro bem colorido ouvindo Beatles. Precisando dançar músicas alegrinhas, mas nem tanto. Precisando viajar em um submarino amarelo. Precisando sorrir (!) mais. Precisando me desamarrar da cadeira. Precisando fotografar a geada das manhãs frias aqui em casa. Precisando passear mais. Precisando tomar um café em uma cafeteria bem aconchegante. Precisando caminhar na grama. Precisando pegar sol no rosto. Precisando ler os livros da minha estante. E mais alguns. Precisando viajar. Pegar um ônibus e olhar a paisagem correr pela janela. Precisando abraçar. Precisando abraçar uma árvore. Precisando desenhar mais. Precisando beber uma taça de vinho ouvindo meus discos de vinil. Precisando fazer um filme. Precisando de um bichinho de estimação (de preferência uma gata). Precisando respirar. Precisando correr. Precisando sonhar. Precisando realizar meus sonhos.
Lições aprendidas:
“Nunca saia de casa sem um livro” “Nunca olhe para o relógio” “NUNCA!”
Futebol dos Filósofos
Porque Monty Phyton é simplesmente M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O-!
sem um bom título para a ocasião.
No último dia quatro de julho muitas pessoas comemoraram o famoso independence day estadunidense, outras tantas comemoraram aniversários de namoro, de casamento, comemoraram suas notas nas provas finais, sorriram para aquele que dali a alguns dias se tornaria o companheiro para o resto da vida. Eu não, eu estava de luto. Sim. Seria aniversário do meu pai se ele não tivesse sido morto sete anos atrás. Esse dia será sempre marcado como o dia em que não posso lhe dar um abraço e desejar muitos anos de vida como normalmente se faz em datas deste tipo. Em todos os cantos do mundo tem alguém feliz por esse dia, mas assim como eu, tem mais outras tantas pessoas tristes por esse ou por outros motivos. Isso poderia servir de consolo, mas não é. Primeiro porque seria egoísmo de minha parte ser consolada com o sofrimento dos outros. Segundo, porque compartilho a dor destas pessoas. Não quero que as pessoas fiquem pensando…




