Ainda choro ao lembrar das três horas maravilhosas que vivi ontem. Paul McCartney fez um show inesquecível e mágico. No momento em que ele pôs os pés no palco comecei a chorar e desde então não parei mais. Valeu a pena passar o dia na fila, ficar exausta, porque no instante em que o show começou tudo se foi e só ficou alegria, emoção. Paul é simpático, humilde, engraçado e muito, mas muito talentoso. O espetáculo de ontem foi para a vida inteira. Posso afirmar com certeza que minha vida está divida em antes e depois de Paul McCartney em Porto Alegre. Foi um dos momentos mais lindos e felizes que já vivi ou que viverei, sem dúvida. Histórico. É difícil expressar com palavras tudo o que senti (e outros milhares de gaúchos também). Foi simplesmente magnífico. Pensar que posso afirmar ter visto um dos Beatles ao vivo é sem igual. Beatles é minha banda preferida, desde muito cedo eu…
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Paul McCartney em Porto Alegre
E eu vou! Com toda a correria do TCC não pude exibir o precioso ingresso antes.
Novo tema no blog!
Apesar do abandono não intencional deste blog, eu usei um tantinho do tempo que deveria destinar ao trabalho de conclusão de curso pra mudar um bocado o tema do blog. Já estava cansada do antigo. Não ficou a melhor coisa do mundo, mas eu até gostei. O header é que ficou simples demais, mas para pensar em algo mais elaborado precisaria de um tempo muito maior (do qual não disponho). Ah, e o tema só foi possível graças a minha nova descoberta, o Artisteer. Nossa, como ele facilita a vida! E então, o que achou? Deixa um comentário com sua opinião, crítica ou sugestão. Será bem vindo.
Feliz aniversário Super Mario
Eu sou muito fã de Super Mario (e quem não é?). Para mim o melhor de todos é o Super Mario World sem sombra de dúvidas. Jogo até hoje. Nunca tive um Super Nintendo – grande frustração da minha infância – mas a internet salvou minha vida e posso jogar todos os jogos a hora que quiser no PC, e Super Mario World está ao lado de Zelda a Link to the Past no topo dos mais jogados. Em homenagem ao bigodudo e aos seus 25 anos de história, um vídeo super bacana produzido pela Nintendo dos EUA:
De como não li As Benevolentes
O Desafio Literário de Setembro era um dos que eu estava mais ansiosa para chegar (romance histórico). Infelizmente as coisas não saíram como eu esperava em vários âmbitos da minha vida (TCC atrasado, dois empregos e trabalho demais e para completar horas inúteis perdidas dentro de transportes públicos caríssimos e de péssima qualidade). Portanto, nesse mês eu não consegui completar o desafio. Minha proposta era ler As Benevolentes de Jonathan Littell (Les Bienveillantes, tradução de André Telles, Objetiva / Alfaguara, 912 páginas), entretanto, avancei muito pouco na leitura e tive de abandoná-la em favor do meu trabalho de conclusão de curso. Para não deixar de falar nada sobre a obra resolvi colocar aqui a sinopse e algumas impressões sobre o que apreendi sobre o livro. Além disso, deixo algumas indicações de textos sobre o autor e sua produção, em especial a obra que deveria ter lido. Por que eu farei isso? Porque achei a temática e a relevância da obra…
Mergulhando em Ernest Hemingway
Turbulento. Assim eu caracterizo esse segundo semestre de 2010. Finalmente escrevo a monografia de conclusão de curso, popularmente conhecido como TCC. Muita gente já sabe, mas não custa nada comentar, a fonte de pesquisa que utilizo são dois textos literários, um de Ernest Hemingway – Por Quem Os Sinos Dobram – e outro de André Malraux – A Esperança. No momento estou mergulhada em textos de e sobre Ernest Hemingaway, tentando redigir um dos capítulos da monografia. E estou gostando.




