Que 2025 nos inspire a sonhar e construir um mundo onde ninguém oprime e ninguém é oprimido. Que possamos construir coletivamente ferramentas para romper estruturas injustas e cultivar solidariedade, autonomia e igualdade. Juntas e juntos, resistimos e criamos! Feliz ano novo!
Cotidiano
♣ A vida em suas múltiplas camadas: afetos, rotinas, experimentações e desafios de ser quem se é num mundo em movimento. Aqui compartilho vivências como professora, estudante, andarilha e alguém que tenta se organizar em meio ao caos.
Atualizando: últimas coisas que fiz
Filme: Ontem (09/05/23) fui ver Pink Floyd: The Wall (1982) no Capitólio Que filme bom. Que experiência incrível poder rever esse filme no cinema. Livro: A insurreição que vem, do Comitê Invisível. Série: Ainda não terminei a temporada, mas a última série que assisti foi A league of their Own. Que série gostosinha e cheia de momentos lindos. Bem meu tipo. Peça de teatro: Eu gostaria de ir mais ao teatro. Mas esse ano, em março, eu fui no Porto Alegre em Cena em uma peça maravilhosa chamada Cárcere ou Porque as mulheres viram búfalos da Companhia de Teatro Heliópolis. Exposição: Exposição sobre cinema gaúcho no Capitólio. Música: Posso Contar Comigo, Rita Lee ♥️ Show: Rattus e Terveet Kädet, referências do hardcore/punk finlandês no Oculto Bar aqui em Porto Alegre. Teve também três bandas daqui que fizeram a abertura: Diokaine, Escöria e Subvida. Foi muito massa. Encontrei muita gente bacana, a energia estava boa demais e ainda tinha uma feirinha…
2022: adeus, bem vindo 2023
Chega o final de ano e fico nostálgica. Sempre penso em fazer uma retrospectiva e acabo não fazendo. Esse ano, finalmente, resolvi fazer e foi um excelente exercício. Vem comigo, descobrir meus pontos baixos e altos do ano, o que fiz, o que li, o que assisti e o que pretendo fazer no próximo ano. Pontos baixos Em 2022 aquilo que eu já temia ficou ainda mais evidente: saúde mental. Eu sofro mentalmente desde a adolescência e tem sido cada vez mais difícil conviver com isso. Com tantas coisas que aconteceram desde março de 2020 e a pandemia, eu tenho buscado ajuda gradualmente, em passinhos de formiga, porque primeiro preciso fazer um trabalho de autoconvencimento. Preciso me desprender dos preconceitos com a psiquiatria e com medicação antes de qualquer coisa. É um trabalho duro, mas tem funcionado. Este ano eu cheguei “no fundo do poço” não uma, mas duas vezes e achei que não terminaria 2022. Mas finalmente estou buscando…
Descansa em paz, meu eterno velhote
Domingo (20/09) o Gandalf faleceu. Era início da noite. Mais ou menos 19:30. De manhã ele estava deitado no sofá. Fazia tempo que ele não deitava no sofá, sempre procurava os lugares mais esdrúxulos para ficar: o braço do sofá, em cima do modem da internet… Mas ele estava ali, com uma cara de cansado. Como eu fazia há dias, preparei a comida dele: ração seca, ração úmida e água morna. Peguei ele no colo para levá-lo até a comida (o gato velhote já estava ficando senil e nem sempre se dava conta da comida, precisava de estímulo pra comer). Coloquei ele na frente do pratinho e… Bem, ele não conseguiu ficar de pé. Não comeu. Não se mexeu. Peguei ele no colo de novo e vi que ele estava querendo fazer cocô, estava “na portinha” como dizem as crianças. Ajudei na tarefa ingrata, massageei a barriguinha até sair. Ele não gostou. Reclamou com seu miado característico. Coloquei ele no…
gato velho, muito velho
Meu gato velho tá muito velho. Ele já é um senhorzinho de 16/17 anos de idade, que sofreu muito num gatil antes de eu adotá-lo. Ele carrega as sequelas disso até hoje. Meu gato velho tá muito velho. Isso dói no coração. Queria que ele vivesse pra sempre. Queria muito. Gandalf, fica aqui comigo pra sempre? Por favor? Meu gato velho tá muito velho. Muito velho.
Hello World! Eu voltei!
Isso mesmo. Como diz o ditado: o bom filho à casa torna. Exceto que eu não retornei pra casa, eu montei uma casa nova na rede mundial de computadores. Uma nova era. Não sei que outro jeito chamar o nascimento desse blog. Demorei mais de dois anos pra conseguir desapegar do nome trecos&trapos, blog que me acompanhou por tanto tempo, que viu as muitas fases da blogosfera nascer e morrer, que me rendeu momentos e pessoas incríveis. Mas já não era de hoje que esse nome não era mais o que eu queria do lugar que abriga meus textos, minhas fotos, minhas experimentações e minhas aventuras. O trecos & trapos vai ter sempre o espaço dele nas minhas memórias, porém eu sentia que esse nome nunca foi a melhor escolha. Eu sempre pensava que parecia nome de loja de artesanato. Apesar de adorar a descrição: colcha de retalhos. Porque no fundo é isso. Esse blog é uma colcha de retalhos…










