Estou depressiva, realmente muito triste e em clima de rito fúnebre. Minha gata amada morreu quarta-feira depois de ter ficado bastante doente na terça. Estou me sentindo culpada por adiar o veterinário para quinta de manhã e não ter dado tempo. O pior de tudo é que eu não estava em casa na hora da morte da pobrezinha. Estou me sentindo um lixo e muito culpada por não ter dado mais atenção a minha Fubá. 🙁 Espero que onde quer que ela esteja, esteja bem. Ela fará muita falta em minha vida. Nossa chorei tanto que meus olhos continuam inchados. Enterramos ela na quinta de manhã do lado de casa. Vamos plantar uma flor bem linda onde está o corpinho dela como homenagem.
Diário
muita coisa na cabeça
Ando louca, essa é a verdade. Ando com a cabeça cheia de pensamentos, as coisas acontecem de repente e eu fico meio que sem saber como agir. Meu namoro anda cada dia mais belo (hahaha); a faculdade está naquela, não, com algumas matérias extremamente fodas e outras broxantes; minha família é a mesma de sempre. Começo no estágio novo essa semana, no mesmo lugar de antes, mas com atividades bem diferentes e mais empolgantes. No momento nada de novo acontece e às vezes me sinto uma formiguinha presa na terra, Isso me assusta há algum tempo. Vamos ver o que acontece. Pelo menos estou otimista, e felizaça. Surpreendentemente estou no melhor ano da minha vida. Sorte total. Obrigada Ju e Camila pela noite de sábado, que foi perfeita!
Quero avisar que a tripulação está com fome!
Nessas últimas semanas muitas coisas aconteceram na vidinha desta que vos escreve sempre e tem muito prazer em fazê-lo. Buenas, sem rodeios quero avisar que muitas novidades estão por vir, tanto nesse domínio, que está próximo de expirar, e certamente renovarei, quanto no meu dia-a-dia. Os próximos dias serão meio turbulentos, pois estou prestes a mudar de casa e tenho muitos trabalhos e duas provas terríveis na próxima semana. Aguarde e confie!
Adeus à rebeldia de Guarnieri
Morreu na tarde de hoje na capital o ator e dramaturgo Gianfrancesco Guarnieri, de 71 anos. Internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 2 de junho com insuficiência renal, ele estava sedado desde quinta-feira. Em 1958, aos 24 anos, Guarnieri mudou os rumos da dramaturgia brasileira com a obra “Eles Não Usam Black-Tie”, que explorava as relações trabalhistas a partir de uma greve de operários. Essa peça é uma das minhas preferidas, já encenei fazendo o mesmo papel que Fernanda Montenegro fez na adaptação para o cinema, a matriarca da família. E como ator, foram outras dezenas de criaçães inesquecíveis no teatro, cinema e televisão. E ainda escreveu mais de 20 peças, sem contar episódios para casos especiais ou seriados.




