No último dia quatro de julho muitas pessoas comemoraram o famoso independence day estadunidense, outras tantas comemoraram aniversários de namoro, de casamento, comemoraram suas notas nas provas finais, sorriram para aquele que dali a alguns dias se tornaria o companheiro para o resto da vida. Eu não, eu estava de luto. Sim. Seria aniversário do meu pai se ele não tivesse sido morto sete anos atrás. Esse dia será sempre marcado como o dia em que não posso lhe dar um abraço e desejar muitos anos de vida como normalmente se faz em datas deste tipo. Em todos os cantos do mundo tem alguém feliz por esse dia, mas assim como eu, tem mais outras tantas pessoas tristes por esse ou por outros motivos. Isso poderia servir de consolo, mas não é. Primeiro porque seria egoísmo de minha parte ser consolada com o sofrimento dos outros. Segundo, porque compartilho a dor destas pessoas. Não quero que as pessoas fiquem pensando…
Diário
borboletas
As borboletas do meu estômago estão voando serelepes lá dentro, de um lado para outro, felizes, me deixando em estado de nervos. Não tenho conseguido dormir direito, tensiono todas as partes do meu corpo. E sei porque. A cabeça está cheia. Cheia de pensamentos, cheia de ideias, cheia de vontades e desejos. Cheia de lembranças e possibilidades…
mais um ano que se passa…
E hoje é dia de mudar ali na descrição ao lado a minha idade. Os 22 anos já eram, agora são 23 e o tempo continua passando. Ai que saudade dos tempos pueris onde tudo era felicidade e brincadeira!
no que ando pensando…
tradição umbu, material lítico, sistema de assentamento, projeto, histórico da pesquisa, arte rupestre, gruta, economizar, leitura, estudar, vale do caí, petróglifos, sepultamento, antropologia física, etno arqueologia, sol, história indígena, etno história, presente, passado, arqueologia…
o almoço!
Os arqueólogos aspirantes ao entorno da mestra Adriana. Um viva aos caçadores coletores. Outro viva à Fernanda que possibilitou esse encontro degustativo em seu condomínio.
da série estresses do dia-a-dia
Acredito eu que ando um pouco ácida demais ultimamente. Não sei bem porque, meu nome anda sendo ódio. To revoltada mesmo, querendo sumir do mapa. Preciso de férias da minha vida. Acho que isso só vai parar realmente quando não estiver mais morando aqui.




