Buenas, depois de tanto sumiço por motivos mais do que justos (férias), volto com todo o gás para acompanhar o monte de coisas que 2007 têm à oferecer para mim e para o sítio… Antes de mais nada quero dizer que a virada de ano foi muito divertida, pois passei ao lado de grandes amigos! Então o primeiro livro do ano foi O Senhor dos Aneis – As Duas Torres. E já estou no fim do último da trilogia. O primeiro filme de 2007 não poderia ser melhor: V de Vingança. Um dos melhores filmes dos últimos tempos (exagerada?). Fui o primeiro destaque de 2007 no Templates da Lua Computador novo, televisão nova, quarto novo… Posso dizer que nada ruim aconteceu comigo, ainda, apesar de tanta tragédia atingindo tantos lugares e pessoas, eu não fui vitimada por nenhuma delas. O que não quer dizer que eu não tenha compaixão por essas pessoas e não tente encontrar soluções para esses problemas…
Reflexões
♣ Escrever para entender. Escrever para lembrar. Escrever para resistir. Um espaço para memórias, pensamentos e divagações.
Justificativas
Como não é do meu costume abandonar o blog, nem postar no estilo “diário”, resolvi apenas citar o que ando fazendo para justificar minha ausência. Em primeiro lugar as aulas terminaram e fui bem em tudo: Arqueologia A: A Arqueologia I – A: A História da Idade Média Oriental A: B História do Brasil III A: A Introdução à Arte: A Pré-História Brasileira: B Pondo em dia as leituras, isso inclui literatura, HQs e livros de história, filosofia e arte a tempos esperando na fila.
Frases
Hoje, assim que terminei o último trabalho da faculdade, resolvi procurar um disquete bom para gravá-lo e poder imprimir em alguma lan house. E eis que “redescubro” estas frases, escritas há um tempo desconhecido (só se sabe que é muito), em uma espécie de brincadeira que tinha no sítio oficial da Marisa Monte: Involuntários, pulsa planos toas as manhãs ao meu lado. Numa boa, é estranho, ainda lembro, estar à toa, você sabe, todos, sim. Foi bastante divertido encontrar essa frase formada a partir de impulsos e cliques e escolha aleatórias de palavras que deram tão certo!
Língua é para falar e para brincar… (entenda como quiser!)
A língua portuguesa é linda. E mesmo com todas as regras e com todas as suas variantes da língua falada, da língua escrita o bom é aprender para poder brincar. Seja qual das opções escolher como legítima, brinque com ela, use todas as possibilidades, invente outras e ainda mais: sinônimos são feitos para serem usados. E é por isso que é lindo ler um poema com tantas palavras que nos parecem novas, ler um romance com todas aquelas construções maravilhosas. É o mais lindo da língua portuguesa, inglesa, francesa, espanhola, árabe, chinesa… Saber brincar com as palavras, sem se importar se é essa ou aquela variante da língua que estamos usando, o importante é ser universal no particular!
por mais que o mundo mude
Por mais que os costumes se modifiquem, as pessoas se transformem, a moda se atualize, as guerras se modernizem, as drogas avancem ou por mais que a sociedade capitalista aumente o egocentrismo no ser humano eu não vou deixar de ser quem eu sou. Se eu não defender as coisas que eu gosto, penso e acredito, quem vai me respeitar?
oh dúvida, oh céus, oh azar!
Tristeza repentina. A bem da verdade, não sei se tristeza é a palavra correta. Talvez nostalgia, e todo o encanto que estas sílabas carregam, tenha mais sentido para o devir dos acontecimentos. A vontade de chorar e o nó na garganta característico, as borboletas no estômago e a saudade tomaram conta de cada instante do meu fim de dia… Tudo isso porque hoje alguém me reconheceu. Não um reconhecimento qualquer, um reconhecer bobo e que deveria ser estimulante. Mas ao subir no ônibus, a caminho da UFRGS, o motorista diz: “Tu faz teatro? Eu te vi uma vez em uma peça!”. Aquilo caiu como uma bomba, a simples e ingênua pergunta me jogou contra a parede e em um ato de “descoragem” (eu sei que essa palavra não existe! Mas eu queria dizer exatamente isso, porque “covardia” não é o termo que eu quero) eu menti. Respondi que sim, escondi que não faço mais teatro há um ano. Que abandonei…




