No último fim de semana finalizei o trabalho de conclusão de curso para obter o grau de licenciada em História na UFRGS. Pois bem, de agora até fevereiro de 2011, quando houver a cerimônia de colação de grau e finalmente ter obtido meu diploma de graduação, vivenciarei um período de transição, adaptação. Então, terei completado um ciclo que durou sete anos. Sete anos desafios e escolhas. Sete anos, duas universidades, uma graduação e muitos amigos, aprendizados e experiências. Agora vivo a nostalgia. Todas as noites, antes de dormir, lembro dos momentos, bons e ruins, que vivi ao lado dos colegas e professores. Das provas, trabalhos, bolsas de pesquisa e estágios. Tudo isso fez parte da fase mais marcante da minha vida. É o fim de uma era. Em fevereiro começa outra: com a procura por emprego, agora com o diploma (chega de estágio!), a vida adulta de verdade, sem a desculpa de ser estudante, novos desafios, novas escolhas, novos aprendizados,…
Estudando
♣ a jornada da pesquisa, das leituras e da vida acadêmica.
Mergulhando em Ernest Hemingway
Turbulento. Assim eu caracterizo esse segundo semestre de 2010. Finalmente escrevo a monografia de conclusão de curso, popularmente conhecido como TCC. Muita gente já sabe, mas não custa nada comentar, a fonte de pesquisa que utilizo são dois textos literários, um de Ernest Hemingway – Por Quem Os Sinos Dobram – e outro de André Malraux – A Esperança. No momento estou mergulhada em textos de e sobre Ernest Hemingaway, tentando redigir um dos capítulos da monografia. E estou gostando.
Professora Daniela? – O que aprendi e o que espero da (e na) sala de aula.
Foram alguns anos esperando até que chegasse finalmente a hora derradeira. Pode parecer exagero, mas desde o momento em que decidi o curso que faria na universidade eu sabia que a hora de dar aula seria esperada com ansiedade. Agora, mais perto do que nunca de pisar em uma sala de aula experimentando o outro lado, uma série de perguntas afloram incessantemente. O que fazer? Como fazer? Será que eu consigo? Será que eu tenho competência para ser professora? Para ser professora de História? O ensino de história na escola serve para que, afinal? São tantas perguntas e poucas respostas. Ensinar História é uma tarefa de grande responsabilidade. A história na escola não pode ser definida da mesma maneira como na academia. Ela tem propósitos e metodologias próprias. A dinâmica da sala de aula de um professor do ensino básico é muito diferente da dinâmica de um professor em uma sala de aula universitária. E aqui não existe nenhuma tentativa…
Agosto
Agosto, o mês do desgosto. Ou ainda o mês do cachorro louco. Frases da cultura popular para designar esse mês frio e cinza (pelo menos essa é a minha percepção do oitavo mês de nosso calendário). E segunda-feira, quatro de Agosto, teve início as aulas de mais um semestre na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e em mais 95% das instituições de ensino superior espalhados por esse país afora (número completamente aleatório, porque eu realmente não sei quando começam as aulas no Acre ou em Roraima). E como sou uma aluna bem aplicada vou a todas as aulas da primeira semana ouvir o que os professores das disciplinas em que estou matriculada tem a dizer sobre o que podemos esperar do semestre. E antes mesmo da metade da semana já descobri que esse semestre não será nada fácil. Estou matriculada em seis disciplinas, já tive aula em três delas e duas são extremamente teóricas e com uma carga…
Curtindo nas férias.
Depois das pirraças, intrigas orkutianas promovidas por certas cabecinhas pequenas e infantis, o retorno é triunfante. A UNI$UINO$ continua a mesma, mas com evento e pessoas do Brasil todo ficou “habitável” (referindo-se ao Simpósio da ANPUH). Matando a saudade de alguns amigos de verdade (da UNI$UINO$) e econtrando novos amigos (da UFRGS). Uma farra e tanto, muito vinho, cerveja e cachaça com velhos e novos amigos. Conhecendo pessoas de todo o Brasil. Ouvindo coisas inteligentes durante o dia e coisas bizarras à noite.
o bom filho a casa torna!
Após passada a crise existencial das primeiras semanas, vivendo com o estigma de ter feito 23 anos, acabo de cair em outra crise, também existencial, mas de caráter acadêmico. Amo arqueologia, e isso todo mundo sabe. Estudo bastante esse tema, mas o leque de possibilidades teórico metodológicas que ela te abre é tão imenso que estou sem saber pra onde ir. A etno arqueologia tem me fascinado um bocado, estou pendendo bastante pra esse lado, mas ainda é cedo pra decidir. Espero que mais essa crise não interfira nas outras esferas da minha vida. Sendo o ato de blogar uma das minhas atividades preferidas, realmente desejo não o deixar as traças! Um beijo bem estalado na bochecha de cada um que me desejou felicidades pela data ‘tão querida’ e voltem sempre. Serão sempre bem vindos!





