Atravessou a rua com pressa, sem nem olhar para os lados. Caminhou de encontro aos transeuntes e seguiu afobada. Com o coração na mão. Entrou naquela livraria pequenina na esquina. Encontrou quem procurava. Olhou, se aproximou e abriu timidamente a boca para dizer “oi”. A resposta veio com surpresa. Oi! Beijaram-se. Nada mais importava.
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Love story
— Grrrrrrrrrrrr. — Socorro! Socorro! — Não minha senhora, eu não queria assustá-la, eu vim aqui declarar meu amor por você. — Socorro! Socorro! … Anh? — Isso mesmo, eu estou apaixonado, perdidamente apaixonado senhorita Helena Maria. — Óh! Mas como pode ser, eu nem o conheço. — Permita que eu me apresente: Sou Antônio Augusto, contador e nas horas vagas faço pontas como animal desvairado que come gente nos filmes de Hollywood, às suas ordens. — Muito prazer senhor Antônio Augusto. Como já sabe meu nome não é necessário que me apresentes, não é? — É claro madame. Posso cometer a ousadia de lhe convidar para um café? — Claro.





