Bem vind@ ao Mr. Postman! Esse é um meme criado pela Kristi, do The Story Siren, no qual mostrarei tudo o que recebi, comprei ou ganhei durante a semana. O vídeo dessa semana está super curtinho, tempo de vacas magras. Espero que goste, mesmo assim. Link Direto Livros citados: Nunca fui a garota papo-firme que o Roberto falou, Cristiane Lisbôa (resenha) Olhai os lírios do campo, Erico Veríssimo (lendo)
Arquivos para julho 2011
Links Love #7
1. Eu sou dependente do Tu. E no blog da Cia das Letras a escritora Carol Bensimon deu um depoiemtno sobre o uso do Tu. Aqui no RS é assim, não falamos você, é tu mesmo. 2. Ainda no maravilhoso blog da Cia das Letras tem um texto ótimo sobre Vanessa Barbara comenta sobre grifar ou não os livros (e qual é a melhor forma de fazer isso). 3. Enquanto que no blog A Biblioteca de Raquel, no na página do Estadão, Raquel Cozer traz um vídeo sobre anotações nas margens de livros em plena era dos tablets. 4. No Banana Craft tem um texto muito bacana sobre Eco-Craft, vale a pena. 5. Ea Gabi do blog casa da Gabi postou um texto muito bacana sobre o #lingerieday.
Novidades de Doctor Who
Que eu amo Doctor Who já deve ter ficado claro por aqui. Então é óbvio que fico ligada em todas as novidades sobre essa série que é minha preferida atualmente. Pois então, no painel de Doctor Who na Comic Con de San Diego teve lançamento do trailer de Let’s Kill Hitler, o primeiro episódio da segunda metade da sexta temporada, que volta dia 27 de agosto na Inglaterra e nos Estados Unidos. In-crí-vel! E para as futuras aulas de história: quem foi o Centurião Romano que socou Hitler na cara? Confere aí: Link Direto E Karen Gillan revelou que voltará para a sétima temporada de Doctor Who. Ela, durante as entrevistas no pós painel da Comic Con, disse: “Eu vou voltar, sim. É a primeira vez que digo isso, é exclusivo, hein!” A companheira do querido Doutor, Amy Pond, é maravilhosa e eu estava triste com a possibilidade de ela não voltar. Mas ainda não sei se ela volta como companheira ou…
Areia nos Dentes, de Antônio Xerxenesky
Livro de faroeste com zumbis. Sim, para impressionar já de antemão. Como o Daniel Galera falou na primeira linha da orelha do livro: “Se tem zumbi no meio, só pode ser bom”. Acho essa frase muito verdadeira, com raríssimas exceções. E Areia nos Dentes definitivamente não é uma excessão. O livro está aí para confirmar que história com zumbi é boa de ver, de ler e de contar. Xerxenesky usa e abusa das referências cinematográficas para compor seu cenário inusitado: o oeste, aquele velho oeste de filme americano (seja ele filmado na Itália ou na Espanha, ou não). Confesso que o gênero de filmes nunca foi meu forte, que vi apenas o primeiro dos filmes da trilogia dos dólares e, que apesar da paixão pela trilha sonora, eu tive de revê-lo, pois da primeira vez eu dormi. Sim, eu gostei muito do filme, mas ainda não criei coragem para retomá-los. Mas nem só de referência cinematográfica vive o primeiro romance de Xerxenesky….
Harry Potter, the end.
Eu já contei por aqui que sou apaixonada por Harry Potter e como isso aconteceu: tardiamente e depois de um longo período de preconceito literário com os livros de J. K. Rowling. Contei que li os sete livros em dois meses, que devorei cada página e saboreei cada aventura e prova de amizade do trio Harry, Hermione e Rony, que me diverti com Snape, que chorei com eles, com cada morte. Nessa aventura de sete anos e sete livros dos bruxos e dos trouxas eu embarquei muito recentemente. E mesmo assim me apaixonei de tal forma que posso me considerar uma fan. Quando comecei a ver os filmes, logo depois de ter lido os livros, achava cada um melhor que o outro. Que eles conseguiam transpor para a tela todos os sentimentos que tinha com as páginas dos livros. Ler o sétimo e último livro deixou uma saudade imenso de todos os personagens, da narrativa gostosa e dos cenários fantásticos, de Hogwarts e de tudo o mais….
Garota papo-firme
Então que ontem foi o lançamento do livro Nunca fui a garota papo-firme que o Roberto falou, de Cristiane Lisbôa (referência a um canção de Roberto Carlos). E foi super bacana. A moça esbanjou simpatia, ganhei um exemplar do livro, marca-página exclusivo para o lançamento, autógrafo e ainda assisti o pocket show da Gisele de Santi, que terminou com surpresa: ela transformou em canção um dos micro contos de Cristiane, Mas naquele tempo eu não sabia (p. 21) , que ficou muito lindo. Gisele foi um espetáculo à parte. Com uma voz absolutamente linda, me encantou desde a primeira até a última canção. Mas a noite foi de Cris Lisbôa, merecidamente. Hoje de tarde me sentei na cama, aninhada com a Starbuck, com o livro na mão e muita expectativa. O livro é bem pequenino, tem pouco mais de 60 páginas, formato pocket, e uma capa cor de rosa simples e elegante. A diagramação é muito bacana, também simples e…






