Livro de faroeste com zumbis. Sim, para impressionar já de antemão. Como o Daniel Galera falou na primeira linha da orelha do livro: “Se tem zumbi no meio, só pode ser bom”. Acho essa frase muito verdadeira, com raríssimas exceções. E Areia nos Dentes definitivamente não é uma excessão. O livro está aí para confirmar que história com zumbi é boa de ver, de ler e de contar. Xerxenesky usa e abusa das referências cinematográficas para compor seu cenário inusitado: o oeste, aquele velho oeste de filme americano (seja ele filmado na Itália ou na Espanha, ou não). Confesso que o gênero de filmes nunca foi meu forte, que vi apenas o primeiro dos filmes da trilogia dos dólares e, que apesar da paixão pela trilha sonora, eu tive de revê-lo, pois da primeira vez eu dormi. Sim, eu gostei muito do filme, mas ainda não criei coragem para retomá-los. Mas nem só de referência cinematográfica vive o primeiro romance de Xerxenesky….
Arquivos para 2011
Harry Potter, the end.
Eu já contei por aqui que sou apaixonada por Harry Potter e como isso aconteceu: tardiamente e depois de um longo período de preconceito literário com os livros de J. K. Rowling. Contei que li os sete livros em dois meses, que devorei cada página e saboreei cada aventura e prova de amizade do trio Harry, Hermione e Rony, que me diverti com Snape, que chorei com eles, com cada morte. Nessa aventura de sete anos e sete livros dos bruxos e dos trouxas eu embarquei muito recentemente. E mesmo assim me apaixonei de tal forma que posso me considerar uma fan. Quando comecei a ver os filmes, logo depois de ter lido os livros, achava cada um melhor que o outro. Que eles conseguiam transpor para a tela todos os sentimentos que tinha com as páginas dos livros. Ler o sétimo e último livro deixou uma saudade imenso de todos os personagens, da narrativa gostosa e dos cenários fantásticos, de Hogwarts e de tudo o mais….
Garota papo-firme
Então que ontem foi o lançamento do livro Nunca fui a garota papo-firme que o Roberto falou, de Cristiane Lisbôa (referência a um canção de Roberto Carlos). E foi super bacana. A moça esbanjou simpatia, ganhei um exemplar do livro, marca-página exclusivo para o lançamento, autógrafo e ainda assisti o pocket show da Gisele de Santi, que terminou com surpresa: ela transformou em canção um dos micro contos de Cristiane, Mas naquele tempo eu não sabia (p. 21) , que ficou muito lindo. Gisele foi um espetáculo à parte. Com uma voz absolutamente linda, me encantou desde a primeira até a última canção. Mas a noite foi de Cris Lisbôa, merecidamente. Hoje de tarde me sentei na cama, aninhada com a Starbuck, com o livro na mão e muita expectativa. O livro é bem pequenino, tem pouco mais de 60 páginas, formato pocket, e uma capa cor de rosa simples e elegante. A diagramação é muito bacana, também simples e…
Mr. Postman #21
Bem vind@ ao Mr. Postman! Esse é um meme criado pela Kristi, do The Story Siren, no qual mostrarei tudo o que recebi, comprei ou ganhei durante a semana. Mais uma edição do Mr. Postman recheado de livros super bacanas. E perdoem minha memória defeituosa que me fez esquecer o nome do livro da promoção aqui do blog! Já era a terceira tentativa de gravar e o erro foi lá no final. Deu uma preguiça de gravar de novo… De qualquer forma, tem link logo abaixo do vídeo para vocês conferirem e participarem. Link Direto No ar: * PROMOÇÃO: Nunca fui a garota papo-firme que o Roberto falou, de Cristiane Lisbôa, participe! Muito obrigada: * Mônica Carneiro – Ler é o melhor lazer
Links Love #6
1. O Alessandro Martins fez uma bela reflexão sobre a arte e seus espaços: a arte deveria permitir mais ou proibir mais? 2. Essa semana o grupos Anonymous sofreu uma série de represálias tanto no meio virtual como no real, tem um artigo super bacana sobre isso lá no Garotas Nerds. 3. O Tele Séries fez um texto sobre amigos com benefícios para comemorar o Dia do Amigo e mostrou alguns casais da ficção que se aventuraram nessa amizade colorida. 4. A Câmara de um cidade inglesa distribui panfleto sobre como reagir em caso de ataque de zumbis.
Nunca fui a garota papo-firme que o Roberto falou
Nunca fui a garota papo-firme que o roberto falou, de Cristiane Lisbôa, é um livro de palavras roubadas. É o que a autora diz: “algumas palavras deste livro foram deliberadamente roubadas. De Caetano Veloso, Marcelo Camelo, Luis Melodia, Sylvia Machete, Marisa Monte, Elis Regina, Vinicius de Moraes e tantos outros cantantes que bailam na minha opção randômica. E impedem que a vida caia na sua mais completa mediocridade”. São 56 pequenos contos reunidos para falar de amor. Cristiane Lisbôa acaba de voltar de São Paulo, onde viveu por 10 anos. Foi repórter da RS, da revista MTV. De volta aos pampas ela trabalha agora na revista Noize. A autora gaúcha já escreveu “Deles e quase o resto“, “Papel-manteiga para embrulhar segredos: cartas culinárias” e “Sylvia não sabe dançar“. E nessa segunda-feira ela lança em Porto Alegre o livro Nunca fui a garota papo-firme que o roberto falou (no Skoob) lá na Saraiva do Shopping Praia de Belas. Com orelha da maravilhosa Fernanda Takai e projeto…






