Nota publicada no Estratégia & Análise semana passada: A nova abordagem para o Tango Argentino vem da França Gotan Project surge quatro décadas depois de Astor Piazzola inserir elementos do jazz e da música erudita no ritmo argentino. O grupo cujo nome inverte as sílabas da palavra tango reinventa a música eternizada por Carlos Gardel. Um dj francês, Phillip Solal, um músico suíço, Cristoph Müller, e um guitarrista argentino, Eduardo Makaroff compõem este coletivo que nasce em Paris, França, mas cujas raízes remontam primariamente à América do Sul, mais precisamente à Argentina, uma das pátrias do Tango. O grupo faz uma síntese inédita com a música eletrônica. E o elemento que permite essa união é o dub jamaicano. Produziram e lançaram em 2000 dois EPs sem grandes expectativas, “El Capitalismo Foraneo” e “Tríptico”. No entanto, ganham relativa notoriedade na cena musical européia. Com o primeiro álbum, La Revancha del Tango, de 2001, lançam o que se pode chamar de um manifesto…
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Volta Björk
Mais um trocadilho pra quinta-feira. Hoje no Disquinho de Quinta tem Björk, com o disco mais recente: Volta. A cantora Islandesa que estuda música desde os cinco anos, gravou o primeiro disco aos 11, já participou de bandas como Tappi Tíkarrass e Sugarcubes esteve no Brasil esse ano pela terceira vez. Ela veio para o Tim Festival, apresentando a turnê de Volta. E eu fiquei com um gostinho de quero mais e pedindo: Volta Björk! A artista multimídia tem lugar garantido em TODAS as minhas playlists. E com a intenção de compartilhar um pouco da minha paixão que disponibilizo o link para download deste belíssimo disco. Björk – Volta (2007) Download (link encontrado no Síncope)
Estratégia & Análise # 2
Hoje é dia de republicar aqui a minha nota do Estratégia & Análise. Desta vez o assunto foi Teatro do Chat, então eu reelaborei um texto já publicado aqui no trecos&trapos. Teatro do Chat: uma nova proposta de discussão dos problemas urbanos O Teatro do Chat (projeto integrante da mostra Zona Franca da já encerrada 6ª Bienal do Mercosul) é uma proposta de trocas de idéias, uma arena pública de discussão acerca de temáticas urbanas onde o elemento virtual é de extrema importância. Com o objetivo é pensar o espaço público e trocar cenários, o coletivo m7red, composto por Mauricio Corbalán e Pio Torroja, escolheu a cidade de Porto Alegre. A discussão envolve o centro da cidade e os projetos da Prefeitura de POA para figurar os debates na sala dedicada ao projeto no Cais do Porto. Dentre os projetos alvo de discussões estão: os camelôs do centro e o Camelódromo, a Revitalização do Centro, os Portais da Cidade e a…
Disquinho de Quinta
Com esse trocadilho dou inicio a mais uma categoria do blog, ou coluna, como preferir. A expressão de quinta designa algo de quinta categoria, inferior. No entanto, aqui no trecos&trapos tem um singelo significado: o disco das quintas-feiras! Isso mesmo, toda quinta-feira colocarei aqui um link para download de algum disco que eu goste muito, mas muito mesmo! E para iniciar tal empreitada escolhi Os Mutantes com seu primeiro disco (homônimo) de 1968. “Os Mutantes é uma banda brasileira formada no ano de 1966, em São Paulo, por Arnaldo Baptista (baixo, teclado, vocais), Rita Lee (vocais) e Sérgio Dias (guitarra, baixo, vocais). Foram um dos grupos mais dinâmicos, talentosos e radicais da era psicodélica. Um trio de experimentalistas musicais, a banda inovou no uso de feedback, distorção e truques de estúdio de todos os tipos.” (Wikipédia) Os Mutantes – Os Mutantes (1968) 01 Panis et Circenses – (Gilberto Gil / Caetano Veloso)02 A minha menina – (Jorge Ben) 03 O…
Nota Estratégia & Análise #1
Nota escrita por mim e publicada originalmente na página Estratégia e Análise. Buscando sair dos regionalismos, foi encerrada a 6ª edição da Bienal Eu, Daniela Soares, a partir de hoje terei um espaço reservado para escrever sobre cultura aqui na página Estratégia e Análise. Começo então com o evento mais recente da cidade de Porto Alegre. No domingo, 18 de novembro, encerraram as exposições da sexta edição da Bienal de Artes Visuais do Mercosul em Porto Alegre. Essa edição foi cheia de novidades, mais internacional do que propriamente da região que dá nome ao evento. A proposta original dessa edição era criar uma exposição desde os países do Mercado Comum do Sul. Com uma quantidade de obras e artistas bem menor do que nos anos anteriores o curador Gabriel Pérez-Barreiro chamou cinco nomes para cuidar de mostras específicas descentralizando a tradicional figura que desempenhou. Pegando emprestado o título de um conto de Guimarães Rosa, a 6ª Bienal teve como mote “A Terceira…




