Precisando ir ao cinema. Ver um bom filme e bem acompanhada. Precisando pintar um quadro bem colorido ouvindo Beatles. Precisando dançar músicas alegrinhas, mas nem tanto. Precisando viajar em um submarino amarelo. Precisando sorrir (!) mais. Precisando me desamarrar da cadeira. Precisando fotografar a geada das manhãs frias aqui em casa. Precisando passear mais. Precisando tomar um café em uma cafeteria bem aconchegante. Precisando caminhar na grama. Precisando pegar sol no rosto. Precisando ler os livros da minha estante. E mais alguns. Precisando viajar. Pegar um ônibus e olhar a paisagem correr pela janela. Precisando abraçar. Precisando abraçar uma árvore. Precisando desenhar mais. Precisando beber uma taça de vinho ouvindo meus discos de vinil. Precisando fazer um filme. Precisando de um bichinho de estimação (de preferência uma gata). Precisando respirar. Precisando correr. Precisando sonhar. Precisando realizar meus sonhos.
Lições aprendidas:
“Nunca saia de casa sem um livro” “Nunca olhe para o relógio” “NUNCA!”
Futebol dos Filósofos
Porque Monty Phyton é simplesmente M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O-!
sem um bom título para a ocasião.
No último dia quatro de julho muitas pessoas comemoraram o famoso independence day estadunidense, outras tantas comemoraram aniversários de namoro, de casamento, comemoraram suas notas nas provas finais, sorriram para aquele que dali a alguns dias se tornaria o companheiro para o resto da vida. Eu não, eu estava de luto. Sim. Seria aniversário do meu pai se ele não tivesse sido morto sete anos atrás. Esse dia será sempre marcado como o dia em que não posso lhe dar um abraço e desejar muitos anos de vida como normalmente se faz em datas deste tipo. Em todos os cantos do mundo tem alguém feliz por esse dia, mas assim como eu, tem mais outras tantas pessoas tristes por esse ou por outros motivos. Isso poderia servir de consolo, mas não é. Primeiro porque seria egoísmo de minha parte ser consolada com o sofrimento dos outros. Segundo, porque compartilho a dor destas pessoas. Não quero que as pessoas fiquem pensando…
e o mês de junho acabou…
…e com ele se foram as festas juninas (que por sinal não fui em nenhuma), as aulas de verdade (agora é finalização, provas e entregas de trabalhos), o outono, entre tantas outras coisas das quais não recordo mais. Os filmes embaixo do cobertor, comendo pipoca foram tantos: Amém., Johnny e June, Ultra Violeta, Garotas do ABC, A igualdade é Branca, Monty Python em O Sentido da Vida, Tudo Acontece em Elizabethtown, Camelos Também Choram, Garota da Vitrine, Crash no Limite, 2001 Maníacos, Hooligans. Agora é viver julho intensamente, as férias, as leituras de férias (que são as melhores!), os filmes, as saídas, os chocolates quentes e o inverno! E finalmente a 5ª versão do weblog está pronta. Não é lá grandes coisas, estilo retrô, old school. Eu gostei, é o que importa. Imagens todas feitas por mim. No header é uma fotografia que eu tirei da Usina do Gazômetro em Porto Alegre e fotos me by me (manipuladas no photoshop…
Relatório das Vivências do curso de Mediador da 6ª Bienal
O grupo em que estava inserida para as vivências do curso de Mediador ficou designado para trabalhar na Escola Porto Alegre, a EPA. Eu, a Manoela e a Maura trabalhamos com os grupos dois e três. O primeiro dia de vivências foi apenas uma conversa com os alunos de ambos os grupos para nos conhecermos e combinarmos os próximos encontros. Neste dia tivemos acompanhamento dos professores dos grupos e do Diretor Amilton. Aproveitamos para perguntar sobre as Bienais anteriores e sobre exposições de arte. Além disso, conversamos sobre o tipo de exposição que eles mais gostavam de visitar e a resposta foi unânime: instalação e vídeo-arte. Foi a partir da conversa do primeiro dia que pudemos organizar e esclarecer pontos para serem discutidos e apresentados nos encontros seguintes. Foi a oportunidade para escolher os exercícios e as maneiras que aplicaríamos conforme o perfil das turmas. Selecionamos o exercício baseado nos trabalhos do M7red para o grupo três. Adaptamos o exercício,…




