Por mais que os costumes se modifiquem, as pessoas se transformem, a moda se atualize, as guerras se modernizem, as drogas avancem ou por mais que a sociedade capitalista aumente o egocentrismo no ser humano eu não vou deixar de ser quem eu sou. Se eu não defender as coisas que eu gosto, penso e acredito, quem vai me respeitar?
domingão libertário
O projeto DOMINGÃO LIBERTÁRIO faz sua última atividade neste ano: um bate-papo sobre “Capoeira Angola e a Resistência Negra” com o grupo Zimba e convidados. Para lembrar de Zumbi dos Palmares e do 20 de novembro, dia da consciência negra. Domingo 26 de novembro na sede federal (Lopo Gonçalves, Cidade Baixa, Porto Alegre/RS) às 15 horas Participe e difunda este convite! 😀 Obs.: Não haverá programação ao final de dezembro. Em 2007, DOMINGÃO LIBERTÁRIO, no seu segundo ano, com mais atrações de cultura e formação.
oh dúvida, oh céus, oh azar!
Tristeza repentina. A bem da verdade, não sei se tristeza é a palavra correta. Talvez nostalgia, e todo o encanto que estas sílabas carregam, tenha mais sentido para o devir dos acontecimentos. A vontade de chorar e o nó na garganta característico, as borboletas no estômago e a saudade tomaram conta de cada instante do meu fim de dia… Tudo isso porque hoje alguém me reconheceu. Não um reconhecimento qualquer, um reconhecer bobo e que deveria ser estimulante. Mas ao subir no ônibus, a caminho da UFRGS, o motorista diz: “Tu faz teatro? Eu te vi uma vez em uma peça!”. Aquilo caiu como uma bomba, a simples e ingênua pergunta me jogou contra a parede e em um ato de “descoragem” (eu sei que essa palavra não existe! Mas eu queria dizer exatamente isso, porque “covardia” não é o termo que eu quero) eu menti. Respondi que sim, escondi que não faço mais teatro há um ano. Que abandonei…
isso faz a gente se perder, às vezes, no que é real e no que é fantasia
Tenho uma pilha de livros na escrivaninha. Uma pilha de livros para ler: livros para resenhar, livros para a monografia, livros para indicar, livros para passar o tempo. Entre tantos títulos (de Tolkien à Erico Veríssimo, de André Prous à Foucault, de LeGoff a Noam Chomsky), no meio de uma pilha qualitativa, escolhi comprar mais alguns para deleite meu e indignação de outros. Sim, eu passo na Feira do Livro quase todos os dias. O que posso fazer, eu trabalho ali do ladinho… Além disso, encontrei o número 1 da tão falada revista piauí! Se comprei? Sem pensar duas vezes. A número dois já estava na banca, mas resolvi comprar a primeira, sabe como é: mania de colecionar tudo, começar sempre do primeiro (I’m crazy, yes!). Fim de semana trancada em casa pra dar conta dos estudos mais que atrasados, afinal de contas não posso me dar ao luxo de ler só por diversção, apesar de que a obrigação universitária…
meu peito é de sal de fruta fervendo num copo d’água
Susto, surpresa, misto de confusão com alegria! Sim, uma coisa muito boa aconteceu. O que? Ora, ainda não sabe? Este humilde blogue é revelação, isso mesmo, revelação no Deletéria, a mais famosa e chiquetésima comunidade de webdesigners da internet.
fatos indecentes
Com a nova fase beatlemaníaca do lay deste humilde blog, percebo como as pessoas estão ligadas ao novo, ao cheiro de fralda de nenê. Bastou a única novidade do visual para os comentários triplicarem seu número. Na verdade nem sei porque isso me surpreende, pois eu mesma já o fiz, entrava no blog de alguém, abandonado coitado, e quando tinha um post novo super interessante ou um novo lay eu comentava toda feliz e faceira. Ainda bem que as novidades para este blog não pararam no layout, acrescentei um plugin bacana de mood, que eu adoro desde o Live Journal, e já estou criando a nova página inicial, muito mais atrativa, com conteúdos relacionados e tudo mais. E o mais bacana é o Photoshop CS 2 9.0 que acabei de instalar… Não caibo em mim de alegria e ainsiedade para criar algo super chiquéeeerrimo. Como sempre, despeço-me com um pingo de tristeza. Uma boa noite e até mais.




