Lendo os feeds nesta tarde me deparei com uma pequena matéria que saiu na Folha de São Paulo, compartilhada pelo Tiago sobre o uso de bicicletas ergométricas para gerar energia em um cinema da Lituânia. Achei a ideia genial, ainda mais por já ter pensado coisas parecidas em vários momentos. Toda vez que eu pedalava uma ergométrica na academia eu pensava: toda essa energia que estou criando deveria servir para alguma coisa, ao invés de apenas colaborar pera o egoísta intuito de perder calorias. O movimento que fazemos ao pedalar uma bicicleta gera muita energia e sua utilização em diversos ambientes e situações pode reduzir o consumo de energia elétrica. Seria tão bacana se toda bicicleta ergométrica viesse com um gerador de energia acoplado. O quanto de energia criaríamos? As academias seriam capazes de auto sustentarem-se no que diz respeito a energia elétrica? Isso eu não sei dizer, mas que vale a pena experimentar, isso vale. Essas soluções criativas para…
Cotidiano
♣ A vida em suas múltiplas camadas: afetos, rotinas, experimentações e desafios de ser quem se é num mundo em movimento. Aqui compartilho vivências como professora, estudante, andarilha e alguém que tenta se organizar em meio ao caos.
Mais teatro, Brasil!
O teatro é uma das artes mais antigas da humanidade. Infelizmente ela é hoje quase exclusividade das classes mais abastadas da sociedade, e isso não é porque os atores ou produtores culturais estão apenas interessados em dinheiro, muito pelo contrário, existem milhares de iniciativas espalhadas pelo país que visam democratizar o acesso à cultura e aí está inserido também o teatro. Mas existe essa palavrinha mágica: acesso. A maioria das pessoas, de cidades pequenas, de pouco poder aquisitivo e sem o hábito de frequentar teatros, não tem acesso a arte dos palcos. E o acesso não diz respeito apenas ao valor dos ingressos para assistir espetáculos. É claro que o valor desses ingressos, na grande maioria das vezes, não condizem com a situação financeira da maioria da população brasileira. Entretanto, um dos motivos que mais pesa para que muitas pessoas que desejam assistir espetáculos teatrais não o façam é a falta de salas destinadas a esse propósito nas cidades em…
Uma Ode aos Coturnos
Os coturnos da Dr. Martens fazem 50 anos e a marca comemora com música, videoclipes e, novos modelos de botas. Os coturnos mais famosos do mundo, chamados de Docs, comemoram o aniversário com um documentário sobre a marca e 10 clipes feitos por diretores de vanguarda e bandas moderninhas. A intenção é mostrar nos pés de quem os sapatos que saíram do uniforme dos operários britânicos foram parar. Eu nunca tive um coturno da marca e fico babando em todos os modelos e cores, louquinha para comprar os meus (note o plural). Enquanto não sobra aquela graninha esperta para adquirir os coturnos mais lindos da face da terra (e com uma qualidade ímpar), eu me contento com um velhinho, sem marca, que comprei alguns anos atrás. Ele não é um exemplo de conforto nem de qualidade, mas quebra um baita galho.
Retorno
Voltando a programação normal. Depois de muito tempo sem dar as caras, ou de meter esses dedos gorduchos no teclado para escrever alguma coisa por aqui, eu resolvi que já era a hora de voltar. Não por nada, mas estava com saudade de pintar o sete e deixar o pensamento fluir. Não cumpri promessas. Falta terminar de escrever sobre a amada série Dollhouse que terminou e me deixou órfã de mais uma obra deliciosa de Joss Whedon. Faltou escrever sobre tanta coisa. O que eu fiz durante esse tempo todo? Buenas, nada de muito útil, exceto pelas leituras (que estão bem atrasadas, por sinal). Viciei no FarmVille e passo horas alimentando animais de pixels e plantando sementes de mentirinha. Além disso cozinhei comidas virtuais em outro joguinho bobo do Facebook. E também comecei a ver Seinfeld e Buffy. Adoro ver séries antigas. E também olhei muito para o tubo da TV. Estou acompanhando com um entusiasmo bem acentuado as transmissões…
Love Cats
* – Originally uploaded by nelogika. Às vezes me pego pensando em como era bom ter uma gata. Elas são fofas, queridas e leais, muito leais. Ainda volto a vida de gateira, por enquanto, morando com a mãe, é praticamente impossível. Fica a saudade da Fubá, sempre.
Anna Shelton
Através do blog Anorak descobri as fotografias de Anna Shelton. São tão lindas, transmitem uma calma e uma tranquilidade. O Flickr dela é algo que parece retirado de um sonho bom. A escolha das paisagens só colabora. E aí, gostou?




