Prometi algumas observações sobre cada episódio de The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy para essa semana. E promessa é dívida. Eu optei por estruturar essas observações da seguinte maneira: cada publicação será referente a um episódio. Escolhi desta maneira, em primeiro lugar, para não criar um texto apenas e gigantesco (e mesmo que dividísse em dois textos menores, ainda assim seriam muito grandes) e em segundo lugar para gerar mais conteúdo para o blog e disponibilizar mais tempo para a leitura e possível contato direto com a obra. Vamos ao que interassa, e sinta-se à vontade para comentar, críticar, complementar. Episódio 1: Exibido no dia 05 de Janeiro de 1981. É quando somos introduzidos aos dois personagens centrais. O início da jornada. Vemos Arthur Dent, um inglês habitual se deparar com duas situações muito peculiares. A primeira diz respeito a sua casa, que será destruída para a construção de uma via expressa e a segunda diz respeito a Terra, que está…
Assistindo
♣ séries, filmes, documentários e vídeos que me atravessam.
O Guia do Mochileiro das Galáxias, na TV
Ano passado eu ganhei os livros O Guia do Mochileiro das Galáxias e O Restaurante no Fim do Universo. No início deste ano, então, comecei a leitura da série de Douglas Adams (The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy – originalmente um programa de rádio transmitido pela BBC Radio 4 em 1978). Ao término da leitura (muito gratificante, diga-se de passagem), fiquei sabendo da existência de uma série feita para a televisão na década de 1980. Também adaptado da radiosérie de 1978. São seis episódios, de 30 minutos cada, que conta a trajetória de Arthur Dent (Simon Jones) e Ford Prefect (David Dixon) depois que a Terra foi destruída para construir uma via espacial. No caminho eles encontram Trillian (Sandra Dickinsona) e Zaphod Beeblebrox (Mark Wing-Davey) e juntos seguem para uma estranha aventura pelo espaço. Quem leu O Guia do Mochileiro das Galáxias e O Restaurante no Fim do Universo percebe na tela um resumão e uma seleção de eventos. No…
Battlestar Galactica, o fim.
E amanhã termina uma das melhores séries já feitas: Battlestar Galactica. Um episódio duplo finalizará a trajetória do grupo de sobreviventes humanos à destruição das 12 colônias e do grupo de cylons. Não me contenho de ansiedade para ver a season finale. No entanto, pensar que é o fim deixa uma tristeza muito grande.
Sexta-feira 13
Então hoje é sexta-feira 13, de novo. E como de costume, é dia de superstições, gatos pretos e escadas. Mas minha tradição inclui filmes de terror. Muito zumbi, vampiro, assassino. Alguma dica do que posso ver hoje?
Top 12 Aberturas de Seriados
Mês passado a Mariane do BitPop fez uma lista das aberturas de seriados que ela mais gosta. Eu estava pensando em fazer uma lista assim fazia um bom tempo e agora que ela fez, resolvi embarcar na onda e colocar em prática o meu Top Melhores Aberturas de Seriados. De seriados que eu acompanho ou acompanhei, portanto muitas aberturas maravilhosas que conheço ficaram de fora porque nunca vi a série. e são doze aberturas porque nenhuma lista é fechada, sempre cabe mais um. Meus critérios de escolha? Gosto pessoal. Claro. E também uma pitada do fator inesquecibilidade. Vamos à lista? 12. Monk O melhor da abertura é a música. No mais, diversas cenas de Monk e suas “paranóias” que são deveras divertidas. 11. Blossom Essa é a que mais traz lembranças. Depois da aula ia correndo pra casa ver Blossom no SBT. Era um ritual sagrado. Minha tarde não começava sem Blossom. É a música da abertura é muito boa,…
Blood Tea and Red String (2006)
Logo no início de janeiro eu vi um post sobre um filme no Anorak. A curiosidade me pegou de jeito. Finalmente consegui assitir a produção de Christiane Cegavske. E fiquei encantada com o que vi. Uma animação em stop-motion maravilhosamente obsoleta. Blood Tea and Red String (Dir: Christiane Cegavske; EUA; 2006) Escrita, dirigida e produzida por Christiane demorou 13 anos para ficar pronta, mas cada minuto na produção desta obra-prima valeu a pena. Os bonecos e o cenário foram feitos inteiramente por ela e possuem um detalhismo magnífico. Criou um universo novo, onde as cores e seus habitantes são de uma vivacidade enorme, no entanto são também assutadores. A história tem uma sinopse muito simples: ratos brancos e altivos (aristocráticos, vestidos em estilo Vitoriano) de encontro às criaturas que residem sob o carvalho (orelhas de bastão, pele peluda e bico de corvo). As criaturas criaram uma boneca fêmea com um ovo em sua barriga e a penduram em forma de…





