• Assistindo,  Diário (ou quase),  Lendo,  Louca dos gatos,  No Passado

    2022: adeus, bem vindo 2023

    Chega o final d ano e fico nostálgica. Sempre penso em fazer uma retrospectiva e acabo não fazendo. Esse ano, finalmente, resolvi fazer e foi um excelente exercício. Vem comigo, descobrir meus pontos baixos e altos do ano, o que fiz, o que li, o que assisti e o que pretendo fazer no próximo ano. Pontos baixos Em 2022 aquilo que eu já temia ficou ainda mais evidente: saúde mental. Eu sofro mentalmente desde a adolescência e tem sido cada vez mais difícil conviver com isso. Com tantas coisas que aconteceram desde março de 2020 e a pandemia, eu tenho buscado ajuda gradualmente, em passinhos de formiga, porque primeiro preciso…

  • Diário (ou quase)

    Oi, sumida.

    * cof cof cof * Tirando teias de aranha. Sim, sou eu. Abri as portas dessa casa velha, mas que está sempre aqui para mim. Preciso tirar a poeira, sentar e escrever. Tem tanta coisa para falar. Mas tem sido difícil esse ato de colocar no papel (no caso aqui é mais nas teclas do computador, na tela em branco) tudo que atormentar a mente. Minha cabeça está há anos uma confusão, um embaralhado de coisas. Daí tava lendo o livro da Letrux e li um poema que ressoou muito comigo e um verso me trouxe outros que surgiram na minha mente. Daí criei um pequeno poema. Poeminha. Sem título…

  • Diário (ou quase),  No Passado

    uma dani ainda mais mini… e seu amigão

    Eu estava aqui arrumando umas coisas e recebi mensagem de Feliz dia das Crianças. Ora, eu no auge dos meus 36 anos já passei dessa fase há muito tempo. Mas é tão bom relembrar. E quem disse que não se pode manter viva nossa criança interior? Aí eu me deparo com essas fotos. Ah, uma enxurrada de memórias. E atente-se para o boneco do Fofão. Lembra desse personagem? Não era nascido ainda? Tudo bem. Basta saber que eu AMAVA esse boneco. Tive ele até meus 20 anos, mais ou menos. Lembro que foi difícil desapegar. Tão difícil que uns poucos anos atrás eu vi um igualzinho no Brique da Redenção…

  • Diário (ou quase)

    eu procrastino…

    Eu não fiz nada da dissertação essa semana. De novo. Isso está se tornando muito chato. Eu tenho um sério problema de trabalhar em condições não ideias. Eu tenho muito tempo (quarentenando…). Aí não faço nada com ele. E quando to apertada, cada minuto rende. Meu TCC foi moleza pq eu não tinha um segundo livre do dia. Aí eu lia e escrevia muito. Tava trabalhando em dois lugares, cursinho pré vestibular, aula do último semestre. Aí parece que o cérebro entende: tem que render. Tipo inércia. Se tá em movimento, continua em movimento. Se não tá, fica parado. Falta o impulso. Loucura da minha cabeça? Talvez. Mas faz sentido.…

  • colagem
    Diário (ou quase)

    Reflexões sobre um pé na bunda

    Hoje faz uma semana que o relacionamento no qual eu mais me permiti terminou. Tem um momento depois do pé na bunda que a gente começa a ver, mesmo que ainda muito pouco, por trás do véu da admiração. Aí aquela imagem perfeita que a gente cria na nossa mente apaixonada vai se desconstruindo pouco a pouco. Às vezes vemos que a pessoa em questão nunca gostou realmente de ti e você só se deixou navegar por águas pouco amigáveis por conta de uma idealização. Que foi tudo uma enganação e que você foi só mais uma na rede de conquistas. Entendo que ter muitos matchs no Tinder, muitos encontros…

  • Amor, por AnaSofia
    Cotidiano,  Diário (ou quase)

    Sobre sentimentos

    Bom, depois de um final de semana fantástico, sinto-me compelida a me expor um pouco mais nesse blog. Pode ser que eu me arrependa… Então… Eu não gosto de sexo casual. Eu faço, claro, mas não gosto. Eu preciso ter algum tipo de conexão com a pessoa. Essa é a verdade. Eu gosto de transar, não me entenda mal, já usei Tinder só pra isso. Mas no final das contas eu sempre me sinto vazia. Aí eu vou lá e tento mais um pouco. Quando começo a me apegar, me afasto. Isso porque a outra pessoa não tem obrigação de suprir as expectativas que começo a criar nesse processo. Ok,…