Eu comecei a ver Gilmore Girls ainda esse ano. Uma das melhores séries já feitas. Quando passava no SBT eu me recusava a ver. Preconceito besta, sabe? Achava que era coisa de mulherzinha, e eu sempre achando que era melhor do que isso – que ser mulherzinha era ser fraca, fresca e fútil.
Ledo engano. Acabei por descobrir que essa de ser mulherzinha não tem nada a ver com a série, e de quebra entender como ser mulher é bacana. Entendi que sou mulher, com todas as letras, com todas as fraquezas, com toda a força e toda a complexidade.
Gilmore Girls é uma série inteligente, bem feita, cheia de referências e muito bonita. As mulheres, garotas Gilmore, são fortes, indepedentes, bonitas, elegantes, inteligentes, espertas. Elas sofrem e choram, mas também dão risada e sabem aproveitar cada momento de suas vidas. Se elas brigam ou ficam de bico, elas também sabem reconhecer seus erros (algumas vezes, né Lorelai?), voltar atrás e entender a outra. E eu me refiro às três garotas Gilmore.
Eu me idenfiquei de cara com Rory, estudiosa, leitora compulsiva e muito inteligente. Com um sonho muito próximo do meu na infância e adolescência, guardada as devidas proporções – ela queria Harvard, eu queria UFRGS.Realizamos nosso sonho.
Lorelai é independente, inteligente e mãezona. Sofre, e muito, por amor. Seus relacionamentos são sempre perturbados. E é amiga, muito amiga. Faz de tudo por Rory, e por Sookie, Lane e qualquer um da charmosa Stars Hollow. Chorei e sorri com ela muitas vezes. Às vezes ela me irritou, sempre que achava estar certa nas muitas brigas com a mãe.
E Emily Gimore e um caso a parte. Sempre muito forte, decidida. Nem sempre certa, eu admito. Mas ela quer recuperar o tempo perdido com a filha e às vezes se atrapalha. Transfere tudo para Rory ou acab sendo controladora demais com ambas. Mas eu entendo os motivos.
E outra personagem forte e que acabei por me apaixonar foi a cida. Aquela cidade é de sonhos. Pequena, charmosa e muito bonita. Todos se conhecem. A cidade perfeita, onde eu gostaria de morar. Mas ela é também esranha. Seus moradores dão um brilho diferente para a menos usual das cidades.
Quando vi o último episodio, desabei. Pois foi o fim de várias jornadas das quais eu acompanhei com muita emoção. Sorrindo, chorando, eu vi quando todos os amores e desamores, os encontros e desencontros, as idas e vindas dessas garotas que ficarão sempre no coração e servirão como exemplo.
A parte em que os meus olhos ficaram marejados foram as envolvendo a Emily. Kelly Bishop´é deusa.
[…] E por conta da ida ao Texas o episódio apresenta diálogos impagáveis e questões bastante delicadas. O ateísmo de Sheldon é evidente, no entanto não é dito como verdade na série. Como Sepinwall comentou em seu blog, a CBS é uma emissora de público muito conservador para escancarar na sitcom mais vista um personagem abertamente ateu. A qualidade e a quantidade de referências nos diálogos dessa série são impressionantes. Acho que só não ganha de Gilmore Girls. […]
[…] De quando terminei Gilmore Girls – Uma das melhores séries que já vi, pode ter certeza. Nesse artigo eu conto como me senti durante as sete temporadas que eu vi (todas durante esse ano). Sobre como ela mudou algumas coisas na minha vida, como me inspirou e como vai ficar para sempre no meu coração. […]
[…] E por conta da ida ao Texas o episódio apresenta diálogos impagáveis e questões bastante delicadas. O ateísmo de Sheldon é evidente, no entanto não é dito como verdade na série. Como Sepinwall comentou em seu blog, a CBS é uma emissora de público muito conservador para escancarar na sitcom mais vista um personagem abertamente ateu. A qualidade e a quantidade de referências nos diálogos dessa série são impressionantes. Acho que só não ganha de Gilmore Girls. […]