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Teatro

COTIDIANO ✷ DIáRIO

Laboratório

21 de agosto de 2011 - às 3:49 pm // Editado em: 15 out 2025
560 palavras // 3 min. // Daniela // Comente

Quando entrei para a oficina de teatro que a escola oferecia, pensava em perder a timidez, conseguir fazer um comentário na sala de aula, estar habilitada a perguntar o que quer que fosse aos professores sem adquirir uma cor vermelha intensa nas bochechas, nem sentir um calor subindo pelo rosto e pela nuca. Pensava também em conseguir sociabilizar com os colegas de turma, algo que sempre foi muito difícil, visto que não conseguia sequer olhá-los de frente, imagina falar com eles. Aprender a falar, com um ou com muitos, era meu grande objetivo. Acontece que eu me enganei. Profundamente. Sim, eu atingi o objetivo, Tornei-me sociável, comunicativa, falante, tagarela, gritona. Mas não foi apenas uma expansividade exagerada que eu adquiri. Tomei gosto por essa história de viver outras vidas, ler outros mundos nas falas e ações dos personagens. Resolvi, então, encarar outro desafio e partir para algo mais profissional do que a oficina da escola. E fui cair logo na Escola de Teatro Popular…

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LEITURAS

Édipo Rei, o texto trágico de Sófocles

11 de agosto de 2011 - às 9:38 pm // Editado em: 15 out 2025
909 palavras // 5 min. // Daniela // Comente

Sou o tipo de leitora que lê peças de teatro. Muitos não gostam, acham difícil, truncado, estranho e tantos outros adjetivos que não há espaço para listá-los todos. Eu entendo, de verdade. Mas reconheço minha peculiaridade. Comecei lendo este espécime literário porque fazia teatro na escola e para apresentar um “espetáculo” (vamos combinar que teatro na escola não monta espetáculo, no máximo coloca um bando de adolescentes num palco e eles que se virem – no bom sentido, é claro) é preciso decorar o texto. Ah o texto teatral é tão bacana. Uma simples indicação do falante e o discurso corre solto. Depois me apeguei ao hábito. Parei de tentar atuar, mesmo após me aventurar em vôos mais longínquos com o fim do Ensino Médio, mas reconhecendo minha falta de talento parei de tentar. Entretanto nunca parei de ler textos de teatro. E nesse coração de mãe, onde sempre cabe mais um livro, esses textos tão especiais sempre encontram abrigo. Assim…

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LEITURAS

Qorpo Santo, três comédias

21 de julho de 2011 - às 9:01 am // Editado em: 15 out 2025
951 palavras // 5 min. // Daniela // 5 Comentários

Qorpo Santo (José Joaquim de Campos Leão, Triunfo, 19 de abril 1829 – Porto Alegre, 1 de maio de 1883) foi um dramaturgo gaúcho esquecido por muito tempo, que teve sua importância recuperada apenas na segunda metade do século XX. Ele nos deixou como herança uma extensa obra teatral, todas as suas peças estão em domínio público, disponíveis para download gratuito na página do Domínio Público. Criou sua própria gramática, de onde se pode compreender a peculiar grafia de seu nome. Foi professor, diagnosticado como louco e interditado judicialmente a pedido da própria família, escrevia compulsivamente. Recentemente li um livrinho (o diminutivo refere-se apenas ao tamanho físico do livro, e não a sua qualidade) editado pela Mercado Aberto com três de suas comédias. A obra editada como As Relações Naturias: três comédias, contém as peças As Relações Naturais, Mateus e Mateusa e Eu sou vida, eu não sou morte. Textos curtíssimos escritos em Maio de 1866 que brincam o tempo todo com as palavras…

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LEITURAS

Calabar – o elogio da traição

23 de junho de 2011 - às 7:46 pm // Editado em: 15 out 2025
906 palavras // 5 min. // Daniela // 5 Comentários

Calabar – o elogio da traição foi escrita no início dos anos 70 e foi liberada para ser encenada apenas muitos anos depois. Em 1973 Chico Buarque e Ruy Guerra procuram Fernando Peixoto para encenar a peça que eles acabaram de escrever. Muitas tentativas e ensaios depois, a peça só foi liberada (ou anistiado, como diz o próprio Fernando no texto de abertura da peça) pela censura em 1980. Um texto que foi escrito durante um ano, passou por muitas revisões, recomeços e pesquisas. Por se tratar de um tema histórico – a guerra entre Holandeses e Portugueses no Nordeste brasileiro no século XVII – os autores careciam de muito trabalho de investigação histórica. E um diferencial importante foi o trabalho de parceria, Chico e Ruy escreveram e pesquisaram juntos. No entanto, mesmo se tratando de um texto que toca em um tema histórico, ele não se pretende uma reconstituição minuciosa de um acontecimento histórico. A História é utilizada como…

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LEITURAS

A primeira a gente nunca esquece.

26 de julho de 2007 - às 5:47 pm // Editado em: 15 out 2025
534 palavras // 3 min. // Daniela // 11 Comentários

Semana passada eu recebi minha primeira meme (Não sabe o que é? Joga no Google) da Carla. Ela me passou via comentário e eu aceitei o desafio. Mas compartilho com ela: Só cinco? Ela me passou a responsabilidade de listar os meus 5 melhores livros de todos os tempos e é lógico que ficarão muitas coisas de fora. Optei apenas por literatura. Optei, não pelos melhores, mas pelos que fizeram parte de bons momentos. Então vamos lá: 01. Fim: Notas sobre os Últimos dias do Império Americano (G. A. Matiasz) Estou a tempos pra escrever uma resenha deste livro e por motivos diversos acabo deixando para depois. É um livro que mistura ficção científica e thriller polí­tico sem medo e acaba dando super certo. Aliás, muitos acreditam (e acho que possa ser verdade) que a ficção cientí­fica à a única literatura de “idéias”. Um romance de ficção científica muito realista e com uma análise profunda do futuro do anarquismo. 02. O Senhor dos…

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ARTISTAS ✷ ASSISTINDO ✷ TEATRO ✷ CULTURA

Release esperto

24 de outubro de 2006 - às 1:26 pm // Editado em: 15 out 2025
352 palavras // 2 min. // Daniela // 1 Comentário

Espetáculo “A Missão” A Missão (Lembrança de uma Revolução) No dia 9 de novembro a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz estréia o seu novo espetáculo: A Missão (Lembrança de uma Revolução), do autor alemão Heiner Müller. A Missão terá temporada quintas, sextas e sábados, às 21 horas, na Terreira da Tribo (Rua João Inácio 981, Navegantes, Porto Alegre) até 16 de dezembro. O espetáculo tem o financiamento do FUMPROARTE da Secretaria Municipal da Cultura, e a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz tem o patrocínio da Petrobras, através da Lei de Incentivo à Cultura. O espetáculo é resultado da pesquisa realizada pelo grupo no último ano, dentro da vertente do Teatro de Vivência, onde o espectador está integrado ao espaço cenográfico, vivenciando as ações cênicas em diferentes ambientes. A encenação evoca a revolta dos escravos na Jamaica, nos anos seguintes à Revolução Francesa e reflete sobre o Terceiro Mundo: objeto de exploração e simultaneamente, fermento do novo….

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DANI // Dani.ela // Dani.3la

clandestini: anarca, feminista, vegana, cat lady, bookworm, roller derby, professora de história, amante de histórias. hiperbólica. Meu peito é de sal de fruta fervendo num copo d'água.

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