Na tarde de ontem, 8, o prefeito de Porto Alegre José Fogaça anunciou a doação de uma área de mais de mil metros quadrados para a construção da sede da Terreira da Tribo de Atuadores Oi Nóis Aqui Traveiz. O anúncio foi feito durante audiência com representantes do grupo teatral e secretários municipais de governo. O terreno é de propriedade da Secretaria Municipal da Fazenda e será doado ao grupo em forma de comodato, por tempo indeterminado, atendendo a uma demanda do Orçamento Participativo de 1995. No ano que completa 30 anos, o Ói Nóis Aqui Traveiz começa a construir seu caminho de volta à Cidade Baixa, onde criou a Terreira da Tribo em 1984. Além das diversas atividades que comemorarão o aniversário da Tribo durante todo o ano, no dia 31 de março, data que marca a estréia do primeiro espetáculo do Ói Nóis, será realizada uma ocupação simbólica no terreno da rua João Alfredo, esquina com a Rua…
Arquivos para 2008
Frase
“Uma grande náusea me subira portudo quanto tocava à arte no seu aspecto mercantil.” (Mário de Sá Carneiro em A Confissão de Lúcio, página 151).
Porto Alegre é demais
A capital dos gaúchos é linda que não tem quem não se encante com suas paisagens. Claro que, como toda cidade grande, tem lá seus problemas. E são muitos. E enormes. Mas com força, com luta e com espírito livre somos capazes de mudá-los.Todos os dias quando acordo penso em como é bom viver nesse lugar, apesar de tudo e apesar de às vezes querer sair por aí, conhecer o mundo. Mas só porque eu sei que posso voltar e desfrutar de suas belezas. Fica então uma dica pra quem não conhece essa cidade maravilhosa. E pra quem já conhece, vale a pena ver tudo de novo. Comece com um passeio de barco pelo Guaíba, o nosso lago, rio, estuário. Depois uma volta pela Rua dos Andradas, ou Rua da praia, como preferir. Uma chegadinha na Usina do Gasômetro e outra na Casa de Cultura Mario Quintana. Um chimas na Redenção e uma ceva nos muitos bares da Cidade Baixa. Caminhe,…
o primeiro disco de 2008
Hoje é quinta-feira, e isso implica na publicação de algum link, já disponibilizado na rede, para um disco completo de um artista aleatório que faça parte do meu repertório pessoal. E a escolha de hoje foi uma moça que já encanta muitas pessoas com sua voz doce e com as batidas e levadas de sua música. Estou falando de Leslie Feist (nasceu no dia 13 de fevereiro de 1976), uma cantora canadense. Ela apresenta com o nome Feist, e participa da banda Broken Social Scene. Eu inicio com o disquinho de qinta nesse ano de 2008 com seu último álbum, The Reminder, lançado em 23 de Abril de 2007 na Europa, e em 1º de Maio no Canadá, nos EUA e no resto do mundo. Feist – The Reminder (download)
puxão de orelha mais do que necessário!
Atendendo ao pedido mais do que necessário da Vica, resolvi dar as caras por aqui sem ser com textos do meu trabalho. Apesar do tempo escasso preciso mesmo retomar as atividades do blog. E começo com um frase que me deixou bastante intrigada e ao mesmo tempo muito motivada: “tomara que possamos um dia deixar de lado os pronomes possessivos”. Na verdade a frase não é bem assim, é um resumo da idéia que retirei de alguns parágrafos da Biografia d’Os Mutantes, trio de São Paulo que transformou a música brasileira. Leitura que, aliás, recomendo a todos os interessados pela história do rock no Brasil ou mesmo sobre a trajetória da mais inovadora banda que se formou aqui pelas terras tupiniquins.
Artista guatemalteco, artista latino-americano
Buenas, o clima de férias pode ser ótimo, mas a vida anda, a vida anda em mim. Por isso sigo com as velhas e agradáveis rotinas (as rotinas ruins são aos poucos descartadas). E nada melhor para começar esse 2008 do que com a republicação da última nota do ano de 2007 no já citado inúmeras vezes Estratégia & Análise. É só ler e comentar, nada de mais. Não dói não. Artista guatemalteco, artista latino-americano Aníbal López recentemente adotou o pseudônimo A-1 53167 (número do documento de identidade do artista) nasceu e vive na Guatemala. O ato de assinar com um número de identificação constitui um protesto contra a desigualdade e o preconceito racial existente em seu país, tornando-o apenas “mais um cidadão Guatemalteco”. Como artista latino-americano ele apresenta pela Guatemala, sua terra natal, sua área de interesse e ação do trabalho artístico. Ele a cita constantemente, colocando-a em questionamentos e mapeamentos de suas peleias e conflitos. Seus projetos conectam-se…




