1. E hoje, com a volta de Doctor Who, é bom rever os melhores e mais fofos momentos de Rory Williams na série, nesse vídeo ótimo postado no io9. Graças ao Ju, que me indicou a postagem, eu revi essas cenas lindas que me deixaram com lágrimas nos olhos. Mas faltou a parte da cena do casamento da finale da 5ª temporada – The Big Bang – em que ele fala “I was plastic!” ao recuperar a memória de tudo o que viveu com Amy e o Doutor. 2. O Marcelo do Prós e Contras publicou um texto ótimo chamado A França pelas lentes do cinema estrangeiro que faz parte de uma série de textos para Festival CeC de Cinema Francês do fórum Cinema em Cena. 3. Meu amigo Chico, grande historiador, escreveu no seu blog um excelente texto sobre a absurda homenagem ao general rio-grandino Golbery do Couto e Silva (1911-1987). 4. E para quem viu Lost, uma lista bacana com…
Arquivos para agosto 2011
Let’s Kill Hitler Tomorrow!
Calma, essa não é uma chamada para uma ação em praça pública (mas seria um nome bacana para uma). É que amanhã retorna Doctor Who com Let’s Kill Hitler. O episódio escrito pelo gênio por trás da quinta e sexta temporada da série britânica, Steven Moffat, encerra o hiato de dois meses sem os queridos Doctor, Amy Pond, Rory e River Song e dá continuidade para a sexta temporada. Estou muito, mas muito ansiosa mesmo para a nova leva de histórias do Time Lord, que tem um trailer de tirar o fôlego: Link direto para o vídeo E para recapitular os episódios que já foram ao ar neste ano, um recap de quatro minutos que vale muito o clique: Link direto para o vídeo Já para conter a ansiedade (estou precisando!), na página oficial da série é possível muitos vídeos, imagens, jogos e outras coisas divertidas. Não deixe de conferir. E se ainda não assiste Doctor Who, COR-RE!!!
Morte e vida severina e outros poemas para vozes
Eu confesso que não sou muito chegada em poesia. Não tenho o dom para apreciá-las como deveria, são poucas as que me agradam. Não sei porque, mas desde que me conheço por leitora sou assim. No entanto, uma das coisas mais lindas que já li na minha vida foi a apresentação de Severino em Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto. É simples, sucinto, e ao mesmo tempo tão forte e marcante que é impossível esquecer quem é Severino. Ele é um nordestino, ele é ao mesmo tempo um personagem único e inúmeros brasileiros. O retirante nordestino a quem coube o nome de Severino percorre a mesma trajetória de milhões de cidadãos brasileiros. Ele enfrenta as adversidades que essa vida severina que se apresenta para muitos e sai da morte para alcançar a vida. O RETIRANTE EXPLICA AO LEITOR QUEM É E A QUE VAI — O meu nome é Severino, não tenho outro de pia. Como…
Jorge Luis Borges, feliz aniversário.
Hoje é aniversário de Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo. Se vivo, completaria 112 anos. O autor portenho figura na minha lista de necessidades literárias. Sempre que ouço o nome dele me dá uma coceirinha incomoda que remete ao fato de eu nunca ter lido um conto sequer daquele que é considerado por muitos (e confiáveis) o maior escritor da América Latina. E já adianto que não é por falta de vontade, nem mesmo de tempo – aquela velha desculpa que todos usamos pelo menos uma vez a cada mês para declinarmos uma ou outra leitura pendente. A vontade existe e é intensa, o tempo é escasso, mas existente, os livros estão pelas bibliotecas e estantes alheias (claro que se eu os comprasse ficaria extremamente feliz) e os temas por ele abordados me são bastante caros. O que, então, me impediu até agora de desfrutar de seus textos? Acontece que tudo que ouço sobre ele me faz crer que não estou madura o…
Laboratório
Quando entrei para a oficina de teatro que a escola oferecia, pensava em perder a timidez, conseguir fazer um comentário na sala de aula, estar habilitada a perguntar o que quer que fosse aos professores sem adquirir uma cor vermelha intensa nas bochechas, nem sentir um calor subindo pelo rosto e pela nuca. Pensava também em conseguir sociabilizar com os colegas de turma, algo que sempre foi muito difícil, visto que não conseguia sequer olhá-los de frente, imagina falar com eles. Aprender a falar, com um ou com muitos, era meu grande objetivo. Acontece que eu me enganei. Profundamente. Sim, eu atingi o objetivo, Tornei-me sociável, comunicativa, falante, tagarela, gritona. Mas não foi apenas uma expansividade exagerada que eu adquiri. Tomei gosto por essa história de viver outras vidas, ler outros mundos nas falas e ações dos personagens. Resolvi, então, encarar outro desafio e partir para algo mais profissional do que a oficina da escola. E fui cair logo na Escola de Teatro Popular…
Olhai os lírios do campo, de Erico Veríssimo
Não li muitos dos livros do autor gaúcho, mas pretendo ler todas as suas publicações. Porém, é inegável que a narrativa de Erico Veríssimo é sempre muito gostosa de ler. Ele tem o domínio das palavras. Em Olhai os lírios do campo, o livro que o tornou um escritor de sucesso, ele narra a história de Eugênio e seu amor por Olívia. O livro é dividido em duas partes e há uma diferença bastante grande entre elas. Essa distinção ocorre tanto na estrutura narrativa quanto na cadência da narrativa em si e da leitura. Na primeira parte somos apresentados ao casal Eugênio e Olívia, na verdade somos apresentados ao médico Eugênio Fontes que recebe a notícia por telefone de que ela está em seu leito de morte no Hospital. Eugênio, casado com Eunice, vai para o Hospital para ver pela última vez seu verdadeiro amor. A partir daí os capítulos retomam o passado de Eugênio, ou Genoca – seu apelido de…




