Final de julho eu criei alguns plugins para o WordPress. Todos porque queria coisas muito específicas aqui no blog e não encontrava jeito de implementar. Então fui lá e fiz eu mesma. Lembrando que eu não faço ideia do que estou fazendo! E essa semana realizei uma pequena grande alegria: publiquei meu primeiro plugin no repositório oficial do WordPress. 🥹💻✨ Sim, ele está lá, acessível para qualquer pessoa no mundo instalar e usar. Eu mesma me dei o trabalho de procurar o nome na busca, só pra ver se aparecia. (Aparece. E dá uma alegria besta). Não foi fácil fazer. Sofri para ficar exatamente como eu queria. Corrigir os milhões de erros que eu não faço ideia porque existiram, e nem exatamente como eu consertei. Daí veio a parte de criar coragem e submeter ao repositório do WordPress. Obviamente recebi e-mail dos analistas apontando um monte de erros. E a felicidade de ter conseguido foi por água abaixo. Tanto que…
Criação
♣ Espaço para minhas expressões artísticas e experimentações visuais. Aqui o fazer importa tanto quanto o pensar, e a arte é ferramenta de mundo.
Resgatando o charme do LiveJournal: meu primeiro plugin para WordPress
Hoje venho dividir uma alegria imensa: criei meu primeiro plugin para WordPress! Ele se chama Post Mood and Music e nasceu da vontade de trazer uma funcionalidade que eu sempre amei em outra plataforma que marcou época: o LiveJournal. Quem usou o LJ nos anos 2000 talvez se lembre: cada post podia ter um “mood” e uma “música”. Era uma coisa simples, mas cheia de personalidade. Eu achava isso a coisa mais fofa da plataforma. Sempre quis ter isso em outros lugares, mas nunca encontrei um jeito satisfatório de incorporar ao WordPress… até agora. Se você viu os posts mais recentes aqui do blog já percebeu que no início deles tem uma área com o meu mood e logo abaixo uma música. Poderia fazer isso manualmente toda vez que criasse um post. Já pensei em fazer isso MILHARES de vezes ao longo da vida de blogueira, mas: Então eu decidi me aventurar e criar eu mesma um jeito de isso…
This Blog Kills Fascists
This machine kills fascists é uma frase icônica criada por Woody Guthrie, um músico folk dos Estados Unidos nos anos 1940. Bem, em plena guerra, inúmeros grupos antifascistas surgiram com diferentes formas de combater o fascismo. Seja realmente lutando, com as mãos e pegando em armas, seja através da propaganda política e claro, através da arte. E nesse movimento antifascista muitos artistas se destacaram por suas músicas, poesia, romances, contos, estética. A arte teve um papel fundamental para disseminar essa ideia fundamental de combate a uma das coisas mais nefastas que o ser humano já criou. Woody Guthrie foi um desses sujeitos. Ele, com um gesto simples, conscientizou e inspirou muitas pessoas a refletirem e se posicionarem contra os fascismos em marcha no planeta naquele período. Ele olhou para o seu violão e marcou nele uma frase indicando que aquele era a sua arma simbólica. Essa frase ficou tão famosa que é usada até hoje por pessoas ao redor de…
Como voltei a fazer colagens depois de anos (e reencontrei a artista que sempre fui)
Voltar a fazer colagens me reconectou com a adolescente esquisita, criativa e sonhadora que fui, e que, no fundo, eu ainda sou. Sempre tive o sonho de viver de arte e sempre fui esquisita, tinha toda a skin para ser artista. Na adolescência eu fazia colagens em todo lugar, nas capas dos cadernos, fichários, na porta do quarto. Passava horas recortando figuras das revistas (minha mãe dizia que eu era uma rata fazendo ninho, de tanto papel recortado. Os restinhos pareciam mesmo ninho de rato. Hey, rato tem ninho?). Depois fui fazer teatro, uma das coisas mais maravilhosas que já fiz na vida, fiz escola de teatro. Lá a gente atuava, criava os cenários, costurava os figurinos, maquiava. Era tudo nós mesmos que fazíamos, a escola era de um dos grupos de teatro mais importantes do Brasil, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, um dos coletivos de teatro mais engajados politicamente da América Latina. Participar dessa escola foi…
De quando eu tentei usar minha Lomo
Em 2015 eu comprei uma Lomo e tentei me aventurar no mundo da lomografia. Acontece que esse passatempo é mais caro do que eu posso pagar e só usei um filme até hoje. Que foi revelado dois anos atrás e esqueci de mostrar por aqui. Então segue minhas experimentações lomográficas que até ficaram decentes. São fotografias das ruas e paisagens de Porto Alegre mostrando um pouco daquilo que chamou a atenção do meu olhar ao longo de alguns meses experimentando enquanto aprendia a usar a câmera. Essa primeira foto é um céu azul lindo, apesar de não ter foco nenhum. Topo da torre da Igreja das Dores no centro da cidade. Uma das minhas fotos favoritas mostra o Guaíba ainda antes da “revitalização” da Orla. Gasômetro, quando ainda pulsava vida. Agora está abandonado e numa reforma interminável. Essa foto ficou superposta, mas gostei muito do resultado. Ruas e suas intervenções artísticas. Grafites pela cidade sempre me chamam a atenção. Eu…
6 em 6 – outubro 2017
Setembro passou e muita coisa aconteceu. Resolvi caminhar na volta pra casa, à noite, me arriscando muito, mas feliz por economizar a grana do transporte e por fazer 20 minutinhos de caminhada quase todos os dias da semana. Teve decoração com canetas novas no Bullet Journal, recrutamento de novas freshies no time de Roller Derby que faço parte, mochila nova com espaço para carregar marmita e gatos, muitos gatos fofinhos. Projeto 6 on 6 é uma brincadeira simples. Você precisa postar seis fotos no seu blog, todo dia 6 do mês! – Não precisa ter máquina fotográfica, foto de celular serve; – Não tem um tema específico para as fotos, pode ser do que você quiser; – Só precisa que você poste no dia 6, 6 fotos e mande o link para o grupo no Facebook! Lista de blogs participantes.










