O Senhor dos Anéis – trilogia completa + O Hobbit / edição especial Raízes do Brasil (Sérgio Buarque de Holanda) e Benjamin (Chico Buarque) – Para reler, agora sem pressão de trabalho nenhum… e para ler pai e filho. Ainda faltam alguns livros do Chico para completar a minha coleção, se alguém quiser me presentear…
Cultura
♣ Consumo crítico e apaixonado de cultura pop, marginal e experimental. O que vejo, ouço, leio e jogo com olhar afiado e coração aberto.
Dia Mundial do Rock
A música é tão poderosa e nos encanta tanto. Hoje é um dia muito especial para quem tem uma relação com a música, principalmente para quem tem alguma relação com esse tal de rock ‘n’ roll. No Dia Mundial do Rock não preciso fazer esforço para lembrar das inúmeras bandas, cantoras e cantores que fizeram e ainda fazem minha cabeça pirar. Nos anais da História do Rock existe muita coisa boa, mas também muita coisa indigesta. O rock é, e sempre foi, influência para artistas de todo lugar. O rock já teve momentos psicodélicos, de paz e amor, de lixo e fúria, de deprê total, de experimentação. Coisas do novo e do velho, do rock classudo à nova onda de experimentação de ritmos que veio junto com o século XXI. Esse sessentão enxuto já mudou a vida de muita gente, inclusive a minha. Devo a ele muito do que sou hoje e essa é minha pequena homenagem ao tiozão mais…
Obituário: Syd Barrett
Fora de cena havia três décadas, o gênio insano, primeiro líder de uma das minhas bandas preferidas (e de milhões de pessoinhas nesse mundão), Pink Floyd, Syd Barrett morreu na semana passada. Uma grande perda com certeza, apesar de sua vida reclusa em Cambridge. Ele, na frente do Pink Floyd, foi responsável pelo êxito inicial da banda em um meio extremamente vanguardista de Londres na década de sessenta. Sua relação com a música e com as drogas, principalmente o LSD, o afastou da banda, mas o legado que ele deixou para o grupo e para os fãs como eu, foi sem sombra de dúvidas muito importante. Como eu não tenho mais os meus LPs do Pink Floyd (por motivos que não vêm ao caso), passarei a semana inteira escutando e me deliciando com o CD The Dark Side Of The Moon, uma homenagem do grupo ao ex-líder.
Parabéns
Para Paul McCartney! O muso inspirador, o grande homem, lindo, charmoso e talentoso… 64 anos de pura música! E ele ainda está inteiraço. Esse é o aniversário sobre o qual ele cantou de forma tão memorável na música When I’m Sixty-Four (Quando eu tiver 64 Anos) no álbum que foi um marco dos Beatles, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, de 1967. Paul McCartney não está “decadente” como previu a canção. Na realidade, continua jovial e criativo com a ajuda da filha de dois anos, Beatrice Milly. E continua a escrever músicas, apresentar-se publicamente e criar em outras mídias. O festejo foi ontem, mas ainda tá valendo, pois ontem não tinha tempo nem cabeça pra postar, foi minha prova do ingresso extra vestibular da UFRGS. Um verdadeiro martírio. Mas ainda bem que existe nosso ex-Beatle pra alegrar nossas tardes de descanso pós prova horrível de difícil. Um viva pra ele: VIVA!
nós somos seres estranhos
Pra começar, as novidades: Ontem recebi a ilustre visita do Nenung, da banda Darma Lóvers. Foi muito legal conhecê-lo pessoalmente, de quebra fiquei com o 1º CD da banda. Fantástico. Pra terminar, os anseios: Vou tentar o ingresso extra vestibular pra UFRGS, estou muito ansiosa e estudando muito, embora eu esteja pedindo transferência para o mesmo curso, História, na prova caem conteúdos relacionados às Ciências Sociais e Filosofia. Na torcida.
O contexto como conteúdo
Acabei de ler um livro muito bom que usei para um trabalho da faculdade. O nome do livro é “No interior do Cubo Branco: ideologia no espaço da arte“ de Brian O’Doherty. Eu recomendo pra todos que se interessam por arte, principalmente arte contemporânea, porque o livro trata exatamente do espaço da arte, da galeria, de toda a ideologia que ela carrega em diferentes épocas do modernismo e do pós-modernismo. “A clássica hostilidade da vanguarda expressa-se por meio do desconforto físico (teatro radical), barulho excessivo (música) ou pela remoção das constantes de percepção (o recinto da galeria). São comuns a todas elas as transgressões da lógica, a dissociação dos sentidos e o tédio. A ordem (o público) experimenta nessas arenas quanto de desordem ela suporta. Esses lugares são, então, metáforas de consciência e revolução. O espectador é convidado a um recinto onde o ato de aproximação volta-se contra si mesmo. Talvez uma atitude rematada da vanguarda fosse atrair o público…




