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Literatura Policial

LEITURAS

O Meme Literário de Um Mês 2011 – Dia 31

31 de outubro de 2011 - às 8:22 pm // Editado em: 15 out 2025
178 palavras // 2 min. // Daniela // 1 Comentário

Qual o livro que você leu esse ano que mais gostou? (Fale sobre ele) Nesse ano eu li muito livro bom. Fica difícil escolher um só. Mas como é preciso, vou ficar com um que devorei em poucos dias, que marcou o final de uma trilogia que eu simplesmente me apaixonei e com a personagem mais marcante do ano: A rainha do castelo de ar (Millennium #3), de Stieg Larsson. Uma narrativa clara, concisa, de tirar o fôlego e de uma evolução surpreendente, A Rainha do Castelo de Ar é o mais longo dos livros da Trilogia Millennium e pode até intimidar alguns leitores pelo tamanho, mas certamente conquistou minha admiração. Sua leitura despertou em mim, além de um sentimento agradável que se apoderou do meu ânimo ao ler um livro extraordinário, uma angustiosa e deliciosa expectativa sobre o que poderia acontecer. Cada palavra, cada frase, tinha um porquê e levava a um questionamento sobre os caminhos e decisões a serem tomados…

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LEITURAS

A Rainha do Castelo de Ar, Stieg Larsson

15 de março de 2011 - às 10:24 pm // Editado em: 15 out 2025
487 palavras // 3 min. // Daniela // 3 Comentários

Para dar continuidade à leitura da Trilogia Millennium, li o terceiro volume da série: A Rainha do Castelo de Ar. Mais uma vez as expectativas foram superadas. Nesse livro Larsson narra os acontecimentos imediatamente posteriores ao final do segundo volume da trilogia. As primeiras 150 páginas possuem uma narrativa mais lenta em relação ao restante da série e do próprio livro em função exatamente da natureza dos acontecimentos. Lisbeth vai para o hospital e sofre algumas cirurgias, a mais complicada delas consistia em retirar um projétil alojado em seu cérebro. A partir de então ela fica incomunicável, detida na sala de recuperação pela polícia. As únicas pessoas com as quais ela tem contato são da equipe do hospital que são responsáveis pelo seu estado de saúde, sua advogada e a polícia. Enquanto isso Mikael continua sua investigação paralela à da polícia para provar a inocência de Lisbeth. Na busca por informações ele próprio passa a ser alvo da organização secreta…

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LEITURAS

A menina que brincava com fogo, Stieg Larsson

12 de janeiro de 2011 - às 5:38 pm // Editado em: 15 out 2025
528 palavras // 3 min. // Daniela // 16 Comentários

Para dar continuidade à leitura da Trilogia Millennium, li o segundo livro da série: A menina que brincava com fogo. A expectativa era grande, tendo em vista o quanto gostei do primeiro livro. E eu gostei muito desse também. Dois anos depois dos acontecimentos traumáticos narrados em Os Homens que não amavam as mulheres, a revista Millenium encontra um novo colaborador que está prester a publicar um artigo e um livro sobre o tráfico de mulheres. Esse colaborador e sua companheira pesquisam o tema há anos e procuram a revista para publicar e denunciar os envolvidos – que vão desde policias do serviço secreto sueco à jornalistas conhecidos. Somos apresentados aos novos personagens na primeira parte do livro enquanto a rotina no exterior da protagonista Lisbeth Salander é narrada também. Muito embora Larsson demore bastante para engrenar o cenário no qual o desenrolar a história se passará (quase 200 páginas), essa primeira parte do livro é deliciosa e conseguiu me prender por horas…

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LEITURAS

Os Homens Que Não Amavam as Mulheres (Stieg Larsson)

4 de janeiro de 2011 - às 11:30 am // Editado em: 15 out 2025
716 palavras // 4 min. // Daniela // 14 Comentários

Os homens que não amavam mulheres é o primeiro volume da trilogia Millennium, do sueco Stieg Larsson. O autor foi um jornalista e ativista político muito respeitado. Nasceu em 1954, em Skelleftehamn, na Suécia, trabalhou na agência de notícias TT, e à frente da revista Expo, fundada por ele, denunciou organizações neofascistas e racistas. É co-autor de Extremhögern, livro sobre a extrema direita em seu país. Morreu de infarto aos cinqüenta anos, em 2004 pouco depois de entregar para a editora os três volumes de sua trilogia. Acabou não conhecendo seu póstumo e estrondoso sucesso: um best seller em mais de 10 países (Suécia, Itália, Dinamarca, Alemanha, Noruega, França, Espanha, Inglaterra, Estados Unidos). No último dia de 2010 eu terminei de ler Os homens que não amavam mulheres, um romance policial e de mistério que lida com diversas facetas da sociedade contemporânea e explora o que de pior ela tenta esconder. Devorei as 522 páginas em pouco mais de três…

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LEITURAS

Ficção de gênero em debate

13 de abril de 2010 - às 11:37 pm // Editado em: 15 out 2025
350 palavras // 2 min. // Daniela // 1 Comentário

Cheguei a pouco em casa, estava na Palavraria conferindo o debate O Público e a Crítica da Ficção de Gênero com Carlos André Moreira, Samir Machado de Machado e Antônio Xerxenesky. O evento ocorreu por ocasião do relançamento do primeiro volume da série literária Ficção de Polpa (Volume 1, Volume 2, Volume 3) da Não Editora – o primeiro volume já está na terceira edição! Eu achei muito bacana, a discussão foi interessante e como intrometida que sou não poderia deixar passar a oportunidade de dar um pitaco sobre o assunto. Que fique bem claro, eu sou leitora de ficção científica, de horror, fantástica e policial se medo e nem vergonha de falar, mas pra ser entendedora do assunto ainda me falta muito. Então falei sob o ponto de vista histórico das obras que conheço (terreno mais sólido pra mim). Perguntei se os debatedores concordavam com a leitura que faço das obras, priorizando uma visão de crítica social e política…

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LEITURAS

A Narrativa do Romance Policial

26 de setembro de 2008 - às 4:57 pm // Editado em: 15 out 2025
367 palavras // 2 min. // Daniela // 3 Comentários

Depois de escrever um pouco sobre o surgimento do Romance Policial, é hora de falar da forma que a narrativa assume. A narrativa policialesca diz respeito a uma inclinação humana já existente, e busca a mais completa verossimilhança com a realidade. Os aspectos poéticos são abandonados em prol do exercício da racionalidade. O leitor interage através do medo. E busca compreender crime e criminoso em conjunto com a figura do detetive, responsável pelo desenrolar da história. O detetive representa a polícia, e ele é o herói. Em contrapartida o criminoso assume um papel de aberração. Com o romance policial de segunda geração há uma inversão do papel do detetive e do lugar do crime na sociedade. Se nos romances de primeira geração eles eram aberrações e não faziam parte da ordem social, nos romances escritos a partir das décadas de 1920 e 1930, eles passam a fazer parte de um esquema social que é por inteiro abominável. Ambos estão inseridos…

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DANI // Dani.ela // Dani.3la

clandestini: anarca, feminista, vegana, cat lady, bookworm, roller derby, professora de história, amante de histórias. hiperbólica. Meu peito é de sal de fruta fervendo num copo d'água.

{ela/dela - she/her}
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