Os quatro elementos convidados (escolhidos) para esta “conversa” constitui-se de dois artistas convidados para a 6ª Bienal do Mercosul, uma artista referência para a História da Arte na América Latina e o trabalho que desenvolvo com arqueologia dos caçaadores coletores do Rio Grande do Sul. Francisco Matto, que participará da Mostra Monográfica nesta Bienal constitui seu trabalho por uma fusão entre a arte das tradições pré-colombianas e a abstração geométrica. Nascido em Montevidéu, Uruguai teve problemas com sua proposta, pois no Uruguai não há uma cultura pré-colombiana como no Peru, Bolívia ou México, que constitua em grandes arquiteturas ou em sociedades complexas. Pode se dizer então que sua obra é produto de uma reflexão para além da sua realidade local. Combinando a tradição de outras regiões com modernidade nos leva a questionar o significado da palavra e do conjunto de elementos que compõe o conceito é “tradição“. Daniel Bozhkov é natural da Bulgária, vive e trabalha em Nova York nos Estados Unidos….
trecos&trapos
A primeira a gente nunca esquece.
Semana passada eu recebi minha primeira meme (Não sabe o que é? Joga no Google) da Carla. Ela me passou via comentário e eu aceitei o desafio. Mas compartilho com ela: Só cinco? Ela me passou a responsabilidade de listar os meus 5 melhores livros de todos os tempos e é lógico que ficarão muitas coisas de fora. Optei apenas por literatura. Optei, não pelos melhores, mas pelos que fizeram parte de bons momentos. Então vamos lá: 01. Fim: Notas sobre os Últimos dias do Império Americano (G. A. Matiasz) Estou a tempos pra escrever uma resenha deste livro e por motivos diversos acabo deixando para depois. É um livro que mistura ficção científica e thriller político sem medo e acaba dando super certo. Aliás, muitos acreditam (e acho que possa ser verdade) que a ficção científica à a única literatura de “idéias”. Um romance de ficção científica muito realista e com uma análise profunda do futuro do anarquismo. 02. O Senhor dos…
Sobre o trabalho de Mediação na 6ª Bienal do Mercosul
O que é ser mediador? Bom, ser mediador é ser, antes de tudo um intermediário. Aquele que está entre duas partes. O mediador aprecia, questiona, mas também é questionado. Incentivando o espectador, considerando-o como ser criativo e não passivo. O apreciador, o público em geral não é passivo, eles não querem alguém que entenda tudo de arte para lhe dar uma aula, eles querem sim é ter um espaço para exercer sua criatividade no diálogo com a obra, com a exposição. Portanto, o mediador é alguém que facilita, impulsiona diálogos, produz tensões (no bom sentido) entre as partes. Segundo o dicionário Aurelio o mediador é aquele que intervém, uma espécie de árbitro. Mediar é o ato de intervir entre essas partes. Se mediar é dividir ao meio, o mediador é o responsável pela soma das duas metades. Intermediar um contato entre essas duas metades, a obra e o espectador, ou público, como desejar chamar quem está ali para apreciar. Não…
Curtindo nas férias.
Depois das pirraças, intrigas orkutianas promovidas por certas cabecinhas pequenas e infantis, o retorno é triunfante. A UNI$UINO$ continua a mesma, mas com evento e pessoas do Brasil todo ficou “habitável” (referindo-se ao Simpósio da ANPUH). Matando a saudade de alguns amigos de verdade (da UNI$UINO$) e econtrando novos amigos (da UFRGS). Uma farra e tanto, muito vinho, cerveja e cachaça com velhos e novos amigos. Conhecendo pessoas de todo o Brasil. Ouvindo coisas inteligentes durante o dia e coisas bizarras à noite.
aqui estão as borboletas
As borboletas no estômago, que insistem em voltar, estão em rebuliço. E são muitas, se multiplicando, a cada dia, mais e mais. Sentindo um forte desejo de abraçar, de pular do precipício. Sentindo medo. Arriscar tudo, sair correndo. Não posso! Mas quero. Talvez pudesse, não sei. Confusão.
Dani, do que tu precisa?
Precisando ir ao cinema. Ver um bom filme e bem acompanhada. Precisando pintar um quadro bem colorido ouvindo Beatles. Precisando dançar músicas alegrinhas, mas nem tanto. Precisando viajar em um submarino amarelo. Precisando sorrir (!) mais. Precisando me desamarrar da cadeira. Precisando fotografar a geada das manhãs frias aqui em casa. Precisando passear mais. Precisando tomar um café em uma cafeteria bem aconchegante. Precisando caminhar na grama. Precisando pegar sol no rosto. Precisando ler os livros da minha estante. E mais alguns. Precisando viajar. Pegar um ônibus e olhar a paisagem correr pela janela. Precisando abraçar. Precisando abraçar uma árvore. Precisando desenhar mais. Precisando beber uma taça de vinho ouvindo meus discos de vinil. Precisando fazer um filme. Precisando de um bichinho de estimação (de preferência uma gata). Precisando respirar. Precisando correr. Precisando sonhar. Precisando realizar meus sonhos.




