Na primeira parte dessa história eu falei sobre como a família aqui de casa aumentou e depois de como perdemos um membro muito amado. E eu só escrevi esse post depois de tanto tempo porque algo maravilhoso aconteceu. Pois é, esse algo maravilhoso é a chegada de mais um bebê felino, o Vincent van Gogh. No dia 24 de março eu me deparei com uma bolinha de pelos laranja no meu caminho e me apaixonei de cara por aqueles olhinhos azuis que me olhavam curiosamente. Liguei para o Ju e perguntei se eu poderia levar ele para casa (afinal, já são quatro boquinhas felinas para alimentar e não dá para levar todo gato que encontro para o apartamento). Com a condição de que para compensar os gastos com o bichano (vacina, consulta, vermífugo e todas as coisas necessárias para garantir uma infância saudável) eu não ganharia presente de aniversário, eu pude levá-lo para casa. Cheguei em casa com aquele pacotinho…
trecos&trapos
Update felino
Demorei muito tempo para escrever esse texto porque eu precisava de um estímulo. Dói muito escrever sobre o o assunto por conta de acontecimentos recentes, mas nessa semana algo maravilhoso aconteceu e eu simplesmente encontrei o estímulo que precisava. Então segue um pequeno update sobre como andam meus filhos aqui em casa. Have you met Smeagol? No dia 26 de março de 2013 encontrei um gatinho na rua, no caminho entre uma escola e outra em que lecionava aqui na minha cidade. Cheguei perto e fiquei assustada com o que vi. Os olhos dele estavam muito inchados e com muita secreção. Peguei ele e levei para a escola, liguei para o veterinário que cuida dos meus gatos e pedi para que viesse buscá-lo. Depois de sair do trabalho fui buscá-lo e descobri que ele tinha uma doença viral e que ele não poderia conviver com os outros gatos. Resolvi cuidar dele isolado na minha área de serviço. Mas não poderia…
Leituras de Janeiro + TBR de Fevereiro
Devido a problemas técnicos, demorei para postar aqui no blog o último vídeo postado no canal do trecos & trapos (e também para postar qualquer coisa… hehehehe) Então, com um certo atraso: os livros lidos em janeiro, o que estou lendo e o que pretendo ler em fevereiro de 2015. Não esqueçam de comentar e dizer o que vocês estão lendo e o que gostariam de ler. E se vocês já eram algum desses livros, deixe sua opinião nos comentários. Abraços e boa leitura. 😉
Resoluções literárias para 2015
Em 2015 eu pretendo voltar com os posts e com o canal com uma certa regularidade. Espero que eu consiga. E para começar, eu postei essa semana lá no canal do blog as minhas resoluções acerca das leituras do ano. Espero que vocês gostem. Deixem nos comentários sobre o que acharam e as resoluções de vocês. Espero que gostem. Até logo.
Que 2015 seja maravilhoso!
O ano de 2014 teve seus altos e baixos. Alguns tão baixos que achei que munca mais conseguiria levantar. Mas estou tentando olhar para ele com o carinho que ele talvez mereça. Ele finalmente acabou, desejei muito que esse dia chegasse, mas, ao contrário do que eu gostatia, ele não vai levar junto o que ele trouxe de ruim. Então só me resta desejar que o próximo ano seja bom, que traga novos desafios, que nos ensine mais, que aproveitemos mais. Que tudo pelo que passamos em 2014 nos ensine a viver um 2015 melhor. Que 2015 seja maravilhoso!
Pelo fim da polícia literária
Eu estava em uma aula de estudos literários no semestre passado, lá no Instituto de Letras da UFRGS, e além de sair pensando muito sobre o tema da aula – uma discussão sobre valor estético e cânone literário – também refleti bastante sobre a fala de uma colega durante a aula. Estávamos no momento do debate em que uma espécie de jogo foi instituído e alguns colegas precisaram “convencer” o professor a ler um livro, qualquer livro. As respostas eram então listadas em forma de tópicos no quadro e os argumentos seriam utilizados ao lado de outros pré selecionados pelo professor para refletir e compreender um pouco melhor o tema da aula, ou seja, o que constitui o cânone. Pois então, para contrapor uma visão de que muitas pessoas selecionam suas leituras dentro do cânone pela satisfação, para sentir-se bem, para experienciar uma certa catarse, relaxar, ou seja, um certo sentido místico da leitura em si, a colega em questão prontamente falou: – “Eu acho que…










