Final de julho eu criei alguns plugins para o WordPress. Todos porque queria coisas muito específicas aqui no blog e não encontrava jeito de implementar. Então fui lá e fiz eu mesma. Lembrando que eu não faço ideia do que estou fazendo! E essa semana realizei uma pequena grande alegria: publiquei meu primeiro plugin no repositório oficial do WordPress. 🥹💻✨ Sim, ele está lá, acessível para qualquer pessoa no mundo instalar e usar. Eu mesma me dei o trabalho de procurar o nome na busca, só pra ver se aparecia. (Aparece. E dá uma alegria besta). Não foi fácil fazer. Sofri para ficar exatamente como eu queria. Corrigir os milhões de erros que eu não faço ideia porque existiram, e nem exatamente como eu consertei. Daí veio a parte de criar coragem e submeter ao repositório do WordPress. Obviamente recebi e-mail dos analistas apontando um monte de erros. E a felicidade de ter conseguido foi por água abaixo. Tanto que…
Pequenas alegrias de agora
Um dos blogs que tenho visitado e lido bastante é o da Barbara. E ela tem um projeto de blogagem coletiva (Blogagem coletiva Work Of Art). Eu, metida, pedi para fazer parte e cá estou, escrevendo o meu primeiro post do WOA. O tema da vez é favoritos do momento. Achei uma boa forma de quebrar o clima péssimo que ficou por aqui depois do último post… Ando numa fase de tentar prestar mais atenção nas pequenas coisas que me fazem bem para tentar enxergar o melhor lado de viver, em oposição ao caos que é a vida adulta. Por isso, quero registrar aqui algumas delas: São detalhes cotidianos, mas que viram pequenas âncoras de alegria. 💛 Este é um post mensal do grupo de blogagem coletiva Work of Art, faça parte também. Tema do mês: Favoritos do momento
agosto
Sabe aquele ditado popular que fala que agosto é o mês do desgosto? Ou algo parecido com isso. Pois é, esse agosto me pegou de jeito. Normalmente eu sou uma pessoa bem cética, não me apego a crendices. Mas dessa vez… tá puxado. Parece que o mês resolveu me testar: uma coisa acontece, mal dá tempo de respirar e já vem outra. Poderia fazer uma lista. Mas esse post ficaria imenso. Não tem nada muito terrível. Ainda bem. Mas é um acúmulo de pequenas coisas do dia a dia que vão chegando em sequência, se embolando. Antes de resolver uma já tem mais duas. Só para dar um exemplo: peguei um baita banho de chuva indo pro trabalho. Precisei atravessar um trecho alagado para chegar na parada de ônibus (ponto de ônibus, a depender do lugar que você mora), e nem guarda-chuva deu conta. O pior não foi chegar encharcada na escola e ter que usar uniforme dos alunos o…
A literatura clandestina dos ônibus
No meio da pressa, do barulho do motor e das janelas embaçadas, algumas vezes é possível encontrar poesia. Não aquela dos livros, mas a que alguém deixa escrita às pressas, rabiscada no encosto da cadeira, como quem não aguenta guardar tudo só para si. Um ato que é considerado vandalismo, mas um vandalismo poético. Uma confissão, um sussurro ou um grito em meio ao caos da vida urbana. Na última semana encontrei duas frases, em diferentes viagens de ônibus, que só pude notar porque as viagens eram menos caóticas do que o normal. Só assim pude dar atenção antes de voltar para o meu mundinho de livro na mão e fone nos ouvidos: “Não sei por que me rasgo pelos outrosmesmo sabendo que me costurar dói do mesmo jeito depois.” E em outro ônibus: “E agora se inicia a pequena vida do sobrevivente da catástrofe do amor… […]Já não amoAgora posso atuar no mundo […]Já não estou louca.” Fiquei pensando…
Crônica de uma Gamer (Temporariamente) Aposentada
Faz bastante tempo que eu não consigo sentar e jogar videogame. E era algo que eu gostava muito. Às vezes tenho saudade de quando tudo era mais fácil e eu jogava meu emulador de Super Nintendo sem preocupação com boletos, dívidas, trabalho ou qualquer manutenção básica da vida adulta. Especialmente nessa semana, que foi um caos, tudo que podia dar errado, deu (e ainda sobrou espaço pra mais umas surpresas desagradáveis). No meio disso tudo, bateu uma uma vontade enorme de ficar envolvida nos universos mágicos dos jogos que eu jogava na infância e adolescência. Lá se vão décadas de distência entre a Daniela de hoje e a Daniela que conseguia parar, sentar em frente ao computador e simplesmente se deixar levar por aventuras em 16 bits. Movida pela nostalgia, resolvi listar aqui três dos jogos que mais marcaram essa fase da minha vida. Começando pelo clássico dos clássicos: Super Mario World. Lembro até hoje da priomeira vez que joguei,…
Entrando no HRCYED 2.0: Um desafio de leitura sem pressa
Descobri o The Hardest Reading Challenge You’ll Ever Do (HRCYED) 2.0 alguns dias depois de ele ter começado oficialmente, em 7 de julho de 2025 — mas decidi que vou contar meus livros lidos desde essa data mesmo assim. Conheci o desafio enquanto zapeava vídeos no BookTube, procurando por lives com sprints de leitura para manter o ritmo das minhas leituras de férias, igual ao que eu tinha durante a Maratona Literária de Inverno na semana anterior, quando acompanhei as lives do Victor (Geek Freak). Durante essas buscas, descobri o canal Freshly Read Books, e no primeiro vídeo que assisti, a Ana mencionou o HRCYED e explicou como o desafio funciona. Achei o conceito super interessante, mas, a princípio, não tinha intenção de participar. Ou pelo menos foi isso que pensei no começo. O vídeo em que descobri o HRCYED: Pensei em deixar para participar só na próxima edição, no ano que vem. Mas, apenas duas horas depois de assistir…









