Finalmente o retorno de uma das melhores comédias da atualidade. E Glee retorna em grande estilo. O episódio de retorno foi Hell-O. Uma brincadeira com as palavras Hello e Hell. E trata das vidas amorosas do pessoal de Glee. Rachel encontra um novo amor da sua vida, que por acaso é do Vocal Adrenaline, grupo rival do New Directions. A intriga está formada. Mr. Schuester também precisa resolver suas pendências amorosas depois daquele final magnífico de Sectionals. Hell-O é bom, mas The Power of Madonna é muito melhor. Um episódio inteirinho dedicado à Diva. Canções e feminismo, o poder feminino invadindo a escola. O melhor foi ver Jane Lynch mostrar ainda mais o seu talento. Sue foi realmente o destaque do episódio com o vídeo de Vogue. encarnando uma versão sexy de Madonna e de si mesma. Ela é certamente a vilã mais carismática da temporada. No episódio o drama de ser um adolescente continua. Desta vez alguns personagens estão…
Arquivos para 2010
Ficção de gênero em debate
Cheguei a pouco em casa, estava na Palavraria conferindo o debate O Público e a Crítica da Ficção de Gênero com Carlos André Moreira, Samir Machado de Machado e Antônio Xerxenesky. O evento ocorreu por ocasião do relançamento do primeiro volume da série literária Ficção de Polpa (Volume 1, Volume 2, Volume 3) da Não Editora – o primeiro volume já está na terceira edição! Eu achei muito bacana, a discussão foi interessante e como intrometida que sou não poderia deixar passar a oportunidade de dar um pitaco sobre o assunto. Que fique bem claro, eu sou leitora de ficção científica, de horror, fantástica e policial se medo e nem vergonha de falar, mas pra ser entendedora do assunto ainda me falta muito. Então falei sob o ponto de vista histórico das obras que conheço (terreno mais sólido pra mim). Perguntei se os debatedores concordavam com a leitura que faço das obras, priorizando uma visão de crítica social e política…
Uma Ode aos Coturnos
Os coturnos da Dr. Martens fazem 50 anos e a marca comemora com música, videoclipes e, novos modelos de botas. Os coturnos mais famosos do mundo, chamados de Docs, comemoram o aniversário com um documentário sobre a marca e 10 clipes feitos por diretores de vanguarda e bandas moderninhas. A intenção é mostrar nos pés de quem os sapatos que saíram do uniforme dos operários britânicos foram parar. Eu nunca tive um coturno da marca e fico babando em todos os modelos e cores, louquinha para comprar os meus (note o plural). Enquanto não sobra aquela graninha esperta para adquirir os coturnos mais lindos da face da terra (e com uma qualidade ímpar), eu me contento com um velhinho, sem marca, que comprei alguns anos atrás. Ele não é um exemplo de conforto nem de qualidade, mas quebra um baita galho.
Minha saga com Harry Potter
Até mais ou menos três anos atrás eu dizia que nunca leria os livros do Harry Potter, que era literatura de massa, ou subliteratura (um termo que eu usaria na época se me ocorresse). Daí comecei a ler em alguns blogs que era bem bacana. Então passe a afirmar que não leria porque era muito hype e só podia ser ruim. Aí conheci quem tinha lido e me falaram que era mesmo muito bom. Daí comecei a prestar mais atenção nos comentários positivos. E no ano passado ganhei, no meu aniversário, a coleção quase completa (ficou faltando apenas o Cálice de Fogo). Que presentão hein. Comecei a ler e eis que já no primeiro livro fiquei encantada. Então comprei o livro que faltava para completar a coleção. Devorei os sete livros. A cada página uma ansiedade ainda maior. Uma leitura rápida, leve, descompromissada e de qualidade, sim! O universo criado por J. K. Rowling é encantador, cheio de criaturas míticas…
Buffy the Vampire Slayer
Depois que fiquei órfã de Dollhouse, nada mais natural do que procurar outra série do mesmo criador para tentar aplacar a tristeza. Então nada mais natural que adentrar o mundo de Buffy. A cultuada série de vampiros dos anos 90 e início dos 2000 fez minha cabeça. Estou completamente viciada – percebeu como eu sempre me vicio em tudo que Joss Whedon coloca seus dedinhos mágicos? É bacana ver esse universo vampiresco de antes da super explosão de Crepúsculo e afins (neste grupo não está inserida a série True Blood da qual eu sou fã e possui uma qualidade infinitamente superior aos livros e filmes das crepusculetes). E mais bacana ainda é ver, em alguns episódios argumentos de séries atuais. Séries inteiras feitas a partir de coisas que rolaram em apenas um episódio de Buffy. E é inevitável comparar Buffy com True Blood, afinal em ambas temos uma garota que se apaixona por um vampiro. Porém, as séries não são meras…
Dollhouse – Season Finale: Epitaph Two: Return
Dollhouse – 2×13 – Epitaph 2: Return – 9,5 Exibido originalmente no dia 29 de Janeiro de 2010. Escrito por Maurissa Tancharoen, Jed Whedon e Andrew Chambliss e dirigido por David Solomon. A saga da “Dollhouse” chegou ao fim. Mostrando a burrice da audiência estadunidense em deixar uma série tão boa e com potencial para ir ainda mais longe tivesse um cancelamento tão prematuro. Só não dou um 10 bem lindo para esse último episódio porque algumas questões ficaram sem respostas (questões pequenas que só eu mesmo pra ficar matutando), mas de resto o episódio foi perfeito. Joss mostrou mais uma vez que ele pode fazer você se preocupar com qualquer personagem na tela, assim como fez inúmeras vezes com Firefly, Buffy. Acho que foi o melhor final que Joss e companhia poderia nos dar, considerando o tempo e os limites financeiros. Dez anos se passaram desde a morte de Boyd Langton e da destruição da sede da Corporação Rossum….




