Já são 11 anos sem a tua presença.
Arquivos para 2011
Na minha caixa de correio #10
Bem vind@ ao Na Minha Caixa de Correio! Esse é um meme criado pela Kristi, do The Story Siren, no qual mostrarei tudo o que recebi, comprei ou ganhei durante a semana. E chegamos à décima edição do Na minha caixa de correio! Primeiramente, mil desculpas pelos domingos consecutivos sem os vídeos, tive problemas técnicos por aqui. Espero não tê-los mais. E agora, aproveite o vídeo. Link Direto Livros citados: Onde estão as crianças?, de Mary Higgins Clark Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda (resenha) Banquete com os Deuses, de Luís Fernando Veríssimo A Terceira Xícara de Chá, de Greg Mortenson e David Oliver Relin Curso de Linguística Geral, de Ferdinand Saussure Problemas de Linguística Geral I, de Emile Benveniste Problemas de Linguística Geral II, de Emile Benveniste Linguística Textual: Introdução, de Leonor Lopes Fávero e Ingedore G. Villaça Koch. Estruturas Sintáticas, de Noam Chomsky Otelo – o mouro de Veneza, de William Shakespeare Muito obrigada: Fer –…
As Brumas De Avalon Livro 2 – A Grande Rainha, de Marion Zimmer Bradley
A Grande Rainha, segundo livro da série As Brumas de Avalon de Marion Zimmer Bradley, continua a saga das mulheres da corte da Bretanha, já então do Rei Artur. Ao contrário do primeiro livro, neste temos a presença contínua da cristã Gwenhwyfar (Guinevere), a Rainha, como o próprio título já indica. As outras personagens, com exceção de Morgana aparecem muito pouco e são mencionadas poucas vezes também. A Senhora do Lago, Viviane, é praticamente deixada de lado e Igraine possui um capítulo dedicado à ela. Infelizmente, até mesmo Morgana é deixada um pouco de lado na trama. Com isto, quero dizer que ela até aparece bastante, mas seu papel é secundário, pois a narrativa está mais preocupada em narrar o desenvolvimento de Gwenhwyfar de frágil e amedrontada menina que foi desposada contra sua vontade, à Rainha de fato, que impõem sua vontade ao marido e exige inclusive que ele quebre seu juramento para com Avalon. Além disso, ela precisa lutar…
Links Love #1
Esse é o primeiro Links Love aqui do Trecos & Trapos. Tem tanta coisa boa sendo escrita por aí, porque não compartilhar os achados? Gosto tanto quando frequento um blog e num belo dia aparece um post com links para coisas super bacanas encontradas em peregrinações virtuais. 1. Um guia pela selva de livros e sangue do universo de Bolaño – Antônio Xerxenesky fala sobre Bolaño, aquele que ainda não caiu nas graças da minha estante. 2. A Era dos Fast-Books – A Janda, do blog Subtítulo, disserta sobre a nova sede de consumo de livros e a leitura tão rápida quanto superficial. 3. Tradutor, Sim! – Um texto muito bacana sobre a nova profissão que me espera dentro de alguns anos. Sou apenas uma caloura no curso de Letras. 4. Dez leituras de arrepiar – uma lista com dez grandes livros policiais para ler e se divertir com o crime e o suspense.
As Brumas De Avalon Livro 1 – A Senhora Da Magia, de Marion Zimmer Bradley
Acabo de ler o primeiro livro da quadrilogia As Brumas de Avalon de Marion Zimmer Bradley comprado no submarino por R$ 29,90, um preço justo para uma edição tão pobrezinha e com uma diagramação from hell. Eu tinha vontade de ler As Brumas de Avalon desde os meus 15 anos, quando comecei a me interessar por religiões pagãs, celtas e até cheguei a ler alguns livros sobre Wicca (alguém lembra da modinha Wicca do final dos anos 90?). O tempo passou e por diversos motivos adiava a leitura. Agora que comecei a quadrilogia não posso mais parar. Fiquei realmente encantada com a beleza do livro e das personagens. A leitura não foi muito rápida pois li ao mesmo tempo outras coisas e em alguns momentos – infelizmente – tive de priorizar outros textos ao de Marion. Mas todas as vezes que pegava o livro para ler o fazia com imenso prazer e devorava suas páginas. A lenda que envolve o…
2001: Uma odisséia no espaço
Depois de terminar de assistir 2001: A Space Odyssey (1968) fiquei perplexa. A beleza, a complexidade, os diálogos, as imagens, a fotografia, efeitos especiais, história, a música, o silêncio, a lentidão, tudo convergiu para que no final eu sentisse essa perplexidade, uma mistura de incerteza e estranheza. Não é para menos, estou falando de um dos filmes mais complexos da História do cinema. E falar sobre ele não é fácil. Primeiro é preciso digerir o filme que Stanley Kubrick deixou de presente para a humanidade. E nem assim me sinto apta a falar dele. Uma obra em que cada quadro é pensado e estudado antes de ser feito. E mais de quarenta anos depois de seu lançamento (1968) ainda é objeto de longas discussões a respeito das diversas ideias e proposições apresentadas e muitas interpretações são elaboradas. Sua história é de difícil entendimento, e por diversas vezes parece até sem sentido. No entanto, não é o sentido da história, da…





