Julho é mês de Fantaspoa! De 2 a 18 de julho, ocorrerá a sexta edição do festival, serão exibidos 64 curtas e 74 longas-metragens, totalizando 138 obras na programação. Os filmes exibidos são do gênero fantástico (fantasia, ficção-científica, horror e thriller) e o grande objetivo é agradar não somente fãs desses gêneros específicos, mas apreciadores de cinema em geral. O site do festival já está no ar com a programação completa, as atividades paralelas e as sessões comentadas. O valor dos ingressos será de R$ 5,00 (cinco reais) para todas as sessões de longas-metragens e R$ 2,00 (dois reais) para as sessões de curtas-metragens.Super em conta. A sessão de abertura do VI Fantaspoa será realizada às 19 horas no Cine Bancários, no dia 2 de julho, com exibição do filme “É Preciso Amar a Morte”, com a presença do diretor alemão Andreas Schaap. O Fantaspoa é uma oportunidade única para ver filmes que simplesmente nunca entrariam no roteiro dos cinemas…
Assistindo
♣ séries, filmes, documentários e vídeos que me atravessam.
Ainda ando nesta estrada
Depois de ter ficado completamente arrasada com o livro A Estrada (Cormac McCarthy), resolvi partir para a versão cinematográfica. E não me arrependo. John Hillcoat conseguiu transpor o clima do livro para a tela, e isso não é fácil. Claro, o filme é bem simples, uma adaptação no melhor sentido da palavra: muito fiel à obra e sem nenhuma “viagem” do diretor. E Viggo Mortensen está perfeito como pai. Parece mesmo que McCarthy escreveu o papel pensando em Mortensen para a adaptação cinematográfica, viu Anica?! John Hillcoat dirige com fervor emocional e utiliza composições simples para mostrar sua sensibilidade em relação à obra literária. Não vou nem entrar no mérito de qual é melhor, se o livro ou o filme, porque não gosto destas comparações. Só posso dizer que o filme é muito bom e que é uma experiência muito bacana ver o filme se já leu o livro. O filme consegue ser tão devastador quanto o livro. Ambos suscitam…
Sobre o final de Lost
O que falar sobre o final de Lost? Tanto já se disse, muitos escreveram (de coisas boas até a completa falta de entendimento da série e principalmente do final). Pois é. eu não posso dizer que me satisfiz com aquele final. Na verdade eu achei um episódio bom, interessante para um final, mas de outra série. Lost precisava ser diferente. Sei lá, acho que aquela coisa meio espiritualista não agradou. Preferia um final mais ficção científica, se é que me entende. Não pareceu que o final fora programado e pensado desde a quarta ou terceira temporada como os criadores disseram/prometeram. Mas também, quem sou eu pra falar. Não pense que achei um final de todo ruim, pelo contrário, gostei bastante de muitas coisas, só achei que Lost merecia mais. Pra ser sincera, os finais de Battlestar Galactica, Buffy, entre outras, mexeram muito mais comigo. O final não amarrou bem a temporada, quem dirá a série inteira, com suas seis complexas…
Coraline
Sobre o filme Coraline, o mais apropriado a se dizer é que ele é lindo, de uma beleza contagiante. O filme é uma animação stop motion (que eu particularmente adoro) e já vi duas vezes – pretendo ver mais. Mas não é pura estética, o argumento é muito bacana e ser adaptado de uma obra (homônima) de Neil Gaiman agrega certo valor a produção. E a personagem encanta tanto quanto a estética e a narrativa. Que imaginação aquela garotinha tem. E que imaginação o senhor Gaiman tem. Gosto de mentes criativas, e mais ainda de quem usa a imaginação para viver, seja criando como forma de sobrevivência ou simplesmente usa a imaginação no dia a dia – assim mesmo, sem hífen, que foi excluído depois dessa nova regra, coitado – para resolver situações as mais diversas. É impossível não se apaixonar pelo figurino de Coraline. Isso mesmo, figurino. Ela veste roupas feitas a mão pela micro tricoteira estadunidense Althea Crome….
E no fim de Buffy foram rios de lágrimas
Então terminei de ver Buffy nesse fim de semana. Precisei de um pouco de tempo para me recuperar. Mais uma vez passando por cima dos meus preconceitos. Olhava torto, de cara feia, sempre que ouvia falar do tal seriadinho de uma caçadora de vampiros. E comecei a prestar mais atenção na série apenas quando vi Firefly e Dollhouse, dois trabalhos do mesmo criador de Buffy The Vampire Slayer, o crudelíssimo e genial Joss Whedon. E sob influência pesada do Juliano, é claro. Não poderia ser diferente: me apaixonei instantaneamente pela série. Pelo argumento, pelo roteiro, pelos personagens. Tudo em Buffy me fazia ficar horas em frente ao computador e à televisão vendo um episódio atrás do outro. Assim, terminei de ver as sete temporadas em muito menos de um ano. Penso em todos os fãs que acompanharam a série durante sete longos anos, toda a semana, compartilhando as alegrias, as dores e as aventuras que a Sccoby Gang enfrentava. Se…
O retorno de Glee
Finalmente o retorno de uma das melhores comédias da atualidade. E Glee retorna em grande estilo. O episódio de retorno foi Hell-O. Uma brincadeira com as palavras Hello e Hell. E trata das vidas amorosas do pessoal de Glee. Rachel encontra um novo amor da sua vida, que por acaso é do Vocal Adrenaline, grupo rival do New Directions. A intriga está formada. Mr. Schuester também precisa resolver suas pendências amorosas depois daquele final magnífico de Sectionals. Hell-O é bom, mas The Power of Madonna é muito melhor. Um episódio inteirinho dedicado à Diva. Canções e feminismo, o poder feminino invadindo a escola. O melhor foi ver Jane Lynch mostrar ainda mais o seu talento. Sue foi realmente o destaque do episódio com o vídeo de Vogue. encarnando uma versão sexy de Madonna e de si mesma. Ela é certamente a vilã mais carismática da temporada. No episódio o drama de ser um adolescente continua. Desta vez alguns personagens estão…





