Três semanas atrás tive uma experiência aterrorizante. Finalmente vi [REC], uma produção espanhola de terror dos diretores Jaume Balagueró e Paco Plaza. Ainda não me recuperei. Desde então não consigo mais dormir com a luz apagada quando estou sozinha no quarto, porque o medo do escuro ficou ainda mais forte (não mais do que já fora, isso é verdade). Este texto contém spoilers, recomendo a leitura após ter visto o filme. Uma produção simples, barata bem dirigida. A prova real de que saber contar uma história é suficiente para se fazer um bom filme. Por mais que seja tão batida, como é o caso das histórias de zumbis. O filme não assusta pela quantidade de sangue ou por efeitos especiais miraculosos. O filme assusta pela maneira como a história é contada. A idéia do filme é fazer cinema-verdade, de mentirinha, como em A Bruxa de Blair. A câmera do filme é “a mesma” do cinegrafista do programa “Enquanto você dorme”,…
Cultura
♣ Consumo crítico e apaixonado de cultura pop, marginal e experimental. O que vejo, ouço, leio e jogo com olhar afiado e coração aberto.
Para quem gosta de literatura fantástica
Quem me conhece sabe que eu tenho um carinho todo especial pela literatura fantástica. Sempre que posso leio um exemplar dos clássicos ou uma novidade quentinha. E como eu sempre acho importante saber as origens de determinado gênero, seja na literatura, no cinema ou até mesmo na TV eu procuro ler textos de introdução e sínteses sobre o assunto. E como literatura fantástica tem um clã de seguidores fiéis, não é difícil achar publicações a respeito. A Rosana Rios escreveu Uma Introdução à Literatura Fantástica que é ótima para iniciantes e para revisões dos conhecerdores. Se tu se encaixa em uma das categorias anteriores, ou simplesmente ficou curioso sobre o assunto, não deixe de ler. E para quem gosta de poesia Tolkeniana, que tabém é fantástica, pode procurar pelas “As Aventuras de Tom Bombadil” do mestre Tolkien. O livro foi publicado pela primeira vez no Brasil recentemente pela Martins Fontes em uma edição bilíngue. Eu estou babando por um exemplar.
F.R.I.E.N.D.S.
Foram dez temporadas, seis amigos, muitas histórias e milhões de fãs. Fãs esses que ficaram órfãos. Sentimento de ausência que compartilhei depois de ter visto todas as temporadas em sequência (exceto a primeira que tinha visto ano retrasado) e maratonas de risos e lágrimas. Friends passou pela minha vida e deixou muita saudade. Fico imaginando como foi ver o último episódio para aqueles que acompanharam desde o início as peripécias de Ross, Mônica, Chandler, Rachel, Joey e Phoebe (com aqueles cabelos terríveis lá em 1994). Porque para mim foi muito doloroso, mesmo tendo levado apenas 10 semanas para ver comparado com os dez anos da série. Nas primeiras temporadas eu elegi o meu personagem preferido: Ross. Paleontólogo, um nerd adulto (nem tanto) que “escondia”seu amor platônico por Rachel. Lembro de como chorei vendo as investidas em um romance que parecia impossível. Como fiquei feliz vendo os dois finalmente juntos. No entanto minha preferência foi mudando enquanto a série corria. Chandler…
Peanuts, como eu gosto.
Ah, como eu adoro Peanuts! Dos desenhos, das tirinhas, do humor doce-amargo-negro. Tem algo de encantador nas tiras de Charlie Brown, Snoopy e de todo o elenco de personagens adoráveis. Na verdade é difícil escolher qual deles eu gosto mais. Tenho uma afeição muito grande pelo Charlie Brown, pelo Snoopy. Mas não posso deixar de mencionar o quanto gosto de Linus van Pelt e seu cobertor azul, fiel companheiro. As tiras quase sessentonas são tão contemporâneas, e são responsáveis por frases tão clássicas como essas do Linus: “Há três coisas que aprendi a nunca a discutir com as pessoas: Religião, Política e a Grande Abóbora” (e a frase vai para o Grande Abóbora, por motivos óbvios), ou ainda “Como você pode dizer que estou gordo? Estou apenas com estômago musculoso” (feita sob medida para esta que vos escreve), ou ainda “Não falei que tô apaixonado por ela, simplesmente disse que gosto muito do chão que ela pisa…” (invertendo o gênero…
Gostosuras ou travessuras?
O Halloween é a data comemorativa do ano que eu mais lamento não existir no Brasil. Mesmo que tenha se popularizado por terras tupiniquins, não existe aquela tradição bacana de decorar as casas com temas aterrorizantes, esculpir abóboras para fazer as famosas Jack-o’-lantern. O que existe são aquelas festas horrorosas onde as pessoas vão com as fantasias mais horrendas (no sentido de bregas, mal feitas e sem criatividade mesmo) com música ruim. Claro que sempre existe alguma excessão por aí. Por isso que para mim o Halloween é umo belo pretexto para fazer uma sessão de terror. Pode ser filme, livro, seriado. Então fica a dica: um filme e um livro para curtir nesse Dia das Bruxas. FILME: A noite dos mortos vivos (Night of the living dead; 1968; EUA) Direção: George A. Romero Esse é o primeiro filme de uma quintologia de filmes de zumbis do diretor, sendo as continuações, na seqüência, Despertar dos Mortos (Dawn of the Dead,…
O Maravilhoso Mundo das Séries
Ah, o maravilhoso mundo das séries de televisão. Como eu gostava de chegar correndo da aula para ver Blossom. Acompanhar pela TV aberta é sempre uma avetura. Foi assim que vi inúmeras vezes a primeira e a segunda temporada de FRIENDS, a primeria de Supernatural, duas temporadas de 24 horas, Taken, Lost, alguns episódios de Gilmore Girls entre tantas outras. Fato é que sempre gostei desse universo da telinha. E de uns meses pra cá tenho acompanhado ainda mais as séries que gosto, conhecendo outras novas e me apaixonando por personagens até então desconhecidos. Dentre esses personagens novos (pelo menos para mim) estão: Jim Halpert (The Office US), com sua paixão por Pam (outra personagem fantástica da série) encanta a todos. Posso ficar horas escrevendo sobre as qualidades de sse personagem, contando como ele é encantador, meigo e lindo. Mas vou deixar que tirem suas próprias conclusões. Hank Moody e Becca (Californication), o primeiro com todo o charme, um personagem…





