Mais uma quarta-feira, a última do ano. E mais uma nota do Estratégia & Análise republicada aqui. Arte-ativismo, a sabotagem de Minerva Cuevas. Minerva Cuevas nasceu em 1975 na Cidade do México, lugar onde vive e trabalha até hoje. Ingressou na Escuela Nacional de Bellas Artes em 1993. É conhecida pelo humor ácido e provocador de seu trabalho, o qual chega mesmo a confundir-se com uma forma de ativismo político. O intento é fazer a obra refletir sua desconformidade e luta contra as relações capitalistas. Partindo desse pensamento ela cria, em 1998, a “Mejor Vida Corp” (MVC) composta por ela mesma. Mantendo uma imagem simbólica de empresa privada ela oferece produtos e serviços de forma gratuita na página da corporação. Atos de generosidade que objetivam atender a demandas, pequenas necessidades, da população e contradizer as relações comerciais atuais. A artista realiza intervenções urbanas e virtuais, sob forma de micro políticas de ação social em campanhas pacíficas e declaradas contra o…
Ensinando
♣ minha vida docente, experiências em sala e práticas pedagógicas.
Estratégia & Análise #4
Mais uma semana se passou e já estamos na quarta-feira de novo. Buenas, para os desavisados, hoje é dia de republicar a minha nota semanal do Estratégia & Análise por esses pagos. Quinta pasada publiquei por lá a seguinte nota: Alvaro Oyarzún, um nome da arte contemporânea chilena. O artista plástico Alvaro Oyarzún organiza seu trabalho de forma bastante fragmentada. Formatos, assuntos e técnicas variados, que se dispersam e se acumulam na parede. Sua obra acaba por desconstruir a polaridade da pintura: superfície e representação. No entanto denota uma investigação rigorosa referente ao meio pictórico. Disseca seus diferentes aspectos. O gesto, a cor, a narração, o retrato, o desenho e, inclusive, a fotografia. Em sua proximidade as pequenas histórias que ele cria e os cruzamentos entre elas articulam diminutos lotes que se ligam e formam um jogo com todo o seu material. Com as circunstâncias que ele propõe se abre a possibilidade tradicional para ser uma pintura, mas não é….
Estratégia & Análise # 2
Hoje é dia de republicar aqui a minha nota do Estratégia & Análise. Desta vez o assunto foi Teatro do Chat, então eu reelaborei um texto já publicado aqui no trecos&trapos. Teatro do Chat: uma nova proposta de discussão dos problemas urbanos O Teatro do Chat (projeto integrante da mostra Zona Franca da já encerrada 6ª Bienal do Mercosul) é uma proposta de trocas de idéias, uma arena pública de discussão acerca de temáticas urbanas onde o elemento virtual é de extrema importância. Com o objetivo é pensar o espaço público e trocar cenários, o coletivo m7red, composto por Mauricio Corbalán e Pio Torroja, escolheu a cidade de Porto Alegre. A discussão envolve o centro da cidade e os projetos da Prefeitura de POA para figurar os debates na sala dedicada ao projeto no Cais do Porto. Dentre os projetos alvo de discussões estão: os camelôs do centro e o Camelódromo, a Revitalização do Centro, os Portais da Cidade e a…
Nota Estratégia & Análise #1
Nota escrita por mim e publicada originalmente na página Estratégia e Análise. Buscando sair dos regionalismos, foi encerrada a 6ª edição da Bienal Eu, Daniela Soares, a partir de hoje terei um espaço reservado para escrever sobre cultura aqui na página Estratégia e Análise. Começo então com o evento mais recente da cidade de Porto Alegre. No domingo, 18 de novembro, encerraram as exposições da sexta edição da Bienal de Artes Visuais do Mercosul em Porto Alegre. Essa edição foi cheia de novidades, mais internacional do que propriamente da região que dá nome ao evento. A proposta original dessa edição era criar uma exposição desde os países do Mercado Comum do Sul. Com uma quantidade de obras e artistas bem menor do que nos anos anteriores o curador Gabriel Pérez-Barreiro chamou cinco nomes para cuidar de mostras específicas descentralizando a tradicional figura que desempenhou. Pegando emprestado o título de um conto de Guimarães Rosa, a 6ª Bienal teve como mote “A Terceira…
Estratégia e Análise
Buenas, findou o trabalho na 6ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul mas engana-se aquele que pensar no descanso imediato. Na segunda-feira, 19 de novembro, iniciei meu mais novo estágio: na redação do sítio Estratégia e Análise. Leia e acompanhe as notas semanais que publicarei por lá toda quinta-feira e por aqui sairá na quarta-feira seguinte. Nova, novíssima fase.
Um pouco mais sobre a experiência na 6ª Bienal do Mercosul
Um pouco depois do início desse ano mandei um email com currículo para inscrição na Bienal do Mercosul, almejando o posto de mediadora. Cheia de expectativas com as possibilidades que esse emprego pudesse trazer, embora temporário e sem a tal da efetivação, monitorei diariamente a caixa de entrada do Gmail aguardando a tão esperada resposta. Quando enfim passei os olhos pelo email com a data da entrevista já senti um alívio, e ao mesmo tempo o coração disparou. Afinal tinha sido selecionada entre as mais de 800 inscrições. A partir desse momento foram muitas as etapas. A entrevista coletiva, o nome na lista dos selecionados para o curso de mediadores do Projeto Pedagógico da Bienal do Mercosul. E finalmente o nome na lista dos selecionados para mediadores! Com a conclusão do curso veio a saga do contrato. Corre de cá pra lá para assinar as quatro vias, enfrenta as filas homéricas do SAE devido a paralisação dos servidores da UFRGS…




