Para dar continuidade à leitura da Trilogia Millennium, li o terceiro volume da série: A Rainha do Castelo de Ar. Mais uma vez as expectativas foram superadas. Nesse livro Larsson narra os acontecimentos imediatamente posteriores ao final do segundo volume da trilogia. As primeiras 150 páginas possuem uma narrativa mais lenta em relação ao restante da série e do próprio livro em função exatamente da natureza dos acontecimentos. Lisbeth vai para o hospital e sofre algumas cirurgias, a mais complicada delas consistia em retirar um projétil alojado em seu cérebro. A partir de então ela fica incomunicável, detida na sala de recuperação pela polícia. As únicas pessoas com as quais ela tem contato são da equipe do hospital que são responsáveis pelo seu estado de saúde, sua advogada e a polícia. Enquanto isso Mikael continua sua investigação paralela à da polícia para provar a inocência de Lisbeth. Na busca por informações ele próprio passa a ser alvo da organização secreta…
leitura
A menina que brincava com fogo, Stieg Larsson
Para dar continuidade à leitura da Trilogia Millennium, li o segundo livro da série: A menina que brincava com fogo. A expectativa era grande, tendo em vista o quanto gostei do primeiro livro. E eu gostei muito desse também. Dois anos depois dos acontecimentos traumáticos narrados em Os Homens que não amavam as mulheres, a revista Millenium encontra um novo colaborador que está prester a publicar um artigo e um livro sobre o tráfico de mulheres. Esse colaborador e sua companheira pesquisam o tema há anos e procuram a revista para publicar e denunciar os envolvidos – que vão desde policias do serviço secreto sueco à jornalistas conhecidos. Somos apresentados aos novos personagens na primeira parte do livro enquanto a rotina no exterior da protagonista Lisbeth Salander é narrada também. Muito embora Larsson demore bastante para engrenar o cenário no qual o desenrolar a história se passará (quase 200 páginas), essa primeira parte do livro é deliciosa e conseguiu me prender por horas…
Coraline, Neil Gaiman
Coraline é uma guria interessada em explorar. Curiosa por natureza, ela resolve conhecer a fundo o novo lugar onde foi morar com os pais. De repente ela descobre que sua casa abriga uma porta. Uma porta diferente de todas as outras que ela já viu. Através dela ela pode chegar a um outro mundo, onde existem outra mãe, outro pai, que são tão diferentes dos seus verdadeiros quanto ela possa imaginar. Não que seus verdadeiros pais não gostassem de Coraline, eles só não tinham muito tempo para demonstar isso. Sua outra mãe e seu outro pai, assim como os outros vizinhos, possuiam grandes e inexpressivos botões no lugar de seus olhos. Coraline adorou a ideia de explorar um outro mundo, porém, aos pouco ela foi descobrindo que esse mundo era mais perigoso do que poderia imaginar. E ela descobre também que um gato preto podia ir e vir entre os dois mundos quando quisesse. E eesse gato resolveu ajudar Coraline…
Os Homens Que Não Amavam as Mulheres (Stieg Larsson)
Os homens que não amavam mulheres é o primeiro volume da trilogia Millennium, do sueco Stieg Larsson. O autor foi um jornalista e ativista político muito respeitado. Nasceu em 1954, em Skelleftehamn, na Suécia, trabalhou na agência de notícias TT, e à frente da revista Expo, fundada por ele, denunciou organizações neofascistas e racistas. É co-autor de Extremhögern, livro sobre a extrema direita em seu país. Morreu de infarto aos cinqüenta anos, em 2004 pouco depois de entregar para a editora os três volumes de sua trilogia. Acabou não conhecendo seu póstumo e estrondoso sucesso: um best seller em mais de 10 países (Suécia, Itália, Dinamarca, Alemanha, Noruega, França, Espanha, Inglaterra, Estados Unidos). No último dia de 2010 eu terminei de ler Os homens que não amavam mulheres, um romance policial e de mistério que lida com diversas facetas da sociedade contemporânea e explora o que de pior ela tenta esconder. Devorei as 522 páginas em pouco mais de três…
Blog Retrospectiva 2010
Em 2008 participei do Desafio 21 Dias, proposto pelo Blosque. Uma das propostas do Desafio foi fazer uma retrospectiva do blog. Gostei muito da idéia, que já estava na cabeça há tempos, que resolvi fazer a edição 2009 e agora farei a edição 2010. Então, para cada mês do ano eu escolhi um texto para recordar. Já no clima de final de ano, saudosismos mil. Janeiro Welcome to the Dollhouse – Janeiro foi um mês de muitos posts e escrevi sobre muita coisa – séries e livros. Acabei escolhendo este artigo por ser sobre o final de uma série que gostei muito: Dollhouse. Fevereiro As Crônicas de Nárnia Volume Único (C. S. Lewis) – Fevereiro foi um Mês com menos textos e o artigo mais significativo foi a resenha desse livro, para o Desafio Literário 2010. Março Orgulho e Preconceito, de Jane Austen – se em Fevereiro escrevi pouco, em março menos ainda. Apenas três textos. E novamente o mais significativo foi a…
Desafio Literário 2010: Balanço
Mais um ano que se vai. A frase é batida, mas é a mais pura verdade. 2010 passou voando, e com ele muitas leituras. O Desafio Literário em 2010 começou ainda em 2009 com a escolha das leituras de acordo com os temas propostos pela Vivi no blog Romance Gracinha. Em janeiro, começou o Desafio em si. Foram 12 livros escolhidos, um para cada mês, um para cada tema. Foram apenas 10 livros lidos. Não consegui completar o Desafio por completo, no segundo semestre uma avalanche de leituras já prevista caiu sobre mim. O trabalho de conclusão de curso ocupou todas as horas do meu dia e da minha noite. Ficou realmente muito difícil ler os livros que eu mesma propus para dois meses consecutivos. As Benevolentes (Jonathan Littell) e De Pernas Pro Ar (Eduardo Galeano) ficaram de fora. Uma pena, dois livros que tenho muita vontade de ler. Em breve, quem sabe. Do primeiro eu ainda consegui escrever uma…




