Espetáculo “A Missão” A Missão (Lembrança de uma Revolução) No dia 9 de novembro a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz estréia o seu novo espetáculo: A Missão (Lembrança de uma Revolução), do autor alemão Heiner Müller. A Missão terá temporada quintas, sextas e sábados, às 21 horas, na Terreira da Tribo (Rua João Inácio 981, Navegantes, Porto Alegre) até 16 de dezembro. O espetáculo tem o financiamento do FUMPROARTE da Secretaria Municipal da Cultura, e a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz tem o patrocínio da Petrobras, através da Lei de Incentivo à Cultura. O espetáculo é resultado da pesquisa realizada pelo grupo no último ano, dentro da vertente do Teatro de Vivência, onde o espectador está integrado ao espaço cenográfico, vivenciando as ações cênicas em diferentes ambientes. A encenação evoca a revolta dos escravos na Jamaica, nos anos seguintes à Revolução Francesa e reflete sobre o Terceiro Mundo: objeto de exploração e simultaneamente, fermento do novo….
trecos&trapos
Ai que desespero!
Estou depressiva, realmente muito triste e em clima de rito fúnebre. Minha gata amada morreu quarta-feira depois de ter ficado bastante doente na terça. Estou me sentindo culpada por adiar o veterinário para quinta de manhã e não ter dado tempo. O pior de tudo é que eu não estava em casa na hora da morte da pobrezinha. Estou me sentindo um lixo e muito culpada por não ter dado mais atenção a minha Fubá. 🙁 Espero que onde quer que ela esteja, esteja bem. Ela fará muita falta em minha vida. Nossa chorei tanto que meus olhos continuam inchados. Enterramos ela na quinta de manhã do lado de casa. Vamos plantar uma flor bem linda onde está o corpinho dela como homenagem.
muita coisa na cabeça
Ando louca, essa é a verdade. Ando com a cabeça cheia de pensamentos, as coisas acontecem de repente e eu fico meio que sem saber como agir. Meu namoro anda cada dia mais belo (hahaha); a faculdade está naquela, não, com algumas matérias extremamente fodas e outras broxantes; minha família é a mesma de sempre. Começo no estágio novo essa semana, no mesmo lugar de antes, mas com atividades bem diferentes e mais empolgantes. No momento nada de novo acontece e às vezes me sinto uma formiguinha presa na terra, Isso me assusta há algum tempo. Vamos ver o que acontece. Pelo menos estou otimista, e felizaça. Surpreendentemente estou no melhor ano da minha vida. Sorte total. Obrigada Ju e Camila pela noite de sábado, que foi perfeita!
JOHN LENNON: HAPPY BIRTHDAY
Em 9 de outubro de 1940, enquanto a força aérea alemã bombardeava o estratégico Porto de Liverpool – na Inglaterra -, nascia John Winston Lennon, filho de Julia Stanley e de Alfred Lennon. Em 9 de outubro de 1980, John Ono Lennon completou quarenta anos. Dois meses mais tarde, um imbecil chamado Mark David Chapman, descarregou cinco disparos mortais sobre seu corpo. O que aconteceu entre os bombardeios nazistas ao porto de Liverpool e os cinco disparos em frente ao edifício Dakota em Nova York, já faz parte da história da cultura do século XX. Lennon é – sem dúvida alguma – uma lenda, um mito, uma referência obrigatória, um ícone, um produto publicitário, uma imagem carregada de inumeráveis referências. Lennon foi – além de todas as opiniões importantes – um protagonista. É indubitável que os Beatles não seriam possíveis sem Lennon, mas – pelo contrário – é pouco provável que Lennon não existiria sem os Beatles. Arrisco a hipótese…
Ou se vota, ou se luta!
O processo eleitoral desse ano tem se esforçado muito em combater o voto nulo. Com esse intuito os últimos dias de campanha foram marcados por uma campanha agressiva e pontual contra o voto nulo. Assim, assistimos à união de várias frentes contra essa opção “política”. Vamos tentar entender essa campanha observando um dos caminhos desses ataques: A matéria da Agência Carta Maior “Voto nulo, passividade e conservadorismo”, que afirmou: “A pregação do voto nulo está na praça. Seus defensores aparentam ser os mais radicais dos inconformados. Mas apenas incentivam a despolitização, descartam um direito duramente conquistado e fazem coro com a intolerância conservadora” (http://agenciacartamaior.uol.com.br). É bem verdade que muitas das pessoas que aderiram ao voto nulo sequer leram sobre o anarquismo. Quero ir um pouco além nesse texto, discutindo o posicionamento anarquista diante das eleições. Já faz muitos anos que em toda época eleitoral os anarquistas se movimentam para fazer a campanha do voto nulo, neste ano não foi diferente,…
Eu sou gaúcho…?
Nos festejos da Semana Farroupilha, o que poderia, talvez, ser um orgulho para todos os gaúchos e gaúchas torna-se uma vergonha. Alguns grupos tradicionalistas evidenciam muito mais seus cavalos e apetrechos de guerra do que algum tipo de valor. Destacam a valentia e o machismo, como quem precisa disso para ser homem. Cultuam um espírito de violência com o pretexto de cuidar de suas estâncias e fazendas. E assim apenas maltratam a querência que não deveria ter dono nem cercas, para que todos pudessem ter o churrasco e o mate de cada dia. Fazem um alvoroço contra os sem terra, esquecendo as lutas do passado e o espírito de Sepé Tiaraju que ainda hoje grita em favor dos pobres da terra. Como falar de liberdade, igualdade e humanidade sem repartir a terra, vivendo um modo de vida onde um é o patrão e os outros são pobres peões sem eira, nem beira? E para aumentar a vergonha, vemos o evento…




