Filme: Ontem (09/05/23) fui ver Pink Floyd: The Wall (1982) no Capitólio Que filme bom. Que experiência incrível poder rever esse filme no cinema. Livro: A insurreição que vem, do Comitê Invisível. Série: Ainda não terminei a temporada, mas a última série que assisti foi A league of their Own. Que série gostosinha e cheia de momentos lindos. Bem meu tipo. Peça de teatro: Eu gostaria de ir mais ao teatro. Mas esse ano, em março, eu fui no Porto Alegre em Cena em uma peça maravilhosa chamada Cárcere ou Porque as mulheres viram búfalos da Companhia de Teatro Heliópolis. Exposição: Exposição sobre cinema gaúcho no Capitólio. Música: Posso Contar Comigo, Rita Lee ♥️ Show: Rattus e Terveet Kädet, referências do hardcore/punk finlandês no Oculto Bar aqui em Porto Alegre. Teve também três bandas daqui que fizeram a abertura: Diokaine, Escöria e Subvida. Foi muito massa. Encontrei muita gente bacana, a energia estava boa demais e ainda tinha uma feirinha…
De quando eu tentei usar minha Lomo
Em 2015 eu comprei uma Lomo e tentei me aventurar no mundo da lomografia. Acontece que esse passatempo é mais caro do que eu posso pagar e só usei um filme até hoje. Que foi revelado dois anos atrás e esqueci de mostrar por aqui. Então segue minhas experimentações lomográficas que até ficaram decentes. São fotografias das ruas e paisagens de Porto Alegre mostrando um pouco daquilo que chamou a atenção do meu olhar ao longo de alguns meses experimentando enquanto aprendia a usar a câmera. Essa primeira foto é um céu azul lindo, apesar de não ter foco nenhum. Topo da torre da Igreja das Dores no centro da cidade. Uma das minhas fotos favoritas mostra o Guaíba ainda antes da “revitalização” da Orla. Gasômetro, quando ainda pulsava vida. Agora está abandonado e numa reforma interminável. Essa foto ficou superposta, mas gostei muito do resultado. Ruas e suas intervenções artísticas. Grafites pela cidade sempre me chamam a atenção. Eu…
2022: adeus, bem vindo 2023
Chega o final de ano e fico nostálgica. Sempre penso em fazer uma retrospectiva e acabo não fazendo. Esse ano, finalmente, resolvi fazer e foi um excelente exercício. Vem comigo, descobrir meus pontos baixos e altos do ano, o que fiz, o que li, o que assisti e o que pretendo fazer no próximo ano. Pontos baixos Em 2022 aquilo que eu já temia ficou ainda mais evidente: saúde mental. Eu sofro mentalmente desde a adolescência e tem sido cada vez mais difícil conviver com isso. Com tantas coisas que aconteceram desde março de 2020 e a pandemia, eu tenho buscado ajuda gradualmente, em passinhos de formiga, porque primeiro preciso fazer um trabalho de autoconvencimento. Preciso me desprender dos preconceitos com a psiquiatria e com medicação antes de qualquer coisa. É um trabalho duro, mas tem funcionado. Este ano eu cheguei “no fundo do poço” não uma, mas duas vezes e achei que não terminaria 2022. Mas finalmente estou buscando…
Oi, sumida.
* cof cof cof * Tirando teias de aranha. Sim, sou eu. Abri as portas dessa casa velha, mas que está sempre aqui para mim. Preciso tirar a poeira, sentar e escrever. Tem tanta coisa para falar. Mas tem sido difícil esse ato de colocar no papel (no caso aqui é mais nas teclas do computador, na tela em branco) tudo que atormentar a mente. Minha cabeça está há anos uma confusão, um embaralhado de coisas. Daí tava lendo o livro da Letrux e li um poema que ressoou muito comigo e um verso me trouxe outros que surgiram na minha mente. Daí criei um pequeno poema. Poeminha. Sem título Tão hipnótica a facaTão imã meu braçoTão fácil se machucar Daniela Soares Então, perigoso esse poeminha. Mas ele tem passado muito pela minha cabeça. Agora to bem, to medicada. Mas a atração ainda está ali. Perigo. Alerta vermelho! Vamos voltar a nos falar? Preciso de alguém para conversar e vou…
Rotinas marcadas por gênero na cultura escolar
Alguns anos atrás iniciei o trabalho docente, em um dos meus turnos de trabalho, numa escola diferente. E como de praxe, fui me familiarizando aos poucos com a rotina escolar. Uma das coisas que mais chamaram minha atenção nessa rotina foi o fato de termos de buscar as turmas nas filas na quadra da escola no início das aulas e após o recreio. Uma novidade pra mim, pois até então tinha trabalhado em escolas que a fila já era passado. E essa é uma prática que considero desnecessária em se tratando de adolescentes. Mas até aí, ok (um ok com cara de resignação e não de aceitação). Mas que relação tem a fila com gênero? Essa rotina é marcada por gênero por dois motivos, o primeiro é que as filas são separadas entre meninos e meninas (na escola não tinha nenhuma aluna ou aluno transgênero conhecide e, portanto, nunca houve questionamento em relação a essa divisão por parte dos estudantes);…
NaNoWriMo 2020: Começando com o pé esquerdo
Ontem (05/11/2020) foi meu primeiro dia de NaNoWriMo na vida. Já conheço o projeto há bastante tempo, mas nunca tinha tentando. Sequer tive interesse por ele. Sempre achei que escrever não era meu forte, embora eu esteja sempre escrevendo por aí. Porém um estalo, uma espécie de mini epifania aconteceu quando vi no twitter alguém, que não recordo quem, comentando algo sobre o evento e colocando no mesmo tweet a palavra acadêmico. A pessoa estava fazendo um NaNoWriMo acadêmico! Eu pensei: é isso, eu preciso fazer também. Talvez dê um gás e eu finalmente consiga escrever essa dissertação que está atrasada por demais e que me paralisa. Tirou meu sono e não me deixa aproveitar meus dias com tranquilidade. Afinal de contas, o que e NaNoWriMo? Um projeto, uma espécie de desafio no qual nos propomos a escrever 50 mil palavras em 30 dias. No caso durante todo o mês de novembro: National Novel Writing Month. Então eu me desafiei…










