tem algumas coisas que eu amo fazer e que simplesmente não tenho conseguido. sinto falta de estar num show (agora no início de setembro tem Gilberto Gil, mas não é a mesma coisa que aqueles meus shows pequenos de punk que me deixam com o coração batendo forte). também tenho deixado de lado minhas colagens… sempre digo que vou fazer depois e esse depois nunca chega. o mesmo com o curso corta & cola da juupiter, que está lá, cheio de aulas e exercícios legais, só esperando por mim. e tem ainda as idas a museus ou galerias, que sempre me dão um gás de inspiração, e até o simples hábito de sair pra conhecer lugares novos da cidade. encotrar com as minhas amigas do coração. isso eu sei que não depende só de mim, está cada uma com suas vidas atribuladas, mas até o movimento de “vamos marcar?” tá faltando… escrevendo isso aqui, percebo o quanto tô com saudade…
Diário
Pequenas alegrias de agora
Um dos blogs que tenho visitado e lido bastante é o da Barbara. E ela tem um projeto de blogagem coletiva (Blogagem coletiva Work Of Art). Eu, metida, pedi para fazer parte e cá estou, escrevendo o meu primeiro post do WOA. O tema da vez é favoritos do momento. Achei uma boa forma de quebrar o clima péssimo que ficou por aqui depois do último post… Ando numa fase de tentar prestar mais atenção nas pequenas coisas que me fazem bem para tentar enxergar o melhor lado de viver, em oposição ao caos que é a vida adulta. Por isso, quero registrar aqui algumas delas: São detalhes cotidianos, mas que viram pequenas âncoras de alegria. 💛 Este é um post mensal do grupo de blogagem coletiva Work of Art, faça parte também. Tema do mês: Favoritos do momento
agosto
Sabe aquele ditado popular que fala que agosto é o mês do desgosto? Ou algo parecido com isso. Pois é, esse agosto me pegou de jeito. Normalmente eu sou uma pessoa bem cética, não me apego a crendices. Mas dessa vez… tá puxado. Parece que o mês resolveu me testar: uma coisa acontece, mal dá tempo de respirar e já vem outra. Poderia fazer uma lista. Mas esse post ficaria imenso. Não tem nada muito terrível. Ainda bem. Mas é um acúmulo de pequenas coisas do dia a dia que vão chegando em sequência, se embolando. Antes de resolver uma já tem mais duas. Só para dar um exemplo: peguei um baita banho de chuva indo pro trabalho. Precisei atravessar um trecho alagado para chegar na parada de ônibus (ponto de ônibus, a depender do lugar que você mora), e nem guarda-chuva deu conta. O pior não foi chegar encharcada na escola e ter que usar uniforme dos alunos o…
Entrando no HRCYED 2.0: Um desafio de leitura sem pressa
Descobri o The Hardest Reading Challenge You’ll Ever Do (HRCYED) 2.0 alguns dias depois de ele ter começado oficialmente, em 7 de julho de 2025 — mas decidi que vou contar meus livros lidos desde essa data mesmo assim. Conheci o desafio enquanto zapeava vídeos no BookTube, procurando por lives com sprints de leitura para manter o ritmo das minhas leituras de férias, igual ao que eu tinha durante a Maratona Literária de Inverno na semana anterior, quando acompanhei as lives do Victor (Geek Freak). Durante essas buscas, descobri o canal Freshly Read Books, e no primeiro vídeo que assisti, a Ana mencionou o HRCYED e explicou como o desafio funciona. Achei o conceito super interessante, mas, a princípio, não tinha intenção de participar. Ou pelo menos foi isso que pensei no começo. O vídeo em que descobri o HRCYED: Pensei em deixar para participar só na próxima edição, no ano que vem. Mas, apenas duas horas depois de assistir…
Aos poucos, recomeçar
Oi, tudo bem? Quanto tempo, né? Na verdade, não faz tanto tempo assim que eu não escrevo aqui. Mas entre os posts mais recentes e a época em que eu escrevia com frequência, muita coisa mudou. E, diferente daquela velha sensação de “parece que foi ontem”, a verdade é que parece que faz uma vida inteira. Mudei de casa (duas vezes). Terminei relacionamentos, comecei outros, vivi intensamente e também vivi cansaços profundos. Gatos chegaram, gatos se foram. Fiz campanhas para ajudar bichinhos de rua, chorei perdas, me senti exausta. Em março de 2020, perdi a Mérida, e em setembro do mesmo ano foi a vez de me despedir do Gandalf. Em maio de 2022, perdi a Willow. Em 2023, o Salem também se foi. Ainda carrego essas dores comigo. Mas o sumiço do blog não significa que deixei de escrever. Pelo contrário: escrevi demais. Dissertação de mestrado, projeto de doutorado, artigos, trabalhos, projetos, aplicação para bolsa no exterior (que não…
2022: adeus, bem vindo 2023
Chega o final de ano e fico nostálgica. Sempre penso em fazer uma retrospectiva e acabo não fazendo. Esse ano, finalmente, resolvi fazer e foi um excelente exercício. Vem comigo, descobrir meus pontos baixos e altos do ano, o que fiz, o que li, o que assisti e o que pretendo fazer no próximo ano. Pontos baixos Em 2022 aquilo que eu já temia ficou ainda mais evidente: saúde mental. Eu sofro mentalmente desde a adolescência e tem sido cada vez mais difícil conviver com isso. Com tantas coisas que aconteceram desde março de 2020 e a pandemia, eu tenho buscado ajuda gradualmente, em passinhos de formiga, porque primeiro preciso fazer um trabalho de autoconvencimento. Preciso me desprender dos preconceitos com a psiquiatria e com medicação antes de qualquer coisa. É um trabalho duro, mas tem funcionado. Este ano eu cheguei “no fundo do poço” não uma, mas duas vezes e achei que não terminaria 2022. Mas finalmente estou buscando…








