* cof cof cof * Tirando teias de aranha. Sim, sou eu. Abri as portas dessa casa velha, mas que está sempre aqui para mim. Preciso tirar a poeira, sentar e escrever. Tem tanta coisa para falar. Mas tem sido difícil esse ato de colocar no papel (no caso aqui é mais nas teclas do computador, na tela em branco) tudo que atormentar a mente. Minha cabeça está há anos uma confusão, um embaralhado de coisas. Daí tava lendo o livro da Letrux e li um poema que ressoou muito comigo e um verso me trouxe outros que surgiram na minha mente. Daí criei um pequeno poema. Poeminha. Sem título Tão hipnótica a facaTão imã meu braçoTão fácil se machucar Daniela Soares Então, perigoso esse poeminha. Mas ele tem passado muito pela minha cabeça. Agora to bem, to medicada. Mas a atração ainda está ali. Perigo. Alerta vermelho! Vamos voltar a nos falar? Preciso de alguém para conversar e vou…
Diário
uma dani ainda mais mini… e seu amigão
Eu estava aqui arrumando umas coisas e recebi mensagem de Feliz dia das Crianças. Ora, eu no auge dos meus 36 anos já passei dessa fase há muito tempo. Mas é tão bom relembrar. E quem disse que não se pode manter viva nossa criança interior? Aí eu me deparo com essas fotos. Ah, uma enxurrada de memórias. E atente-se para o boneco do Fofão. Lembra desse personagem? Não era nascido ainda? Tudo bem. Basta saber que eu AMAVA esse boneco. Tive ele até meus 20 anos, mais ou menos. Lembro que foi difícil desapegar. Tão difícil que uns poucos anos atrás eu vi um igualzinho no Brique da Redenção e quase comprei… Mas meu bom senso e falta de dinheiro me impediram de adquirir esse boneco horroroso, mas ao mesmo tempo lindo.
eu procrastino…
Eu não fiz nada da dissertação essa semana. De novo. Isso está se tornando muito chato. Eu tenho um sério problema de trabalhar em condições não ideias. Eu tenho muito tempo (quarentenando…). Aí não faço nada com ele. E quando to apertada, cada minuto rende. Meu TCC foi moleza pq eu não tinha um segundo livre do dia. Aí eu lia e escrevia muito. Tava trabalhando em dois lugares, cursinho pré vestibular, aula do último semestre. Aí parece que o cérebro entende: tem que render. Tipo inércia. Se tá em movimento, continua em movimento. Se não tá, fica parado. Falta o impulso. Loucura da minha cabeça? Talvez. Mas faz sentido. Se eu tenho tempo, me distraio. Invento mil coisas pra distrair ou só fico parada olhando pro nada. Repetindo: depois eu faço. O depois vira amanhã e assim vai. Imagem destacada: Pexels
Reflexões sobre um pé na bunda
Hoje faz uma semana que o relacionamento no qual eu mais me permiti terminou. Tem um momento depois do pé na bunda que a gente começa a ver, mesmo que ainda muito pouco, por trás do véu da admiração. Aí aquela imagem perfeita que a gente cria na nossa mente apaixonada vai se desconstruindo pouco a pouco. Às vezes vemos que a pessoa em questão nunca gostou realmente de ti e você só se deixou navegar por águas pouco amigáveis por conta de uma idealização. Que foi tudo uma enganação e que você foi só mais uma na rede de conquistas. Entendo que ter muitos matchs no Tinder, muitos encontros e contatinhos pode ser uma massagem no ego. Mas é só isso mesmo. Quando estamos inseguros, com medo ou passando por alguma coisa difícil é bom ter diversas conversas abertas e pessoas interessadas. Been there, done that. Mas elas não vão te fazer sentir melhor consigo mesma a longo prazo,…
Sobre sentimentos
Bom, depois de um final de semana fantástico, sinto-me compelida a me expor um pouco mais nesse blog. Pode ser que eu me arrependa… Então… Eu não gosto de sexo casual. Eu faço, claro, mas não gosto. Eu preciso ter algum tipo de conexão com a pessoa. Essa é a verdade. Eu gosto de transar, não me entenda mal, já usei Tinder só pra isso. Mas no final das contas eu sempre me sinto vazia. Aí eu vou lá e tento mais um pouco. Quando começo a me apegar, me afasto. Isso porque a outra pessoa não tem obrigação de suprir as expectativas que começo a criar nesse processo. Ok, até aí tudo bem. O problema é nos raros momentos em que eu deixo rolar, que continuo investindo, estou sempre cuidando pro apego não virar nada mais. Certo? Certo. Depois de muitos anos, veja bem, MUITOS ANOS, eu me soltei mais e me apaixonei. Apaixonei mesmo. E eu não lembrava…
Sobre fazer 33 anos
Cheguei aos 33. Posso dizer que durante muito tempo nem imaginei como seria ter 30 anos. E não é que já estou nos 33. E estou muito feliz com isso. Não estou dizendo que foi ou está sendo fácil. Muito pelo contrário. Passei por momentos, presenciei acontecimentos e lidei com situações que nem sempre foram fáceis. Mas não poderia estar mais agradecida. A jornada foi tão desafiadora e tive tantos aprendizados com ela que hoje posso dizer que essa é a melhor idade. Estou feliz, mesmo com (ou apesar de) todos os percalços do passado e do presente. Acho que essa é minha melhor idade. Tudo o que eu sou hoje eu devo ao caminho que percorri e ele foi lindo. A vida é como todas as outras, cheia de problemas. A diferença? Me sinto muito mais preparada para lidar com eles. Estou no caminho para me encontrar, em uma jornada de auto conhecimento. A quantidade de coisas que vivi…










