Um caderninho caro, com capa de couro, folhas especiais e de um glamour incomparável: esse é o tal do moleskine. Pelo mundo estão espalhados milhares de admiradores desse item tão charmoso. Centenas de comunidades são dedicadas a ele e o Alessandro Martins encontrou um blog totalmente dedicado aos rabiscos, rascunhos, desenhos, pinturas e intervenções das mais variadas que os donos mais criativos agregam ao caderninho, o Moleskine Project. Também no youtube é possível encontrar centenas de vídeos relacionados ao legendário moleskine além de vídeos de artistas mostrando os trabalhos que fazem em seus moleskines, página por página. A seguir o moleskine da artista Celia Squire e seus desenhos maravilhosos. Também vou compartilhar, aos poucos, os desenhos do meu caderninho (que já está no fim). Alguns deles eu já coloquei no meu flickr e no meu fotolog, e posteriormente vou “copiar” a idéia do vídeo também.
Criação
♣ Espaço para minhas expressões artísticas e experimentações visuais. Aqui o fazer importa tanto quanto o pensar, e a arte é ferramenta de mundo.
Restos de Madalena
Sobreposição de cores Mistura Super Posição de formas Criatura
Teatro do Chat
Na sexta-feira 07 de setembro de 2007, o Maurício Corbalán (um dos arquitetos do coletivo m7red, autor da obra Teatro do Chat) conduziu uma espécie de oficina/mini-curso sobre o Teatro do Chat (integrante da mostra Zona Franca da 6ª Bienal do Mercosul). A oficina iniciou com um histórico da proposta e caminhou naturalmente para as questões tratadas nas “edições anteriores”. O Teatro do Chat é uma proposta de trocas de idéias virtual, uma arena pública de discussão acerca de temáticas urbanas. O elemento virtual é de extrema importância, nas duas primeiras vezes que a proposta foi realizada ela ocorreu virtualmente. Na primeira vez, em Amsterdã, a conversa girou em torno da questão da imigração islâmica para a cidade. Já na segunda edição, o cenário era Buenos Aires e a discussão girava em torno dos Piqueteiros e também do Porto da cidade. Em ambas as discussões, as pessoas envolvidas no debate virtual assumiam papéis pré-estabelecidos, baseados nos protagonistas dos problemas abordados….
Marulho
Foto de Bi Trindade. 6ª Bienal do Mercosul; Obra: Marulho; Artista: Cildo Meireles; Mostra: Zona Franca Depois de mediar durante a manhã, meus queridíssimos Bi e Ju me acompanharam numa visitinha à mostra Zona Franca! E tiramos algumas fotografias que podem ser vistas no meu fotolog. Nesta, em especial, estamos refletindo, olhando, inspirando-nos com a obra Marulho. Vale muito a pena sentar lá no fim do “pier” e sentir-se na terceira margem do rio!
Um pouco mais sobre a experiência na 6ª Bienal do Mercosul
Um pouco depois do início desse ano mandei um email com currículo para inscrição na Bienal do Mercosul, almejando o posto de mediadora. Cheia de expectativas com as possibilidades que esse emprego pudesse trazer, embora temporário e sem a tal da efetivação, monitorei diariamente a caixa de entrada do Gmail aguardando a tão esperada resposta. Quando enfim passei os olhos pelo email com a data da entrevista já senti um alívio, e ao mesmo tempo o coração disparou. Afinal tinha sido selecionada entre as mais de 800 inscrições. A partir desse momento foram muitas as etapas. A entrevista coletiva, o nome na lista dos selecionados para o curso de mediadores do Projeto Pedagógico da Bienal do Mercosul. E finalmente o nome na lista dos selecionados para mediadores! Com a conclusão do curso veio a saga do contrato. Corre de cá pra lá para assinar as quatro vias, enfrenta as filas homéricas do SAE devido a paralisação dos servidores da UFRGS…
Um Crime Perfeito
Sempre achei que era bom demais. Miltão era muito bonzinho com aquela gente. Eu nunca entendi direito porque toda aquela palhaçada. Um dinheirão só pra construir o maldito condomínio. Sem contar o trabalho que deu pra enfiar aqueles papeizinhos na porta de cada família. Como se chama mesmo? Pros…pos…prospecto! E depois, usar aquelas roupas pinicando o tempo todo e ainda ter de ser simpático com todo mundo que passava. Mas o mais difícil mesmo foi vender as casas. Ainda bem que Miltão era formado, ele tinha a manha de convencer as pessoas. Acho que eles ensinam isso na faculdade. Mas o que sempre me deixou muito intrigado era não saber de onde saiu o dinheiro pra construir todas aquelas mansões. O pessoal dizia que Miltão era um filhinho de papai revoltado que queria provocar a família. Eu nunca tive coragem de perguntar. O mais importante é que as trinta casas foram ocupadas. Tivemos ainda que aguentar um mês na tensão…






