Semana passada eu recebi minha primeira meme (Não sabe o que é? Joga no Google) da Carla. Ela me passou via comentário e eu aceitei o desafio. Mas compartilho com ela: Só cinco? Ela me passou a responsabilidade de listar os meus 5 melhores livros de todos os tempos e é lógico que ficarão muitas coisas de fora. Optei apenas por literatura. Optei, não pelos melhores, mas pelos que fizeram parte de bons momentos. Então vamos lá: 01. Fim: Notas sobre os Últimos dias do Império Americano (G. A. Matiasz) Estou a tempos pra escrever uma resenha deste livro e por motivos diversos acabo deixando para depois. É um livro que mistura ficção científica e thriller político sem medo e acaba dando super certo. Aliás, muitos acreditam (e acho que possa ser verdade) que a ficção científica à a única literatura de “idéias”. Um romance de ficção científica muito realista e com uma análise profunda do futuro do anarquismo. 02. O Senhor dos…
Leituras
♣ livros que leio, releio ou desejo ler.
Poema Brechtiano
“Soube que em Nova Iorque Na esquina da Rua 26 com a Broadway Todas as noites do inverno há um homem Que arranja abrigo noturno para os que ali não tem teto Fazendo pedidos aos passantes. O mundo não vai mudar com isso As relações entre os homens não vão melhorar A era da exploração não vai durar menos Mas alguns homens têm um abrigo noturno Por uma noite o vento é mantido longe deles A neve que cairia sobre eles cai na calçada. Não ponha de lado o livro, você que me lê. Alguns homens tem um abrigo noturno Por uma noite o vento é mantido longe deles A neve que cairia sobre eles cai na calçada Mas o mundo não vai mudar com isso As relações entre os homens não vão melhorar A era da exploração não vai durar menos.” Bertolt Brecht POEMAS-1913-1956 Trad. Paulo César de Souza
dica dermatológica da dani:
Neste verão, proteja-se contra os raios ultravioletas usando um livro posicionado à altura dos olhos. Recomendo o fator 1984*. *O Ministério da saúde aconselha: se você não sabe que 1984 é título de um livro escrito por George Orwell, interne-se na biblioteca mais próxima.
Nosso caráter temporário.
Faz umas duas semanas, eu terminei de ler um livro muito bom: Do Mar ao Deserto – A Evolução do Rio Grande do Sul no tempo Geológico, do professor Michael Holtz da UFRGS. é um livro de divulgação do curso de Geologia. Ele narra a história da Geologia, a formação da terra, as teorias em voga e as já “ultrapassadas”, mostra como o RS se tornou o que é hoje, de maneira agradável, fácil e a leitura é prazerosa. Mesmo sendo para leigos e não leigos, o livro tem uma preocupação com o caráter acadêmico, sempre citando fontes e aplicando conceitos. Gostei em especial do último capítulo, todos são bons, mas o último é maravilhoso. Neste capítulo ele fala suas conclusões acerca da história geológica de nosso estado e coloca algumas questões para reflexão que são muito pertinentes: Ao longo da marcha evolutiva surgiu um ramo de animais que hoje chamamos de gênero ‘homo’, que se diferencia dos demais animais pela fala bem desenvolvida e…
O papel do Museu e da Galeria no espaço da Arte
O segundo semestre de 2006 iniciou e inesperadamente a pergunta não veio do lugar comum. Numa disciplina acadêmica, quem geralmente questiona seus alunos são os professores. Porém não em Introdução à Arte. Surpreendentemente, eu, aluna do Departamento de História, me vi elaborando uma questão para colaborar nas discussções do semestre: “Qual a importância do Museu e da Galeria enquanto espaços de arte?” O objetivo seria responder a pergunta inicial, entretanto na tentativa de encontrar as respostas encontrei novos questionamentos. A metodologia proposta era, então, responder a famosa pergunta através das diversas visitas, leituras e conversas durante os meses de aula. Fui em busca dos subsídios para a árdua tarefa de responder a questão feita por mim mesma. Ao sugerir escolher um texto dos Cadernos da Bienal do Mercosul decidi-me por ler um texto de Brian O’Doherty. A partir disso acabei lendo o livro dele: “No Interior do Cubo Branco: a ideologia do espaço da arte“. Após a leitura pude concluir…
isso faz a gente se perder, às vezes, no que é real e no que é fantasia
Tenho uma pilha de livros na escrivaninha. Uma pilha de livros para ler: livros para resenhar, livros para a monografia, livros para indicar, livros para passar o tempo. Entre tantos títulos (de Tolkien à Erico Veríssimo, de André Prous à Foucault, de LeGoff a Noam Chomsky), no meio de uma pilha qualitativa, escolhi comprar mais alguns para deleite meu e indignação de outros. Sim, eu passo na Feira do Livro quase todos os dias. O que posso fazer, eu trabalho ali do ladinho… Além disso, encontrei o número 1 da tão falada revista piauí! Se comprei? Sem pensar duas vezes. A número dois já estava na banca, mas resolvi comprar a primeira, sabe como é: mania de colecionar tudo, começar sempre do primeiro (I’m crazy, yes!). Fim de semana trancada em casa pra dar conta dos estudos mais que atrasados, afinal de contas não posso me dar ao luxo de ler só por diversção, apesar de que a obrigação universitária…




